São muitos os motivos que levaram o torcedor Helmuth Gluck, de 79 anos, à Central de Sócios do Coritiba, no Couto Pereira, na tarde da última segunda-feira (29). Um deles, o estopim, foi a derrota do time Alviverde para o PSTC de Cornélio Procópio, no domingo. Acostumado a acompanhar as vitórias e títulos em verde e branco das arquibancadas do estádio, Gluck cansou da situação atual do time e decidiu retirar seu nome do quadro associativo do Clube.
“Eu estou muito preocupado com a situação do time. O Coritiba sempre representou muito bem o Paraná. Os últimos resultados negativos me desmotivaram bastante”, confessou o sócio, relembrando da época dourada do clube, em meados da década 1970. “Eu recordo as vitórias, as excursões internacionais. Tudo isso nos enchia de orgulho como torcedores do time da capital. Os jogadores jogavam com raça”, destacou.
Desanimado, o torcedor foi até o Alto da Glória disposto a encerrar seu vínculo com o clube.
Porém, logo na entrada do estádio, se deparou com a escultura de alguém que o faria mudar de ideia: Dirceu Krüger, o ídolo coxa-branca que dedica sua vida ao Coritiba há nada mais nada menos do que meio século. “Eu lembro dele! Lembro do jogador que ele era em campo, da raça que ele tinha. Até hoje conto as histórias dos jogos dele para os meus filhos”, disse o torcedor.
O Flecha Loira, que sempre está presente na casa do Verdão, fez questão de ir conversar com o coxa-branca que, em pouco tempo de papo, desistiu da ideia. “O clube precisa de mim”, concluiu Gluck. “O clube precisa da cooperação mensal dos sócios para melhorar a situação. Quanto mais sócios, melhor o time”, terminou.
A expectativa do torcedor, assim como de todos os coxas-brancas, é que este momento difícil do clube passe depressa. Mas, enquanto isto não acontece, ele, que já está decidido desde quando, ainda criança, conheceu o clube das cores verde e branca, estará ao lado do time até o fim de sua vida. “Na verdade, até o depois do fim da minha vida”, brinca ele.
“Eu realmente estava disposto a não ser mais sócio. Mas, jamais deixaria de ser coxa-branca. O Coritiba é tudo para mim. Até mesmo quando eu morrer quero ser enterrado no cemitério ao lado do Couto. E, enquanto estiver vivo, vou contribuir com o meu primeiro e único time, Coritiba”, declarou o sócio.
São muitos os motivos que levaram o torcedor Helmuth Gluck, de 79 anos, à Central de Sócios do Coritiba, no Couto Pereira, na tarde da última segunda-feira (29). Um deles, o estopim, foi a derrota do time Alviverde para o PSTC de Cornélio Procópio, no domingo. Acostumado a acompanhar as vitórias e títulos em verde e branco das arquibancadas do estádio, Gluck cansou da situação atual do time e decidiu retirar seu nome do quadro associativo do Clube.
“Eu estou muito preocupado com a situação do time. O Coritiba sempre representou muito bem o Paraná. Os últimos resultados negativos me desmotivaram bastante”, confessou o sócio, relembrando da época dourada do clube, em meados da década 1970. “Eu recordo as vitórias, as excursões internacionais. Tudo isso nos enchia de orgulho como torcedores do time da capital. Os jogadores jogavam com raça”, destacou.
Desanimado, o torcedor foi até o Alto da Glória disposto a encerrar seu vínculo com o clube.
Porém, logo na entrada do estádio, se deparou com a escultura de alguém que o faria mudar de ideia: Dirceu Krüger, o ídolo coxa-branca que dedica sua vida ao Coritiba há nada mais nada menos do que meio século. “Eu lembro dele! Lembro do jogador que ele era em campo, da raça que ele tinha. Até hoje conto as histórias dos jogos dele para os meus filhos”, disse o torcedor.
O Flecha Loira, que sempre está presente na casa do Verdão, fez questão de ir conversar com o coxa-branca que, em pouco tempo de papo, desistiu da ideia. “O clube precisa de mim”, concluiu Gluck. “O clube precisa da cooperação mensal dos sócios para melhorar a situação. Quanto mais sócios, melhor o time”, terminou.
A expectativa do torcedor, assim como de todos os coxas-brancas, é que este momento difícil do clube passe depressa. Mas, enquanto isto não acontece, ele, que já está decidido desde quando, ainda criança, conheceu o clube das cores verde e branca, estará ao lado do time até o fim de sua vida. “Na verdade, até o depois do fim da minha vida”, brinca ele.
“Eu realmente estava disposto a não ser mais sócio. Mas, jamais deixaria de ser coxa-branca. O Coritiba é tudo para mim. Até mesmo quando eu morrer quero ser enterrado no cemitério ao lado do Couto. E, enquanto estiver vivo, vou contribuir com o meu primeiro e único time, Coritiba”, declarou o sócio.