Ainda em clima de Olimpíadas, a TV Coxa traz uma conversa descontraída com uma coxa-branca que apitou o atletismo nos jogos do Rio: Cláudia Schneck. Ela é apaixonada por este esporte, assim como é pelo Coritiba, cujo manto sempre a acompanha nas viagens que faz pela profissão.
“Em todas as competições que eu vou eu levo a camisa do Coxa, que e uma grande paixão na minha vida”, declarou a torcedora.
O atletismo ela conheceu aos nove anos de idade, na escola. “Participei de várias competições até o momento de entrar na faculdade”, contou ela durante um bate-papo, no setor Social do Couto Pereira. Cláudia precisou optar entre os estudos e os intensos treinos do esporte. “Eu optei em fazer um curso de arbitragem para não abandonar minha paixão e depois cursei Fisioterapia”, disse.
Atualmente, ela consegue conciliar as duas profissões, trabalhando na Secretaria Municipal de Saúde, no período da manhã, e como árbitra de competições estaduais, nacionais e internacionais, como foi o caso das Olimpíadas, geralmente nos fins de semana.
Este ano foi sua segunda participação nos jogos olímpicos. A primeira foi em Londres, em 2012. “Foi uma experiência fantástica! Nos jogos olímpicos você vê a interação de todas as partes do mundo, religiões. Não é uma briga por uma medalha, é uma conquista”, opinou.
Para quem não sabe, atletismo envolve muito mais do que apenas corrida. Envolve saltos, arremessos e lançamentos e marcha atlética.
O Coritiba é uma paixão mais antiga na vida de Cláudia. “Acho que a paixão pelo Coxa começou antes de eu nascer. Na barriga da minha mãe eu vinha pro Couto Pereira”, disse ela.
Saiba mais desta história a seguir:
Ainda em clima de Olimpíadas, a TV Coxa traz uma conversa descontraída com uma coxa-branca que apitou o atletismo nos jogos do Rio: Cláudia Schneck. Ela é apaixonada por este esporte, assim como é pelo Coritiba, cujo manto sempre a acompanha nas viagens que faz pela profissão.
“Em todas as competições que eu vou eu levo a camisa do Coxa, que e uma grande paixão na minha vida”, declarou a torcedora.
O atletismo ela conheceu aos nove anos de idade, na escola. “Participei de várias competições até o momento de entrar na faculdade”, contou ela durante um bate-papo, no setor Social do Couto Pereira. Cláudia precisou optar entre os estudos e os intensos treinos do esporte. “Eu optei em fazer um curso de arbitragem para não abandonar minha paixão e depois cursei Fisioterapia”, disse.
Atualmente, ela consegue conciliar as duas profissões, trabalhando na Secretaria Municipal de Saúde, no período da manhã, e como árbitra de competições estaduais, nacionais e internacionais, como foi o caso das Olimpíadas, geralmente nos fins de semana.
Este ano foi sua segunda participação nos jogos olímpicos. A primeira foi em Londres, em 2012. “Foi uma experiência fantástica! Nos jogos olímpicos você vê a interação de todas as partes do mundo, religiões. Não é uma briga por uma medalha, é uma conquista”, opinou.
Para quem não sabe, atletismo envolve muito mais do que apenas corrida. Envolve saltos, arremessos e lançamentos e marcha atlética.
O Coritiba é uma paixão mais antiga na vida de Cláudia. “Acho que a paixão pelo Coxa começou antes de eu nascer. Na barriga da minha mãe eu vinha pro Couto Pereira”, disse ela.
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