Credenciado como um dos principais técnicos do futebol brasileiro, Ney Franco está focado no projeto do Coritiba de 2010 e no sábado irá a Minas Gerais reencontrar o Ipatinga, clube no qual conquistou título e fez campanhas importantes.
Do adversário do Coxa neste sábado, Ney guarda boas lembranças. "Trabalhei um ano e quatro meses no Ipatinga, com duas chegadas em finais de Campeonato Mineiro, coisa dificil com equipe do interior, e em uma delas fomos campeões. Chegamos na semifinal da Copa do Brasil, eliminando naquela competição o Santos, Náutico, Botafogo, e enfrentamos na semifinal o Flamengo. Ali tive a oportunidade de mostrar um cartão de visita ao futebol brasileiro", avalia.
A conquista do Campeonato Mineiro de 2005, diante do Cruzeiro, em pleno Mineirão, confirmou o profissionalismo de Ney. "Aquilo foi importante para mim. Porque quando chegamos na final existia a especulação que o Cruzeiro ganharia o jogo, porque (o Ipatinga) era um convênio do Cruzeiro e o treinador era funcionário do Cruzeiro", lembra. "Fiquei com um alívio enorme quando ganhamos, porque por mais que a gente jogasse sério, querendo vencer, o natural era o Cruzeiro ganhar dentro do Mineirão e a gente poderia, já no começo de carreira, ficar marcado por ter participado de um esquema que não existia", completa.
E logo em seguida, Ney chegou à semifinal da Copa do Brasil, com o mesmo Ipatinga. "Foi através daquele trabalho que tive oportunidade de receber um convite para trabalhar no Flamengo, um clube que tem a maior torcida do futebol brasileiro, uma responsabilidade enorme, em um momento que o Flamengo tinha uma sequência de troca de treinador de três em três meses e tive a oportunidade de ficar à frente da equipe um ano e dois meses".
Até hoje, permanece o carinho pelo clube mineiro. "Foi ali que tive a primeira oportunidade de colocar uma metodologia de trabalho que tinha na base no profissional e percebi que não havia diferença nenhuma, desde que você trabalhe com atletas de qualidade e com um clube que te dá estrutura para fazer um trabalho, coisa que o Ipatinga nos deu naquela oportunidade".
Mas antes disso, Ney também já mostrava seu potencial comandando outros trabalhos de base. "Logicamente que o Ipatinga me deu essa oportunidade de mostrar a cara no âmbito profissional, porque quem conhecia meu trabalho sabia que era bem consistente nas bases de Cruzeiro e Atlético-MG", finaliza.
Credenciado como um dos principais técnicos do futebol brasileiro, Ney Franco está focado no projeto do Coritiba de 2010 e no sábado irá a Minas Gerais reencontrar o Ipatinga, clube no qual conquistou título e fez campanhas importantes.
Do adversário do Coxa neste sábado, Ney guarda boas lembranças. "Trabalhei um ano e quatro meses no Ipatinga, com duas chegadas em finais de Campeonato Mineiro, coisa dificil com equipe do interior, e em uma delas fomos campeões. Chegamos na semifinal da Copa do Brasil, eliminando naquela competição o Santos, Náutico, Botafogo, e enfrentamos na semifinal o Flamengo. Ali tive a oportunidade de mostrar um cartão de visita ao futebol brasileiro", avalia.
A conquista do Campeonato Mineiro de 2005, diante do Cruzeiro, em pleno Mineirão, confirmou o profissionalismo de Ney. "Aquilo foi importante para mim. Porque quando chegamos na final existia a especulação que o Cruzeiro ganharia o jogo, porque (o Ipatinga) era um convênio do Cruzeiro e o treinador era funcionário do Cruzeiro", lembra. "Fiquei com um alívio enorme quando ganhamos, porque por mais que a gente jogasse sério, querendo vencer, o natural era o Cruzeiro ganhar dentro do Mineirão e a gente poderia, já no começo de carreira, ficar marcado por ter participado de um esquema que não existia", completa.
E logo em seguida, Ney chegou à semifinal da Copa do Brasil, com o mesmo Ipatinga. "Foi através daquele trabalho que tive oportunidade de receber um convite para trabalhar no Flamengo, um clube que tem a maior torcida do futebol brasileiro, uma responsabilidade enorme, em um momento que o Flamengo tinha uma sequência de troca de treinador de três em três meses e tive a oportunidade de ficar à frente da equipe um ano e dois meses".
Até hoje, permanece o carinho pelo clube mineiro. "Foi ali que tive a primeira oportunidade de colocar uma metodologia de trabalho que tinha na base no profissional e percebi que não havia diferença nenhuma, desde que você trabalhe com atletas de qualidade e com um clube que te dá estrutura para fazer um trabalho, coisa que o Ipatinga nos deu naquela oportunidade".
Mas antes disso, Ney também já mostrava seu potencial comandando outros trabalhos de base. "Logicamente que o Ipatinga me deu essa oportunidade de mostrar a cara no âmbito profissional, porque quem conhecia meu trabalho sabia que era bem consistente nas bases de Cruzeiro e Atlético-MG", finaliza.