Verdão repete confronto diante do Grêmio, agora no Olimpico, mas com nova estratégia, em torneio mata-mata
Há 14 anos - 30/07/2012 19:39
Não deu tempo nem de esquecer a partida diante do Grêmio, que o Coxa segue pensando no confronto diante dos gaúchos, agora em Porto Alegre, nesta terça-feira (31). Se o adversário é o mesmo, a competição agora é outra é por isso o Coxa segue para o Rio Grande do Sul bem atento, sabendo que o torneio com um novo regulamento deve ser encarado com outra estratégia, mas almejando bons resultados.
O zagueiro Pereira foi poupado e não viajou. "Jogadores com histórico de lesão muscular, e o número não é grande para levar. Alguns jogadores estão machucados, como o Sergio Manoel que já estava inscrito na Sul-Americana. Mas estamos fortes para ir lá e fazer um grande jogo", garante o treinador.
Com duas vitórias no Brasileiro, a competição nacional fica em segundo plano. "É atribuição nossa de estar orientando e estudando estratégias próprias para cada tipo de regulamento, dois jogos dois confrontos, adversário que conhecemos bem pelo jogo anterior e a necessidade do Grêmio de também fazer o resultado em casa. Mas temos que colher o melhor resultado que possa nos dar condição de decidir em casa", avalia. "São duas competições importantíssimas. Apenas muda o âmbito nacional, e a Sul-Americana que tem possibilidade de jogar com equipes estrangeiras se passando de fase", emenda.
E se o adversário é tradicional nesse tipo de torneio, o Coxa também vem se adaptando ao estilo de competição. Não é a toa que chegou por duas vezes na decisão da Copa do Brasil, nas duas últimas edições. "O mata mata tem um retrospecto muito bom, das duas Copas do Brasil, e isso tem a ver com orientação, mas a gente tem que vivenciar esse momento e buscar criar uma estratégia específica para esse jogo", explica.
Competições importantes
O que o técnico Marcelo Oliveira não quer deixar de lado é nenhum tipo de torneio, e por isso mantém o foco na Sul-Americana também. "As duas são importantes. É apenas um caminho diferente. O Brasileiro é um caminho mais longo, de regularidade. E a Sul-Americana com a possibilidade de vaga na Libertadores também se tornou fundamental. Então não tem nem como priorizar. O que a gente pode fazer é administrar cansaço, desgaste e felizmente a gente tem um grupo de qualidade semelhante e dá para ter sempre um time forte".
O importante dentro desse processo é saber conduzir o trabalho e se possível poder conviver com bons resultados. "Por tudo, conviver com vitórias, com essa tranquilidade que gera a vitória, essa confiança, essa alegria na semana de trabalho. Eu acho que o Coritiba vai ter jogos difíceis aí, tanto no Brasileiro quanto na Sul-Americana, mas não deve temer ninguém, deve acreditar sempre. Principalmente acreditar no trabalho, na força do grupo, no coletivo, na superação, e se possível jogando bem, como foi no último jogo, bem equilibrado e bem consistente".
O jogo que passou diante do grêmio deve ser esquecido. "Não interfere em nada. É uma outra história, é um outro momento. A gente tem que usar o dado quando ele é positivo, quando não é positivo tem que lutar para quebrar, mas não impressionar com nada. Os times hoje são bastante parecidos, cada um tem o potencial, todo mundo corre muito, então a gente vai para lá acreditando que pode ganhar, não pelo tabu, mas pelo resultado que nos traga uma condição boa".
Por isso, a equipe que entra em campo não está definida. "A gente já tem um ideia do que a gente pode fazer, mas eu não vou publicar. A gente conversa internamente, cria uma estratégia, nada absurdo, mas sabendo do potencial do adversário em casa, sabendo que tem um segundo jogo. Às vezes pode parecer para alguém uma cautela exagerada, mas a gente tem que estar como comandante vislumbrando o segundo jogo e a possibilidade de decidir em casa. Eu me lembro que o jogo contra o Vitória acharam um absurdo o Coritiba empatar lá, até porque teve chance. Mas aqui a gente fez o resultado e passamos. Tudo isso é bem calculado", finaliza.
