O Coritiba encara nesta sexta-feira o seu primeiro compromisso longe de casa pela série B 2010. Serão 10 partidas longe do Alto da Glória, mas o elenco garante muito empenho, para entrar em campo como se estivesse jogando em Curitiba, fazendo de Joinville a casa alviverde nesta temporada.
"O mando de campo é nosso. A gente tem que fazer valer esse mando de campo e procurar a todo momento buscar o resultado positivo, para apagar a impressão que ficou", avalia o lateral. "Não que contra o Náutico não teve empenho e luta, mas temos que aumentar esse nível de empenho e luta", completa.
E se o mal resultado trouxe insatisfação, ele sabe que sempre haverá pressão vestindo a camisa alviverde. "Se tratando de Coritiba, que é um dos grandes clubes da série B, a pressão sempre vai existir. A gente tem a obrigação de levar o time para a primeira divisão e essa cobrança sempre vai existir entre nós jogadores e principalmente para a torcida".
A dificuldade agora será jogar longe de Curitiba. "A gente tem que buscar a todo momento. Temos que esquecer que vamos jogar em Joinville e não no Couto. Claro que vai influenciar porque aqui no Couto Pereira a torcida comparece e em Joinville é mais dificil, mas não podemos pensar no que está acontecendo fora de campo", finaliza.
O Coritiba encara nesta sexta-feira o seu primeiro compromisso longe de casa pela série B 2010. Serão 10 partidas longe do Alto da Glória, mas o elenco garante muito empenho, para entrar em campo como se estivesse jogando em Curitiba, fazendo de Joinville a casa alviverde nesta temporada.
"O mando de campo é nosso. A gente tem que fazer valer esse mando de campo e procurar a todo momento buscar o resultado positivo, para apagar a impressão que ficou", avalia o lateral. "Não que contra o Náutico não teve empenho e luta, mas temos que aumentar esse nível de empenho e luta", completa.
E se o mal resultado trouxe insatisfação, ele sabe que sempre haverá pressão vestindo a camisa alviverde. "Se tratando de Coritiba, que é um dos grandes clubes da série B, a pressão sempre vai existir. A gente tem a obrigação de levar o time para a primeira divisão e essa cobrança sempre vai existir entre nós jogadores e principalmente para a torcida".
A dificuldade agora será jogar longe de Curitiba. "A gente tem que buscar a todo momento. Temos que esquecer que vamos jogar em Joinville e não no Couto. Claro que vai influenciar porque aqui no Couto Pereira a torcida comparece e em Joinville é mais dificil, mas não podemos pensar no que está acontecendo fora de campo", finaliza.