Demorou alguns anos para que a mulher, enfim, tivessem seus direitos reconhecidos nos diferentes espaços de trabalho. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, levou 20 anos para reconhecer a necessidade de princípios de igualdade entre homem e mulher. Porém, ainda há muito a se conquistar. Certas disso, pouco a pouco, as mulheres vão ocupando seu espaço nas mais diversas profissões.
Em comemoração ao mês de março, considerado como sendo das mulheres, o Coritiba.com.br conversou com três sócias do Verdão, de diferentes carreiras profissionais para conhecer um pouco mais sobre a história de vida destas torcedoras.
Confira:
Mylene Mayrhofer Kemp, engenheira civil
Formada em Engenharia Civil, Mylene fez pós-graduação em Qualidade e Produtividade e
trabalha em uma multinacional automobilística. Mesmo assumindo que este ambiente é de maioria masculina, ela não se sente deslocada na profissão. “Eu não sinto nenhum preconceito por ser mulher e trabalhar aqui. Nós estamos cada vez mais conquistando nosso espaço! Eu gosto do meu trabalho”, disse.
Seu avô, grande responsável por seu amor pelas cores verde e branca, foi jogador do Coxa na década de 1930. “Ele era doente pelo time. Essa paixão passou para minha mãe, que me ensinou a torcer pelo Coxa”, conta. Hoje, as duas frequentam, juntas, o Couto Pereira. “Meu pai e meu irão não gostam muito. A gente ama! ”, assume. “O Coritiba, para mim, é a extensão da minha família”, termina.
Andrea Edith Lefcovich, agrônoma
A coxa-branca Andréa é agrônoma e, atualmente, vive o sonho concreto de trabalhar em um sítio. “Eu sempre gostei da natureza, de ecologia e sempre quis morar em um lugar assim”, conta. Há 15 anos, ela deixou para trás o ambiente de trabalho de uma empresa para ser produtora de produtos orgânicos em Mandirituba.
A paixão pelo Coritiba nasceu por influência do pai. “Ele amava o Coxa e sempre me levava para o estádio”, lembra. Hoje, ela faz questão de ensinar os mesmos passos para os filhos e divide seu tempo entre trabalhar e levar seu menino, de oito anos, para o Couto Pereira. “É o nosso programa de mãe e filho. Eu tenho um álbum de fotos da gente no estádio, desde que ele era menor. Temos muitas histórias juntos, no Couto”, diz.
Sonia Mara Aciolli, advogada
Sônia decidiu cursar Direito para ajudar o pai, proprietário de uma transportadora.
“Nós estávamos recebendo muitas notificações indevidas e então eu decidi estudar para ajudar a minha família”, explica. Hoje, ela é destaque na área e uma das poucas mulheres especializadas em trânsito, cargas pesadas e produtos perigosos.
“No início, por ser mulher, eu sentia muita desconfiança por parte das pessoas. Mas, fui ficando reconhecida pela empresa, já que já ganhamos muitas causas referentes a ela”, diz. Na rotina do dia a dia, Sônia participa, há 10 anos, de um programa televisivo que dá dicas e orientações a motoristas com o objetivo de evitar autuações.
Sempre que possível, a sócia coxa-branca divide seu tempo com o Coritiba, assistindo as partidas do Coritiba no Alto da Glória com o seu esposo. Foi ele quem apresentou o time a ela e foi com ele que ela aprendeu a amar as cores verde e branca.
Demorou alguns anos para que a mulher, enfim, tivessem seus direitos reconhecidos nos diferentes espaços de trabalho. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, levou 20 anos para reconhecer a necessidade de princípios de igualdade entre homem e mulher. Porém, ainda há muito a se conquistar. Certas disso, pouco a pouco, as mulheres vão ocupando seu espaço nas mais diversas profissões.
Em comemoração ao mês de março, considerado como sendo das mulheres, o Coritiba.com.br conversou com três sócias do Verdão, de diferentes carreiras profissionais para conhecer um pouco mais sobre a história de vida destas torcedoras.
Confira:
Mylene Mayrhofer Kemp, engenheira civil
Formada em Engenharia Civil, Mylene fez pós-graduação em Qualidade e Produtividade e
trabalha em uma multinacional automobilística. Mesmo assumindo que este ambiente é de maioria masculina, ela não se sente deslocada na profissão. “Eu não sinto nenhum preconceito por ser mulher e trabalhar aqui. Nós estamos cada vez mais conquistando nosso espaço! Eu gosto do meu trabalho”, disse.
Seu avô, grande responsável por seu amor pelas cores verde e branca, foi jogador do Coxa na década de 1930. “Ele era doente pelo time. Essa paixão passou para minha mãe, que me ensinou a torcer pelo Coxa”, conta. Hoje, as duas frequentam, juntas, o Couto Pereira. “Meu pai e meu irão não gostam muito. A gente ama! ”, assume. “O Coritiba, para mim, é a extensão da minha família”, termina.
Andrea Edith Lefcovich, agrônoma
A coxa-branca Andréa é agrônoma e, atualmente, vive o sonho concreto de trabalhar em um sítio. “Eu sempre gostei da natureza, de ecologia e sempre quis morar em um lugar assim”, conta. Há 15 anos, ela deixou para trás o ambiente de trabalho de uma empresa para ser produtora de produtos orgânicos em Mandirituba.
A paixão pelo Coritiba nasceu por influência do pai. “Ele amava o Coxa e sempre me levava para o estádio”, lembra. Hoje, ela faz questão de ensinar os mesmos passos para os filhos e divide seu tempo entre trabalhar e levar seu menino, de oito anos, para o Couto Pereira. “É o nosso programa de mãe e filho. Eu tenho um álbum de fotos da gente no estádio, desde que ele era menor. Temos muitas histórias juntos, no Couto”, diz.
Sonia Mara Aciolli, advogada
Sônia decidiu cursar Direito para ajudar o pai, proprietário de uma transportadora.
“Nós estávamos recebendo muitas notificações indevidas e então eu decidi estudar para ajudar a minha família”, explica. Hoje, ela é destaque na área e uma das poucas mulheres especializadas em trânsito, cargas pesadas e produtos perigosos.
“No início, por ser mulher, eu sentia muita desconfiança por parte das pessoas. Mas, fui ficando reconhecida pela empresa, já que já ganhamos muitas causas referentes a ela”, diz. Na rotina do dia a dia, Sônia participa, há 10 anos, de um programa televisivo que dá dicas e orientações a motoristas com o objetivo de evitar autuações.
Sempre que possível, a sócia coxa-branca divide seu tempo com o Coritiba, assistindo as partidas do Coritiba no Alto da Glória com o seu esposo. Foi ele quem apresentou o time a ela e foi com ele que ela aprendeu a amar as cores verde e branca.