Ele ainda não conhece o Couto Pereira, mas, se depender da ansiedade do pai, Felipe Hachor, não vai demorar muito para que o pequeno Alex Henrique esteja na sua segunda casa, apoiando o time das cores verde e branca. Ele nasceu na última segunda-feira (18) e, um dia depois, seu nome já fazia parte da lista de sócios coxas-brancas.
“Alex” por causa do ídolo “menino de ouro” do clube, que se aposentou dos gramados em 2014. E “Henrique”, em homenagem ao craque Henrique Dias, um dos grandes responsáveis pela conquista do título da Série B, em 2007.
Ao ser questionado sobre o por quê de fazer questão que o filho seja sócio do clube tão cedo, Felipe explica: “Quero que ele faça parte da história do Coritiba, sendo, literalmente, coxa-branca desde que nasceu”, disse.
Apesar do intenso amor ao clube, Felipe não conheceu o Coxa tão cedo, como o filho. Foi em 2007, quando tinha 15 anos. “Um amigo me convidou para ir ao estádio e eu me apaixonei pelo time”, revelou ele, que lembra até hoje da sua primeira partida: Coritiba x Londrina, com o placar de 2x2.
Assim como este dia foi especial para ele, sua expectativa é que o primeiro jogo de Alex Henrique também se torne inesquecível. A mãe do pequeno apoia a ideia. “Ela também gosta muito do Coxa e de vir ao estádio. Como é paraguaia, é sócia internacional do Coxa", termina.
Confira algumas fotos:





Ele ainda não conhece o Couto Pereira, mas, se depender da ansiedade do pai, Felipe Hachor, não vai demorar muito para que o pequeno Alex Henrique esteja na sua segunda casa, apoiando o time das cores verde e branca. Ele nasceu na última segunda-feira (18) e, um dia depois, seu nome já fazia parte da lista de sócios coxas-brancas.
“Alex” por causa do ídolo “menino de ouro” do clube, que se aposentou dos gramados em 2014. E “Henrique”, em homenagem ao craque Henrique Dias, um dos grandes responsáveis pela conquista do título da Série B, em 2007.
Ao ser questionado sobre o por quê de fazer questão que o filho seja sócio do clube tão cedo, Felipe explica: “Quero que ele faça parte da história do Coritiba, sendo, literalmente, coxa-branca desde que nasceu”, disse.
Apesar do intenso amor ao clube, Felipe não conheceu o Coxa tão cedo, como o filho. Foi em 2007, quando tinha 15 anos. “Um amigo me convidou para ir ao estádio e eu me apaixonei pelo time”, revelou ele, que lembra até hoje da sua primeira partida: Coritiba x Londrina, com o placar de 2x2.
Assim como este dia foi especial para ele, sua expectativa é que o primeiro jogo de Alex Henrique também se torne inesquecível. A mãe do pequeno apoia a ideia. “Ela também gosta muito do Coxa e de vir ao estádio. Como é paraguaia, é sócia internacional do Coxa", termina.
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