A mística do Couto Pereira
Equipe coxa-branca afirma que a energia da torcida envolve os atletas no Couto Pereira e o Coritiba cresce em campo
Há 14 anos - 11/07/2012 11:22
A mística do Couto Pereira
Pela segunda vez em dois anos, o Alto da Glória é o palco da decisão da Copa do Brasil. E, mais uma vez, o grande aliado do grupo coxa-branca é o torcedor, que vai protagonizar uma belíssima festa nas arquibancadas do Couto Pereira. A equipe e toda a comissão técnica reconhecem isso e fazem questão de destacar seu reconhecimento.

Para Sergio Manoel é algo que envolve a todos e não tem como explicar. “Dentro do Couto Pereira existe uma mística. É inexplicável. O time se transforma totalmente”, afirmou. “A gente tem dez vitórias na Copa do Brasil e não é à toa. É nisso que o torcedor acredita”, garantiu o atleta Sergio Manoel. O treinador e comandante do grupo é grato e lembra que o Coxa não chegou até aqui sozinho. “Tem muito da participação do torcedor. O que nos faz confiante é o trabalho intenso. Não chegamos à final por acaso”, afirmou Marcelo Oliveira.

 



Willian não tem dúvidas sobre a força passada pela torcida e agradece o apoio incondicional. “Nenhum torcedor chegou a falar alguma coisa que jamais iremos conseguir reverter esse resultado. Sempre recebemos palavras positivas e isso é o que nos faz estar confiantes para o jogo de amanhã”, é o que pensa o prata da casa. E ele aproveitou para enfatizar a surpresa da torcida na chegada da equipe ao aeroporto. “Chegando em Curitiba tivemos uma recepção muito calorosa, que nos deixou muito satisfeitos e ainda mais otimistas para esse jogo”, revelou o atleta Willian.

O Coritiba venceu todos os jogos no Alto da Glória na Copa do Brasil deste ano. E sempre por dois gols e diferença ou mais. Do outro lado está o Palmeiras, até então invicto na competição. Sergio Manoel, quando interrogado sobre o que pode fazer a diferença em uma partida com retrospectos tão equilibrados, foi enfático: “O torcedor, o nosso campo, o nosso espírito de luta. No Couto Pereira foram poucos adversários que conseguiram jogar de igual para igual com a gente”.
A mística do Couto Pereira
Equipe coxa-branca afirma que a energia da torcida envolve os atletas no Couto Pereira e o Coritiba cresce em campo
Há 14 anos - 11/07/2012 11:22
A mística do Couto Pereira
Pela segunda vez em dois anos, o Alto da Glória é o palco da decisão da Copa do Brasil. E, mais uma vez, o grande aliado do grupo coxa-branca é o torcedor, que vai protagonizar uma belíssima festa nas arquibancadas do Couto Pereira. A equipe e toda a comissão técnica reconhecem isso e fazem questão de destacar seu reconhecimento.

Para Sergio Manoel é algo que envolve a todos e não tem como explicar. “Dentro do Couto Pereira existe uma mística. É inexplicável. O time se transforma totalmente”, afirmou. “A gente tem dez vitórias na Copa do Brasil e não é à toa. É nisso que o torcedor acredita”, garantiu o atleta Sergio Manoel. O treinador e comandante do grupo é grato e lembra que o Coxa não chegou até aqui sozinho. “Tem muito da participação do torcedor. O que nos faz confiante é o trabalho intenso. Não chegamos à final por acaso”, afirmou Marcelo Oliveira.

 



Willian não tem dúvidas sobre a força passada pela torcida e agradece o apoio incondicional. “Nenhum torcedor chegou a falar alguma coisa que jamais iremos conseguir reverter esse resultado. Sempre recebemos palavras positivas e isso é o que nos faz estar confiantes para o jogo de amanhã”, é o que pensa o prata da casa. E ele aproveitou para enfatizar a surpresa da torcida na chegada da equipe ao aeroporto. “Chegando em Curitiba tivemos uma recepção muito calorosa, que nos deixou muito satisfeitos e ainda mais otimistas para esse jogo”, revelou o atleta Willian.

O Coritiba venceu todos os jogos no Alto da Glória na Copa do Brasil deste ano. E sempre por dois gols e diferença ou mais. Do outro lado está o Palmeiras, até então invicto na competição. Sergio Manoel, quando interrogado sobre o que pode fazer a diferença em uma partida com retrospectos tão equilibrados, foi enfático: “O torcedor, o nosso campo, o nosso espírito de luta. No Couto Pereira foram poucos adversários que conseguiram jogar de igual para igual com a gente”.