Luta diária por direitos iguais. Dupla função dividindo-se entre casa e trabalho. Contra o machismo. Em qualquer lugar da sociedade. Ocupando diversos cargos, até mesmo de profissões consideradas masculinas. Ser mulher no Brasil é sinônimo de ser batalhadora. Não importa em qual classe social, não importa em qual área, não importa quando.
Antes de a data 8 de março ser oficializada como Dia Internacional da Mulher haviam acontecido manifestações femininas em busca da igualdade social. No entanto, em 1917, durante a Segunda Guerra Mundial, aproximadamente 90 mil operárias se manifestaram na Rússia, contra as más condições de trabalho e a fome, em um protesto conhecido como Pão e Paz. Então, em 1921, a data foi oficializada como o dia de comemorações femininas e de reflexões por todo o mundo.
Vinte anos depois, (20!), a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu a necessidade de princípios de igualdade em homem e mulher. Mas foi somente em 1977, que esta data foi reconhecida oficialmente pelas Nações Unidas. Pesquisas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que, embora tenham havido evoluções na questão de igualdade salarial, ainda vão se passar 70 anos para que o salário feminino seja exatamente igual ao masculino nas mais diversas áreas profissionais. É claro que há exceções, mas são 70 anos futuros de espera e reinvindicações.
Histórias à parte, é pela luta diária das mulheres que o Coritiba.com.br presta esta homenagem às coxas-brancas. Sócias e torcedoras que batalham junto ao time, apoiando da arquibancada. Colaboradoras que batalham junto ao clube, dividindo suas vidas com o Coxa. Às esposas de jogadores e funcionários, que compreendem os compromissos em horários diferenciados, por conta de jogos às 22h, viagens para outros lugares e concentrações.
O Coritiba Foot Ball Club parabeniza todas as mulheres, e mais que isso, valoriza todas vocês.
Obrigada por fazer parte do Coritiba.
















Luta diária por direitos iguais. Dupla função dividindo-se entre casa e trabalho. Contra o machismo. Em qualquer lugar da sociedade. Ocupando diversos cargos, até mesmo de profissões consideradas masculinas. Ser mulher no Brasil é sinônimo de ser batalhadora. Não importa em qual classe social, não importa em qual área, não importa quando.
Antes de a data 8 de março ser oficializada como Dia Internacional da Mulher haviam acontecido manifestações femininas em busca da igualdade social. No entanto, em 1917, durante a Segunda Guerra Mundial, aproximadamente 90 mil operárias se manifestaram na Rússia, contra as más condições de trabalho e a fome, em um protesto conhecido como Pão e Paz. Então, em 1921, a data foi oficializada como o dia de comemorações femininas e de reflexões por todo o mundo.
Vinte anos depois, (20!), a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu a necessidade de princípios de igualdade em homem e mulher. Mas foi somente em 1977, que esta data foi reconhecida oficialmente pelas Nações Unidas. Pesquisas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que, embora tenham havido evoluções na questão de igualdade salarial, ainda vão se passar 70 anos para que o salário feminino seja exatamente igual ao masculino nas mais diversas áreas profissionais. É claro que há exceções, mas são 70 anos futuros de espera e reinvindicações.
Histórias à parte, é pela luta diária das mulheres que o Coritiba.com.br presta esta homenagem às coxas-brancas. Sócias e torcedoras que batalham junto ao time, apoiando da arquibancada. Colaboradoras que batalham junto ao clube, dividindo suas vidas com o Coxa. Às esposas de jogadores e funcionários, que compreendem os compromissos em horários diferenciados, por conta de jogos às 22h, viagens para outros lugares e concentrações.
O Coritiba Foot Ball Club parabeniza todas as mulheres, e mais que isso, valoriza todas vocês.
Obrigada por fazer parte do Coritiba.















