Cinco pessoas de uma mesma família saíram de Praia de Leste, no litoral do Paraná, para acompanhar o clássico Atle-Tiba desta quarta-feira (29). Além de torcer pelo time que é o amor de toda a família, uma ocasião marcou todos. Eles vinham ao jogo sem a presença da mais ilustre membra* da família.
Nesta semana, faleceu a senhora Ana Fernandes Demantova, matriarca de uma família de coxas-brancas do litoral paranaense que irá deixar muitas saudades em todos que a conheciam e reconheciam seu grande amor pelo Coxa.
“O sentimento que ela tinha pelo Coritiba era algo muito bonito, inacreditável. Foi uma perda inesperada e será muito difícil, a partir de agora, vir ao Couto sem ela. O estádio era sua segunda casa e nós ficávamos na área social, mas ela sempre ia ficava ao lado da Império”, relatou o filho Adrian Demantova.
Ela era sócia do Coxa desde os 15 anos de idade e conhecida no Litoral Paranaense como “Anita coxa-branca”. Gostava de exaltar um título que sua família lhe dera: o de “a maior coxa-branca que existe”. Ano passado, ela ficou conhecida pela torcida coritibana por trazer seu sobrinho, que mora em Nova York para associar-se ao Coritiba.
“O que mais marcou foi a paixão que ela tinha pelo Coxa. Era algo inacreditável! O nome dela era Ana, mas todos conheciam ela como ‘Anita Coxa-branca’. Ela foi enterrada com a bandeira do Coxa, uma bandeira que ela tinha há anos”, contou o filho também torcedor coritibano.
Na noite desta quarta-feira, cinco membros da família fizeram o caminho até Curitiba, para o Alto da Glória, para fazer o que, para eles, é a maior homenagem à Anita: torcer e vibrar pelo time do coração. “Ela não torcida pelo resultado, ela amava o Coxa de uma forma linda. Será muito difícil ir ao estádio sem ela”, resumiu Adrian.
*Como curiosidade, a palavra "membra" é devidamente registrada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras. Para conferir é só clicar aqui.
Cinco pessoas de uma mesma família saíram de Praia de Leste, no litoral do Paraná, para acompanhar o clássico Atle-Tiba desta quarta-feira (29). Além de torcer pelo time que é o amor de toda a família, uma ocasião marcou todos. Eles vinham ao jogo sem a presença da mais ilustre membra* da família.
Nesta semana, faleceu a senhora Ana Fernandes Demantova, matriarca de uma família de coxas-brancas do litoral paranaense que irá deixar muitas saudades em todos que a conheciam e reconheciam seu grande amor pelo Coxa.
“O sentimento que ela tinha pelo Coritiba era algo muito bonito, inacreditável. Foi uma perda inesperada e será muito difícil, a partir de agora, vir ao Couto sem ela. O estádio era sua segunda casa e nós ficávamos na área social, mas ela sempre ia ficava ao lado da Império”, relatou o filho Adrian Demantova.
Ela era sócia do Coxa desde os 15 anos de idade e conhecida no Litoral Paranaense como “Anita coxa-branca”. Gostava de exaltar um título que sua família lhe dera: o de “a maior coxa-branca que existe”. Ano passado, ela ficou conhecida pela torcida coritibana por trazer seu sobrinho, que mora em Nova York para associar-se ao Coritiba.
“O que mais marcou foi a paixão que ela tinha pelo Coxa. Era algo inacreditável! O nome dela era Ana, mas todos conheciam ela como ‘Anita Coxa-branca’. Ela foi enterrada com a bandeira do Coxa, uma bandeira que ela tinha há anos”, contou o filho também torcedor coritibano.
Na noite desta quarta-feira, cinco membros da família fizeram o caminho até Curitiba, para o Alto da Glória, para fazer o que, para eles, é a maior homenagem à Anita: torcer e vibrar pelo time do coração. “Ela não torcida pelo resultado, ela amava o Coxa de uma forma linda. Será muito difícil ir ao estádio sem ela”, resumiu Adrian.
*Como curiosidade, a palavra "membra" é devidamente registrada no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP) da Academia Brasileira de Letras. Para conferir é só clicar aqui.