Com uma assistência a gol no Campeonato Paranaense e na luta por uma sequência no time alviverde, o atacante coxa-branca Guilherme Parede, criado na base do clube, concorre com outros atletas por uma oportunidade na equipe coxa-branca diante do Operário.
Curiosamente, os “concorrentes” de Guilherme neste momento por uma vaga no time titular também são atletas oriundos das categorias de base do Verdão. Um é Thiago Lopes, meio campista da mesma geração de Parede. O outro é Dudu, mais experiente e que também tem em comum o fato de ser criado no Alto da Glória.
Pés no chão e ainda tímido nas entrevistas, Guilherme Parede preferiu desconversar quando o assunto foi uma possível titularidade no confronto do próximo domingo. “Eu quero ajudar o Coritiba, independente de começar jogando ou não”, destacou o camisa 77.
Apelidado de "Paraguaio" nas categorias de base, ele diz que carrega esse apelido de família, mas que prefere ser chamado pelo nome. E com Cáceres e Ortega nascidos no país vizinho fica mais fácil com que o nome verdadeiro prevaleça. "Eu gosto de ser chamado pelo meu nome, acho que todo mundo tem um nome e deve ser tratado assim", avalia. "Tenho um nome simples, acho que fica mais fácil", complementou o prata da casa.
Mesmo sem confirmar a escalação da partida do próximo fim de semana, o técnico Gilson Kleina aproveitou para elogiar o começo de ano de Guilherme Parede. “Ele tem mostrado muita evolução nesse começo de temporada, não só nos jogos mas também tem sido um atleta muito dedicado nos treinamentos”, destacou Kleina.
Com uma assistência a gol no Campeonato Paranaense e na luta por uma sequência no time alviverde, o atacante coxa-branca Guilherme Parede, criado na base do clube, concorre com outros atletas por uma oportunidade na equipe coxa-branca diante do Operário.
Curiosamente, os “concorrentes” de Guilherme neste momento por uma vaga no time titular também são atletas oriundos das categorias de base do Verdão. Um é Thiago Lopes, meio campista da mesma geração de Parede. O outro é Dudu, mais experiente e que também tem em comum o fato de ser criado no Alto da Glória.
Pés no chão e ainda tímido nas entrevistas, Guilherme Parede preferiu desconversar quando o assunto foi uma possível titularidade no confronto do próximo domingo. “Eu quero ajudar o Coritiba, independente de começar jogando ou não”, destacou o camisa 77.
Apelidado de "Paraguaio" nas categorias de base, ele diz que carrega esse apelido de família, mas que prefere ser chamado pelo nome. E com Cáceres e Ortega nascidos no país vizinho fica mais fácil com que o nome verdadeiro prevaleça. "Eu gosto de ser chamado pelo meu nome, acho que todo mundo tem um nome e deve ser tratado assim", avalia. "Tenho um nome simples, acho que fica mais fácil", complementou o prata da casa.
Mesmo sem confirmar a escalação da partida do próximo fim de semana, o técnico Gilson Kleina aproveitou para elogiar o começo de ano de Guilherme Parede. “Ele tem mostrado muita evolução nesse começo de temporada, não só nos jogos mas também tem sido um atleta muito dedicado nos treinamentos”, destacou Kleina.