Na noite de quarta-feira (26), o advogado Itamar Côrtes defendeu o Coritiba e o meia Rafinha em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro. O jogador alviverde havia sido denunciado com base no Art. 254, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, por tentativa de agressão física, na partida contra o América-MG, na segunda rodada do Brasileiro da série B.
Entretanto, após defesa e a apresentação de vídeo produzido pelo departamento Multimídia do clube, o atleta recebeu apenas uma advertência, o que o libera para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B. “Entendemos que o jogador não cometeu nenhuma violação disciplinar e, com base nisso, fizemos a nossa defesa. As imagens que usamos mostraram que não houve a infração e isso nos ajudou com o resultado final”, contou o advogado.
Em caso de condenação, Rafinha poderia pegar de 2 a 6 jogos, o que seria metade da pena de agressão física consumada, de 4 a 12 jogos. “Felizmente conseguimos mostrar que não houve intenção do atleta em agredir o adversário, além disso, ele era réu primário”, completou.
No mesmo julgamento, o advogado Itamar Côrtes defendeu o Coritiba de outras duas denúncias, o não-pagamento de taxa de arbitragem no prazo determinado e o atraso de três minutos ao entrar em campo. Porém, nas duas acusações, Côrtes conseguiu a absolvição do Alviverde.
Na noite de quarta-feira (26), o advogado Itamar Côrtes defendeu o Coritiba e o meia Rafinha em julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro. O jogador alviverde havia sido denunciado com base no Art. 254, do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, por tentativa de agressão física, na partida contra o América-MG, na segunda rodada do Brasileiro da série B.
Entretanto, após defesa e a apresentação de vídeo produzido pelo departamento Multimídia do clube, o atleta recebeu apenas uma advertência, o que o libera para a sequência do Campeonato Brasileiro da Série B. “Entendemos que o jogador não cometeu nenhuma violação disciplinar e, com base nisso, fizemos a nossa defesa. As imagens que usamos mostraram que não houve a infração e isso nos ajudou com o resultado final”, contou o advogado.
Em caso de condenação, Rafinha poderia pegar de 2 a 6 jogos, o que seria metade da pena de agressão física consumada, de 4 a 12 jogos. “Felizmente conseguimos mostrar que não houve intenção do atleta em agredir o adversário, além disso, ele era réu primário”, completou.
No mesmo julgamento, o advogado Itamar Côrtes defendeu o Coritiba de outras duas denúncias, o não-pagamento de taxa de arbitragem no prazo determinado e o atraso de três minutos ao entrar em campo. Porém, nas duas acusações, Côrtes conseguiu a absolvição do Alviverde.