Depois da sequência intensa de jogos – entre o dia 12 de junho e o último sábado, dois de julho, o Coritiba entrou em campo sete vezes, ou seja, a cada três dias, o Coxa tinha um compromisso pelo Brasileirão – a comissão técnica do Alviverde aproveita a semana cheia para a recuperação física dos atletas.
Neste processo de trabalho, uma equipe multidisciplinar de profissionais, entre eles preparadores físicos, médicos, nutricionista e fisiologista, auxiliam os jogadores entre uma partida e outra com base na captação, análise e cruzamento de dados individuais dos atletas.
Depois de um jogo, por exemplo, o fisiologista do clube, Luiz Novak, conversa com cada jogador sobre seu possível nível de cansaço, registrando cada opinião em escalas de percepção de esforço, de recuperação e de dor. Combinado com outros exames, como o de sangue – que permite analise da enzima Creatina Quinase (CK), que indica a fadiga muscular – é possível elaborar treinos específicos, otimizando o desempenho dos atletas.
"Com este cruzamento de dados, nós temos a certeza de correr risco mínimo de lesão", explica o preparador físico do Clube, Robson Gomes. "Com os dados coletados, conseguimos analisar o quanto o treino tem sido intenso ou não e o quanto a recuperação física dos atletas tem sido importante para a próxima atividade. Isso nos dá uma segurança para a sequência de jogos e para o dia a dia também”, termina.
Confira o vídeo:
Depois da sequência intensa de jogos – entre o dia 12 de junho e o último sábado, dois de julho, o Coritiba entrou em campo sete vezes, ou seja, a cada três dias, o Coxa tinha um compromisso pelo Brasileirão – a comissão técnica do Alviverde aproveita a semana cheia para a recuperação física dos atletas.
Neste processo de trabalho, uma equipe multidisciplinar de profissionais, entre eles preparadores físicos, médicos, nutricionista e fisiologista, auxiliam os jogadores entre uma partida e outra com base na captação, análise e cruzamento de dados individuais dos atletas.
Depois de um jogo, por exemplo, o fisiologista do clube, Luiz Novak, conversa com cada jogador sobre seu possível nível de cansaço, registrando cada opinião em escalas de percepção de esforço, de recuperação e de dor. Combinado com outros exames, como o de sangue – que permite analise da enzima Creatina Quinase (CK), que indica a fadiga muscular – é possível elaborar treinos específicos, otimizando o desempenho dos atletas.
"Com este cruzamento de dados, nós temos a certeza de correr risco mínimo de lesão", explica o preparador físico do Clube, Robson Gomes. "Com os dados coletados, conseguimos analisar o quanto o treino tem sido intenso ou não e o quanto a recuperação física dos atletas tem sido importante para a próxima atividade. Isso nos dá uma segurança para a sequência de jogos e para o dia a dia também”, termina.
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