Quando Coritiba e Atlético-PR entram em campo cada torcida carrega junto com a equipe a vontade e a esperança de vencer mais um clássico. E a história que permeia as disputas de clássicos entre as duas equipes sempre ficam na memória de atletas e membros da comissão técnica, bem como dos torcedores que vivem cada momento.
Em 1995, no domingo de Páscoa, o Coritiba entrou em campo no Couto Pereira, no entanto, o mandante da partida era seu rival. Com maioria coxa-branca no Alto da Glória, vinte mil pessoas cantavam nas arquibancadas do estádio do Verdão.
“O Brandão fez quatro gols, se eu não me engano. Foi cinco a um. Foi um momento que foi muito legal, que a gente alavancou não só aquele Atle-Tiba, mas na sequência aconteceu o acesso que o Coritiba voltou para a Primeira Divisão”, relembra atual treinador do Coxa, Gilson Kleina, que na época fazia parte da comissão técnica.
Na partida, os gols do Coxa foram marcados três vezes por Brandão, uma por Jetson e outra foium gol contra de China. O Menino de Ouro do Verdão, Alex, também entrou em campo e deu assistência para o gol de Jetson. Mas o que ficou mesmo na memória de Kleina foi a união do grupo naquele momento.
Como era domingo de Páscoa, a diretoria na época, com o coordenador de futebol Almir Zanchi, preparou uma surpresa na concentração e presenteou os atletas com os tradicionais ovos de chocolate.
“Foi legal ali, porque os atletas sentiram que faziam parte não só de um grande clube, mas de uma família. Então, acho que isso entrou no sentimento deles para dar uma resposta, não só para a diretoria, mas para a torcida. Foi uma união e um gesto tão bacana que fez com que o Coritiba tivesse uma tarde muito competente”, disse Kleina.
História recente
Outro Atle-Tiba que ficou marcado na memória de outro membro do grupo coxa-branca que se prepara para entrar em campo neste domingo (18) é a vitória alviverde por 1 a 0, em 2014, no Campeonato Brasileiro.
Quem esteve em campo foi o zagueiro coxa-branca Luccas Claro, que hoje segue se preparando com a equipe alviverde para o clássico da décima rodada do Paranaense de 2016.
“Um Atle-Tiba envolve muita concentração, muito foco, trocas de ideias, você estuda bastante o adversário, no meu caso, a parte ofensiva deles, e foi visível o quanto a gente estava concentrados naquela partida e querendo a vitória naquele momento em que nós não vínhamos de bom resultado. É da mesma forma agora, neste de domingo. Dá para ver durante o trabalho da semana que nós vamos fortes, bastante focados para buscar a vitória e ter um outro clássico para ter na memória”, disse o prata da casa.
Assista ao vídeo:
Quando Coritiba e Atlético-PR entram em campo cada torcida carrega junto com a equipe a vontade e a esperança de vencer mais um clássico. E a história que permeia as disputas de clássicos entre as duas equipes sempre ficam na memória de atletas e membros da comissão técnica, bem como dos torcedores que vivem cada momento.
Em 1995, no domingo de Páscoa, o Coritiba entrou em campo no Couto Pereira, no entanto, o mandante da partida era seu rival. Com maioria coxa-branca no Alto da Glória, vinte mil pessoas cantavam nas arquibancadas do estádio do Verdão.
“O Brandão fez quatro gols, se eu não me engano. Foi cinco a um. Foi um momento que foi muito legal, que a gente alavancou não só aquele Atle-Tiba, mas na sequência aconteceu o acesso que o Coritiba voltou para a Primeira Divisão”, relembra atual treinador do Coxa, Gilson Kleina, que na época fazia parte da comissão técnica.
Na partida, os gols do Coxa foram marcados três vezes por Brandão, uma por Jetson e outra foium gol contra de China. O Menino de Ouro do Verdão, Alex, também entrou em campo e deu assistência para o gol de Jetson. Mas o que ficou mesmo na memória de Kleina foi a união do grupo naquele momento.
Como era domingo de Páscoa, a diretoria na época, com o coordenador de futebol Almir Zanchi, preparou uma surpresa na concentração e presenteou os atletas com os tradicionais ovos de chocolate.
“Foi legal ali, porque os atletas sentiram que faziam parte não só de um grande clube, mas de uma família. Então, acho que isso entrou no sentimento deles para dar uma resposta, não só para a diretoria, mas para a torcida. Foi uma união e um gesto tão bacana que fez com que o Coritiba tivesse uma tarde muito competente”, disse Kleina.
História recente
Outro Atle-Tiba que ficou marcado na memória de outro membro do grupo coxa-branca que se prepara para entrar em campo neste domingo (18) é a vitória alviverde por 1 a 0, em 2014, no Campeonato Brasileiro.
Quem esteve em campo foi o zagueiro coxa-branca Luccas Claro, que hoje segue se preparando com a equipe alviverde para o clássico da décima rodada do Paranaense de 2016.
“Um Atle-Tiba envolve muita concentração, muito foco, trocas de ideias, você estuda bastante o adversário, no meu caso, a parte ofensiva deles, e foi visível o quanto a gente estava concentrados naquela partida e querendo a vitória naquele momento em que nós não vínhamos de bom resultado. É da mesma forma agora, neste de domingo. Dá para ver durante o trabalho da semana que nós vamos fortes, bastante focados para buscar a vitória e ter um outro clássico para ter na memória”, disse o prata da casa.
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