Aquela velha história de que mulher não entende nada de futebol não tem nem voz quando nos deparamos com currículos de mulheres como Márcia Walter, graduada em Psicologia e Educação Física e mestre em Ciências do Esporte. Ela conversou sobre este assunto com o coritiba.com.br e inclusive escreveu um artigo para o site, que você confere aqui.
Professora universitária do curso de Educação Física, coordenadora da pós-graduação “Futebol: da iniciação ao rendimento”, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicologia Esportiva (Abrapesp), funcionária da secretaria municipal de Esporte e Lazer de Curitiba e também do departamento de Educação Especial, Márcia dedica a sua vida para estudar o esporte. “Eu vivo para esta área, trabalho com pesquisa, orientação de alunos”, resume ela que, além de tudo, ainda abre um espaço na agenda para marcar presença nos jogos no Alto da Glória.
Apaixonada assumida pelo futebol, a coxa-branca vem de uma família de professores de Educação Física e teve um pai que foi ex-jogador de futebol. “Eu fui muito influenciada por minha família a seguir esta carreira que eu amo. Meu pai, inclusive, era doente pelo Coritiba e nos ensinou a ser torcedores de verdade. Mesmo quando o time não está bem, continuamos torcendo pelo Coxa”, contou ela.
Na sua rotina acadêmica que conta com horas na universidade, a massiva presença de mestres femininas a faz acreditar que muita coisa evoluiu no que diz respeito ao espaço da mulher no mercado de trabalho relacionado ao esporte. A disciplina de futebol da Universidade Tuiuti, por exemplo, onde ela trabalha, é ministrada por uma mulher. “Mas o preconceito ainda existe!”, conclui ela. “Infelizmente, a mulher tem que provar em dobro que entende de futebol assim como os homens, e que sabe das terminologias do esporte, que sabe o que é um pênalti”, exemplifica.
Além do esporte, Márcia procura estar por dentro de outras áreas do conhecimento, consequência de sua personalidade curiosa, como sociologia de gênero, por exemplo, aliando as disciplinas como método de trabalho. Conheça um pouco mais do pensamento desta torcedora por meio do seu artigo escrito exclusivamente para o site do seu time do coração, aqui.
Aquela velha história de que mulher não entende nada de futebol não tem nem voz quando nos deparamos com currículos de mulheres como Márcia Walter, graduada em Psicologia e Educação Física e mestre em Ciências do Esporte. Ela conversou sobre este assunto com o coritiba.com.br e inclusive escreveu um artigo para o site, que você confere aqui.
Professora universitária do curso de Educação Física, coordenadora da pós-graduação “Futebol: da iniciação ao rendimento”, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicologia Esportiva (Abrapesp), funcionária da secretaria municipal de Esporte e Lazer de Curitiba e também do departamento de Educação Especial, Márcia dedica a sua vida para estudar o esporte. “Eu vivo para esta área, trabalho com pesquisa, orientação de alunos”, resume ela que, além de tudo, ainda abre um espaço na agenda para marcar presença nos jogos no Alto da Glória.
Apaixonada assumida pelo futebol, a coxa-branca vem de uma família de professores de Educação Física e teve um pai que foi ex-jogador de futebol. “Eu fui muito influenciada por minha família a seguir esta carreira que eu amo. Meu pai, inclusive, era doente pelo Coritiba e nos ensinou a ser torcedores de verdade. Mesmo quando o time não está bem, continuamos torcendo pelo Coxa”, contou ela.
Na sua rotina acadêmica que conta com horas na universidade, a massiva presença de mestres femininas a faz acreditar que muita coisa evoluiu no que diz respeito ao espaço da mulher no mercado de trabalho relacionado ao esporte. A disciplina de futebol da Universidade Tuiuti, por exemplo, onde ela trabalha, é ministrada por uma mulher. “Mas o preconceito ainda existe!”, conclui ela. “Infelizmente, a mulher tem que provar em dobro que entende de futebol assim como os homens, e que sabe das terminologias do esporte, que sabe o que é um pênalti”, exemplifica.
Além do esporte, Márcia procura estar por dentro de outras áreas do conhecimento, consequência de sua personalidade curiosa, como sociologia de gênero, por exemplo, aliando as disciplinas como método de trabalho. Conheça um pouco mais do pensamento desta torcedora por meio do seu artigo escrito exclusivamente para o site do seu time do coração, aqui.