O Coritiba do futuro
Atletas vêm das categorias de base e já têm a oportunidade de integrar o elenco que disputa uma decisão nacional
Há 14 anos - 04/07/2012 12:48
O Coritiba do futuro
A força das categorias de base do Coxa aparece também no elenco profissional que compõe o time coxa-branca na temporada 2012. Vários pratas da casa fazem parte do grupo e refletem a solidez do trabalho da base do clube, além de serem grandes expectativas para o Coritiba agora e também nos próximos anos.

Rafael Silva, Victor Brasil e Thiago Primão não têm nem seis meses de trabalho com a equipe profissional e já estão cara a cara com a decisão de uma competição nacional. São atletas de 18, 19 ou 20 anos que fazem parte de um grupo competitivo e que convive com expectativas e perspectivas grandes e palpáveis no planejamento do clube, como salienta o gerente de futebol do Coritiba, Mario André Mazzuco. “Eles entendem que estão num clube que está chegando à final da Copa do Brasil pela segunda vez seguida, com a capacidade de disputar a Libertadores e eles são crias da casa. Isso cria um sentimento de identificação com o clube muito grande, que é um dos nossos objetivos da base hoje: criar atletas identificados com o clube”, revelou.

Por mais que não tenham certeza se entrarão em campo na final, os atletas se sentem orgulhosos de fazer parte do grupo. O gerente de futebol do Coxa comenta sobre o crescimento dos jogadores. “Eles estarem vivenciando este momento, independente de jogar ou não a final, só acrescenta no processo de formação deles no amadurecimento como atleta profissional. É um resultado do trabalho do clube como um todo, é muito gratificante”, garantiu Mazzuco.

A estreia de Rafael Silva no profissional coxa-branca aconteceu na vitória do Coritiba diante do Rio Branco no começo de abril pelo Campeonato Paranaense. Ele chegou a atuar no jogo de volta contra o São Paulo e participou da festa da classificação à segunda final consecutiva da Copa do Brasil. “O jogo contra o São Paulo foi muito bom para mim. Foi a primeira vez que joguei com o estádio cheio. Foi uma prova e agora estou preparado”, revelou.

Victor Brasil chegou ao Coxa em setembro do ano passado e jogou pela primeira vez no profissional no último domingo (01) contra o Sport. A atuação que o destacou e o levou ao profissional foi na Taça São Paulo deste ano. “Graças a Deus isso foi um começo para que eu pudesse mostrar meu trabalho e todos pudessem ver. Agora estamos trabalhando, estamos evoluindo”, declarou Victor.

Já Thiago Primão foi integrado ao elenco antes das oitavas de final da Copa do Brasil devido ao seu brilhante desempenho durante a Dallas Cup, conquistada pelo Sub-20 do Verdão diante do Manchester United nos Estados Unidos. “Todo o trabalho da base me fez chegar onde eu estou e agora estou trabalhando muito para crescer cada vez mais no Coritiba”, afirmou o prata da casa. “Eu queria muito chegar a essa final. E para nós é muito tranquilo por todas as pessoas. Todos me acolheram super bem e nos apoiam muito”, relatou Primão, confirmando que a ansiedade dos mais novos é neutralizada pela experiência e assistência dos veteranos.
O Coritiba do futuro
Atletas vêm das categorias de base e já têm a oportunidade de integrar o elenco que disputa uma decisão nacional
Há 14 anos - 04/07/2012 12:48
O Coritiba do futuro
A força das categorias de base do Coxa aparece também no elenco profissional que compõe o time coxa-branca na temporada 2012. Vários pratas da casa fazem parte do grupo e refletem a solidez do trabalho da base do clube, além de serem grandes expectativas para o Coritiba agora e também nos próximos anos.

Rafael Silva, Victor Brasil e Thiago Primão não têm nem seis meses de trabalho com a equipe profissional e já estão cara a cara com a decisão de uma competição nacional. São atletas de 18, 19 ou 20 anos que fazem parte de um grupo competitivo e que convive com expectativas e perspectivas grandes e palpáveis no planejamento do clube, como salienta o gerente de futebol do Coritiba, Mario André Mazzuco. “Eles entendem que estão num clube que está chegando à final da Copa do Brasil pela segunda vez seguida, com a capacidade de disputar a Libertadores e eles são crias da casa. Isso cria um sentimento de identificação com o clube muito grande, que é um dos nossos objetivos da base hoje: criar atletas identificados com o clube”, revelou.

Por mais que não tenham certeza se entrarão em campo na final, os atletas se sentem orgulhosos de fazer parte do grupo. O gerente de futebol do Coxa comenta sobre o crescimento dos jogadores. “Eles estarem vivenciando este momento, independente de jogar ou não a final, só acrescenta no processo de formação deles no amadurecimento como atleta profissional. É um resultado do trabalho do clube como um todo, é muito gratificante”, garantiu Mazzuco.

A estreia de Rafael Silva no profissional coxa-branca aconteceu na vitória do Coritiba diante do Rio Branco no começo de abril pelo Campeonato Paranaense. Ele chegou a atuar no jogo de volta contra o São Paulo e participou da festa da classificação à segunda final consecutiva da Copa do Brasil. “O jogo contra o São Paulo foi muito bom para mim. Foi a primeira vez que joguei com o estádio cheio. Foi uma prova e agora estou preparado”, revelou.

Victor Brasil chegou ao Coxa em setembro do ano passado e jogou pela primeira vez no profissional no último domingo (01) contra o Sport. A atuação que o destacou e o levou ao profissional foi na Taça São Paulo deste ano. “Graças a Deus isso foi um começo para que eu pudesse mostrar meu trabalho e todos pudessem ver. Agora estamos trabalhando, estamos evoluindo”, declarou Victor.

Já Thiago Primão foi integrado ao elenco antes das oitavas de final da Copa do Brasil devido ao seu brilhante desempenho durante a Dallas Cup, conquistada pelo Sub-20 do Verdão diante do Manchester United nos Estados Unidos. “Todo o trabalho da base me fez chegar onde eu estou e agora estou trabalhando muito para crescer cada vez mais no Coritiba”, afirmou o prata da casa. “Eu queria muito chegar a essa final. E para nós é muito tranquilo por todas as pessoas. Todos me acolheram super bem e nos apoiam muito”, relatou Primão, confirmando que a ansiedade dos mais novos é neutralizada pela experiência e assistência dos veteranos.