Coritiba é tradição!
Em comemoração ao aniversário de 162 anos da Polícia Militar do Paraná, coritiba.com.br conta a história de dois coronéis aposentados que são coxas-brancas
Há 10 anos - 10/08/2016 11:52
Coritiba é tradição!

O amor às cores verde e branca é uma tradição que passa de pai pra filho, avô para neto, amigo para amigo e assim por diante. Nesta quarta-feira (10), dia do aniversário de 162 anos da Polícia Militar do Paraná, o Coritiba.com.br conta a história de uma amizade entre dois militares que nasceu por conta do Verdão paranaense.  

Daniel Cezar Mainguê, sócio coxa-branca aposentado há 20 anos da Polícia Militar, conheceu o Couto Pereira por meio do também torcedor e coronel da PM, Theodoro Arthur Stelle, que, inclusive, tem 95 anos.  Ele era amigo do seu pai e sempre o levava ao estádio para assistir as partidas do Verdão. “Foi assim que eu aprendi a amar o Coxa. Desde cedo!”, contou Mainguê. Hoje, os dois continuam frequentando a casa do Verdão juntos. Só que o motorista da carona mudou, e agora é o Daniel.

“O Coxa é uma paixão que a gente acompanha nos momentos alegres e de dificuldade também. Estamos sempre presentes no estádio, onde eu conquistei muitos amigos”, disse ele.

Hoje, Mainguê perpetua o amor as cores verde e branca aos seus filhos e netos. “O Otávio [neto do coronel] já reconhece o hino do Coxa e fica bem feliz quando nos ouve cantar”, contou, orgulhoso.

Nesta data festiva para a profissão que escolheram seguir durante boa parte da vida, os dois compareceram ao Couto Pereira para registrar a amizade em foto, no cenário da casa do Verdãoe conversaram com a equipe da TV Coxa. 

Confira o vídeo:


 

Aniversário da Polícia Militar do Paraná

O Coritiba parabeniza a todos os policiais militares do estado pelos 162 anos de corporação. Em especial, os coxas-brancas!

“Esta profissão tem um valor muito grande. Exige muito da gente, que tem que deixar de lado, por muitas vezes, nossa vida pessoal em prol da vida em sociedade. E é um trabalho que nem sempre é reconhecido. O que nos motiva, é sabermos que nunca estamos sozinhos, pois sempre encontramos amigos nesta caminhada”, definiu o ex-comandante da PM Mainguê, que ingressou na PM em 1966.

Coritiba é tradição!
Em comemoração ao aniversário de 162 anos da Polícia Militar do Paraná, coritiba.com.br conta a história de dois coronéis aposentados que são coxas-brancas
Há 10 anos - 10/08/2016 11:52
Coritiba é tradição!

O amor às cores verde e branca é uma tradição que passa de pai pra filho, avô para neto, amigo para amigo e assim por diante. Nesta quarta-feira (10), dia do aniversário de 162 anos da Polícia Militar do Paraná, o Coritiba.com.br conta a história de uma amizade entre dois militares que nasceu por conta do Verdão paranaense.  

Daniel Cezar Mainguê, sócio coxa-branca aposentado há 20 anos da Polícia Militar, conheceu o Couto Pereira por meio do também torcedor e coronel da PM, Theodoro Arthur Stelle, que, inclusive, tem 95 anos.  Ele era amigo do seu pai e sempre o levava ao estádio para assistir as partidas do Verdão. “Foi assim que eu aprendi a amar o Coxa. Desde cedo!”, contou Mainguê. Hoje, os dois continuam frequentando a casa do Verdão juntos. Só que o motorista da carona mudou, e agora é o Daniel.

“O Coxa é uma paixão que a gente acompanha nos momentos alegres e de dificuldade também. Estamos sempre presentes no estádio, onde eu conquistei muitos amigos”, disse ele.

Hoje, Mainguê perpetua o amor as cores verde e branca aos seus filhos e netos. “O Otávio [neto do coronel] já reconhece o hino do Coxa e fica bem feliz quando nos ouve cantar”, contou, orgulhoso.

Nesta data festiva para a profissão que escolheram seguir durante boa parte da vida, os dois compareceram ao Couto Pereira para registrar a amizade em foto, no cenário da casa do Verdãoe conversaram com a equipe da TV Coxa. 

Confira o vídeo:


 

Aniversário da Polícia Militar do Paraná

O Coritiba parabeniza a todos os policiais militares do estado pelos 162 anos de corporação. Em especial, os coxas-brancas!

“Esta profissão tem um valor muito grande. Exige muito da gente, que tem que deixar de lado, por muitas vezes, nossa vida pessoal em prol da vida em sociedade. E é um trabalho que nem sempre é reconhecido. O que nos motiva, é sabermos que nunca estamos sozinhos, pois sempre encontramos amigos nesta caminhada”, definiu o ex-comandante da PM Mainguê, que ingressou na PM em 1966.