Quando situações da vida nos surpreendem com limitações, é necessário e possível, sim, darmos a volta por cima. É isto que Daniel Silva, coxa-branca integrante da Seleção Brasileira de Vôlei Sentado ensina, com sua história. Ele perdeu uma perna depois de ser baleado durante um assalto, em 2014. Mas, isto, foi apenas um impulso para que este torcedor tivesse a oportunidade acrescentar mais brilho a sua vida, com medalhas paraolímpicas.
Ele sempre gostou de esporte e não seria esta fatalidade que o impediria de continuar praticando. Porém, ainda não havia encontrado sua paixão. Depois do incidente, tentou praticar modalidades como natação e atletismo. Mas, conhecer o Vôlei Sentado foi “paixão à primeira vista”, como ele mesmo define. “Eu conheci este esporte, comecei a jogar e, em dois anos, consegui chegar a Seleção Brasileira, em 2007”, contou ele, a equipe da Nação Coxa Branca.
Foi neste ano que o Brasil conquistou, pela primeira vez, ouro no Parapan - Americano no Rio de Janeiro. E, Daniel, estava lá. Foi sua primeira participação na competição. Depois, participou das outras duas, em 2011, no México, que também rendeu medalha dourada, e em 2015, em Toronto, no Canadá, outro ouro. Medalhas que estão entre as favoritas das muitas já conquistadas pelo coxa-branca.
Tantos destaques são resultado de muito trabalho. Daniel, que, inclusive faz parte do clube pioneiro no Paraná, Unilehu, de Vôlei Sentado, em Curitiba, treina todas as noites de segunda, quarta e sexta-feira, com bola, e todos os dias na academia. O esporte exige muita força e resistência física por parte dos atletas.
“As regras do vôlei sentado são basicamente iguais. Rodízio, três toques. A única diferença de regra é o saque que pode ser bloqueado e as adaptações. A quadra é menor, tem 10m de comprimento total por 6m de largura, a rede tem 1,15m e a linha dos 3m do vôlei convencional, no sentado, é reduzida para 2m”, explicou ele.
O próximo compromisso de Daniel com a camisa brasileira são as Paraolimpiadas, no Rio de Janeiro, que têm início no próximo dia 17. "Estamos nos preparando para isto. Já nos credenciamos com estas conquistas, somos atuais vice-líderes do ranking mundial e vamos brigar pelo ouro. Vamos ganhar o ouro se Deus quiser", disse. No peito, ele terá estampado as cores verde e amarela. No coração, o Alviverde do time do coração, também será representado pelo coxa-branca neste grande evento.
Estamos torcendo por você, Daniel!
Assista a entrevista completa com o craque:
Quando situações da vida nos surpreendem com limitações, é necessário e possível, sim, darmos a volta por cima. É isto que Daniel Silva, coxa-branca integrante da Seleção Brasileira de Vôlei Sentado ensina, com sua história. Ele perdeu uma perna depois de ser baleado durante um assalto, em 2014. Mas, isto, foi apenas um impulso para que este torcedor tivesse a oportunidade acrescentar mais brilho a sua vida, com medalhas paraolímpicas.
Ele sempre gostou de esporte e não seria esta fatalidade que o impediria de continuar praticando. Porém, ainda não havia encontrado sua paixão. Depois do incidente, tentou praticar modalidades como natação e atletismo. Mas, conhecer o Vôlei Sentado foi “paixão à primeira vista”, como ele mesmo define. “Eu conheci este esporte, comecei a jogar e, em dois anos, consegui chegar a Seleção Brasileira, em 2007”, contou ele, a equipe da Nação Coxa Branca.
Foi neste ano que o Brasil conquistou, pela primeira vez, ouro no Parapan - Americano no Rio de Janeiro. E, Daniel, estava lá. Foi sua primeira participação na competição. Depois, participou das outras duas, em 2011, no México, que também rendeu medalha dourada, e em 2015, em Toronto, no Canadá, outro ouro. Medalhas que estão entre as favoritas das muitas já conquistadas pelo coxa-branca.
Tantos destaques são resultado de muito trabalho. Daniel, que, inclusive faz parte do clube pioneiro no Paraná, Unilehu, de Vôlei Sentado, em Curitiba, treina todas as noites de segunda, quarta e sexta-feira, com bola, e todos os dias na academia. O esporte exige muita força e resistência física por parte dos atletas.
“As regras do vôlei sentado são basicamente iguais. Rodízio, três toques. A única diferença de regra é o saque que pode ser bloqueado e as adaptações. A quadra é menor, tem 10m de comprimento total por 6m de largura, a rede tem 1,15m e a linha dos 3m do vôlei convencional, no sentado, é reduzida para 2m”, explicou ele.
O próximo compromisso de Daniel com a camisa brasileira são as Paraolimpiadas, no Rio de Janeiro, que têm início no próximo dia 17. "Estamos nos preparando para isto. Já nos credenciamos com estas conquistas, somos atuais vice-líderes do ranking mundial e vamos brigar pelo ouro. Vamos ganhar o ouro se Deus quiser", disse. No peito, ele terá estampado as cores verde e amarela. No coração, o Alviverde do time do coração, também será representado pelo coxa-branca neste grande evento.
Estamos torcendo por você, Daniel!
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