Coxa se prepara para estreia na Sul-Americana
Verdão repete confronto diante do Grêmio, agora no Olimpico, mas com nova estratégia, em torneio mata-mata
Há 14 anos - 30/07/2012 19:39
Não deu tempo nem de esquecer a partida diante do Grêmio, que o Coxa segue pensando no confronto diante dos gaúchos, agora em Porto Alegre, nesta terça-feira (31). Se o adversário é o mesmo, a competição agora é outra é por isso o Coxa segue para o Rio Grande do Sul bem atento, sabendo que o torneio com um novo regulamento deve ser encarado com outra estratégia, mas almejando bons resultados.
O zagueiro Pereira foi poupado e não viajou. "Jogadores com histórico de lesão muscular, e o número não é grande para levar. Alguns jogadores estão machucados, como o Sergio Manoel que já estava inscrito na Sul-Americana. Mas estamos fortes para ir lá e fazer um grande jogo", garante o treinador.
Com duas vitórias no Brasileiro, a competição nacional fica em segundo plano. "É atribuição nossa de estar orientando e estudando estratégias próprias para cada tipo de regulamento, dois jogos dois confrontos, adversário que conhecemos bem pelo jogo anterior e a necessidade do Grêmio de também fazer o resultado em casa. Mas temos que colher o melhor resultado que possa nos dar condição de decidir em casa", avalia. "São duas competições importantíssimas. Apenas muda o âmbito nacional, e a Sul-Americana que tem possibilidade de jogar com equipes estrangeiras se passando de fase", emenda.
E se o adversário é tradicional nesse tipo de torneio, o Coxa também vem se adaptando ao estilo de competição. Não é a toa que chegou por duas vezes na decisão da Copa do Brasil, nas duas últimas edições. "O mata mata tem um retrospecto muito bom, das duas Copas do Brasil, e isso tem a ver com orientação, mas a gente tem que vivenciar esse momento e buscar criar uma estratégia específica para esse jogo", explica.
Competições importantes
O que o técnico Marcelo Oliveira não quer deixar de lado é nenhum tipo de torneio, e por isso mantém o foco na Sul-Americana também. "As duas são importantes. É apenas um caminho diferente. O Brasileiro é um caminho mais longo, de regularidade. E a Sul-Americana com a possibilidade de vaga na Libertadores também se tornou fundamental. Então não tem nem como priorizar. O que a gente pode fazer é administrar cansaço, desgaste e felizmente a gente tem um grupo de qualidade semelhante e dá para ter sempre um time forte".
O importante dentro desse processo é saber conduzir o trabalho e se possível poder conviver com bons resultados. "Por tudo, conviver com vitórias, com essa tranquilidade que gera a vitória, essa confiança, essa alegria na semana de trabalho. Eu acho que o Coritiba vai ter jogos difíceis aí, tanto no Brasileiro quanto na Sul-Americana, mas não deve temer ninguém, deve acreditar sempre. Principalmente acreditar no trabalho, na força do grupo, no coletivo, na superação, e se possível jogando bem, como foi no último jogo, bem equilibrado e bem consistente".
O jogo que passou diante do grêmio deve ser esquecido. "Não interfere em nada. É uma outra história, é um outro momento. A gente tem que usar o dado quando ele é positivo, quando não é positivo tem que lutar para quebrar, mas não impressionar com nada. Os times hoje são bastante parecidos, cada um tem o potencial, todo mundo corre muito, então a gente vai para lá acreditando que pode ganhar, não pelo tabu, mas pelo resultado que nos traga uma condição boa".
Por isso, a equipe que entra em campo não está definida. "A gente já tem um ideia do que a gente pode fazer, mas eu não vou publicar. A gente conversa internamente, cria uma estratégia, nada absurdo, mas sabendo do potencial do adversário em casa, sabendo que tem um segundo jogo. Às vezes pode parecer para alguém uma cautela exagerada, mas a gente tem que estar como comandante vislumbrando o segundo jogo e a possibilidade de decidir em casa. Eu me lembro que o jogo contra o Vitória acharam um absurdo o Coritiba empatar lá, até porque teve chance. Mas aqui a gente fez o resultado e passamos. Tudo isso é bem calculado", finaliza.