Na manhã desta quarta-feira (28), o elenco coxa-branca foi acompanhado pelo fisiologista Raul Osiecki, no Centro de Treinamento da Graciosa, em um treinamento específico, que avalia exatamente a real condição de cada atleta individualmente, dando suporte para uma melhor aplicação do trabalho de preparação física feito pelo clube.
Raul explica que o trabalho é “um treinamento intervalado, com uma característica aeróbia, utilizando os resultados dos testes individuais de cada atleta para manter a intensidade ótima de trabalho para cada um”.
Para isso, é utilizado o aparelho Suunto. “Temos um acompanhamento de intensidade simultânea de todo o elenco. Cada um usa uma fita individual e por transmissão sem fio, em tempo real, conseguimos no campo determinar a carga ótima de cada atleta”, diz Osiecki. Com isso, é possível determinar “o intervalo e a velocidade de cada um, que vão fazendo as cargas determinadas”, completa.
“Você consegue um ganho, exatamente o quanto o organismo dele precisa. Nenhum atleta vai trabalhar mais ou menos. Em um grupo muito grande, alguns precisam de mais e outros de menos cargas”, aponta.
Por isso o rendimento individual acaba sendo melhor aproveitado. “A resposta é muito individual e você trabalha tanto a prevenção de lesões e consegue colocar qualidade no atleta, pois trabalha a medida exata”, finaliza Raul.
Na manhã desta quarta-feira (28), o elenco coxa-branca foi acompanhado pelo fisiologista Raul Osiecki, no Centro de Treinamento da Graciosa, em um treinamento específico, que avalia exatamente a real condição de cada atleta individualmente, dando suporte para uma melhor aplicação do trabalho de preparação física feito pelo clube.
Raul explica que o trabalho é “um treinamento intervalado, com uma característica aeróbia, utilizando os resultados dos testes individuais de cada atleta para manter a intensidade ótima de trabalho para cada um”.
Para isso, é utilizado o aparelho Suunto. “Temos um acompanhamento de intensidade simultânea de todo o elenco. Cada um usa uma fita individual e por transmissão sem fio, em tempo real, conseguimos no campo determinar a carga ótima de cada atleta”, diz Osiecki. Com isso, é possível determinar “o intervalo e a velocidade de cada um, que vão fazendo as cargas determinadas”, completa.
“Você consegue um ganho, exatamente o quanto o organismo dele precisa. Nenhum atleta vai trabalhar mais ou menos. Em um grupo muito grande, alguns precisam de mais e outros de menos cargas”, aponta.
Por isso o rendimento individual acaba sendo melhor aproveitado. “A resposta é muito individual e você trabalha tanto a prevenção de lesões e consegue colocar qualidade no atleta, pois trabalha a medida exata”, finaliza Raul.