Seis profissionais das comissões técnicas das categorias de base do Coritiba participaram do Programa Educar Pelo Futebol – Meu Time é Nota 10. A iniciativa, oferecida pela UNICEF em parceria com a Universidade do Futebol, tem como objetivo promover o direito ao esporte seguro e inclusivo de todas as crianças e todos os adolescentes, garantindo a proteção integral dos meninos e meninas que buscam a profissionalização no esporte.
Durante três meses, os cursistas participaram gratuitamente do programa online que permitiu a compreensão e a discussão sobre os riscos e as oportunidades presentes no dia a dia de meninos e meninas que frequentam as dependências dos clubes esportivos, escolinhas e projetos sociais. Muitas vezes, esses adolescentes e crianças deixam suas cidades, vão viver longe da família para tentar se tornar jogadores profissionais e se deparam com riscos graves de violação de direitos, como a exclusão escolar, a profissionalização precoce ou a exploração e o abuso sexual.
"Os clubes e as escolas que preparam crianças e adolescentes para uma carreira profissional lidam, acima de tudo, com o sonho desses meninos e meninas", alerta Rodrigo Fonseca, especialista de Esporte para o Desenvolvimento do UNICEF no Brasil. "Apenas 1 em cada 3 mil se tornarão atletas profissionais, mas os clubes e as escolinhas têm a oportunidade – e a responsabilidade – de contribuir para o desenvolvimento integral de todas essas crianças", completa Fonseca.
Para o CEO da Universidade do Futebol, Eduardo Tega, o futebol tem potencial para produzir muito mais do que craques e títulos mundiais. "Há milhões de praticantes de futebol, mas apenas uma mínima fração atinge a ponta da pirâmide, gerando muito mais frustrações do que talentos. Por isso, aqueles que ensinam futebol não podem só valorizar o rendimento, deixando de lado valores fundamentais para a formação e desenvolvimento humanos", complementou Tega.
O curso incluiu aulas baseadas em uma concepção humanista do ensino do futebol, entendendo-o como fenômeno social importante na formação e desenvolvimento pessoal e social de crianças, jovens e adultos. Ao todo, mais de 400 profissionais ligados a mais de 47 clubes do Brasil.
Seis profissionais das comissões técnicas das categorias de base do Coritiba participaram do Programa Educar Pelo Futebol – Meu Time é Nota 10. A iniciativa, oferecida pela UNICEF em parceria com a Universidade do Futebol, tem como objetivo promover o direito ao esporte seguro e inclusivo de todas as crianças e todos os adolescentes, garantindo a proteção integral dos meninos e meninas que buscam a profissionalização no esporte.
Durante três meses, os cursistas participaram gratuitamente do programa online que permitiu a compreensão e a discussão sobre os riscos e as oportunidades presentes no dia a dia de meninos e meninas que frequentam as dependências dos clubes esportivos, escolinhas e projetos sociais. Muitas vezes, esses adolescentes e crianças deixam suas cidades, vão viver longe da família para tentar se tornar jogadores profissionais e se deparam com riscos graves de violação de direitos, como a exclusão escolar, a profissionalização precoce ou a exploração e o abuso sexual.
"Os clubes e as escolas que preparam crianças e adolescentes para uma carreira profissional lidam, acima de tudo, com o sonho desses meninos e meninas", alerta Rodrigo Fonseca, especialista de Esporte para o Desenvolvimento do UNICEF no Brasil. "Apenas 1 em cada 3 mil se tornarão atletas profissionais, mas os clubes e as escolinhas têm a oportunidade – e a responsabilidade – de contribuir para o desenvolvimento integral de todas essas crianças", completa Fonseca.
Para o CEO da Universidade do Futebol, Eduardo Tega, o futebol tem potencial para produzir muito mais do que craques e títulos mundiais. "Há milhões de praticantes de futebol, mas apenas uma mínima fração atinge a ponta da pirâmide, gerando muito mais frustrações do que talentos. Por isso, aqueles que ensinam futebol não podem só valorizar o rendimento, deixando de lado valores fundamentais para a formação e desenvolvimento humanos", complementou Tega.
O curso incluiu aulas baseadas em uma concepção humanista do ensino do futebol, entendendo-o como fenômeno social importante na formação e desenvolvimento pessoal e social de crianças, jovens e adultos. Ao todo, mais de 400 profissionais ligados a mais de 47 clubes do Brasil.