Era dia de jogo no Couto Pereira. Nas arquibancadas, o tradicional coro da torcida ressoava no estádio, sinalizando apoio ao time em campo. Normal! Só que entre os coxas-brancas, alguém destoava, chamando a atenção de todos os presentes. Um indivíduo, aparentemente despreocupado com a sua situação, vestido de terno e gravata, assistia a partida do Verdão. Um uniforme nem um pouco comum no Alto da Glória.
Esta pessoa era Celso Roberto da Rocha, sócio Alma Guerreira que compareceu em todos os jogos do Coxa nos últimos três anos. Aquela ocasião era o dia do casamento do seu sobrinho. Mas, em primeiro lugar estava o jogo no Couto!. “Ficaram só me observando, mas eu fiquei numa boa”, brinca ele que, assim como os outros 48 sócios, para a conquista do título de legítimo torcedor que nunca abandona teve que abrir de muitos compromissos.
Confira a entrevista completa:
Era dia de jogo no Couto Pereira. Nas arquibancadas, o tradicional coro da torcida ressoava no estádio, sinalizando apoio ao time em campo. Normal! Só que entre os coxas-brancas, alguém destoava, chamando a atenção de todos os presentes. Um indivíduo, aparentemente despreocupado com a sua situação, vestido de terno e gravata, assistia a partida do Verdão. Um uniforme nem um pouco comum no Alto da Glória.
Esta pessoa era Celso Roberto da Rocha, sócio Alma Guerreira que compareceu em todos os jogos do Coxa nos últimos três anos. Aquela ocasião era o dia do casamento do seu sobrinho. Mas, em primeiro lugar estava o jogo no Couto!. “Ficaram só me observando, mas eu fiquei numa boa”, brinca ele que, assim como os outros 48 sócios, para a conquista do título de legítimo torcedor que nunca abandona teve que abrir de muitos compromissos.
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