Não poderia ser melhor retornar ao Coritiba em um momento histórico. Se Tcheco participou da campanha que levou o Coxa à Libertadores de 2004, ele garante que retorna com o objetivo de terminar um trabalho e agora quer ajudar a equipe a subir novamente para a primeira divisão. O retorno acaba sendo muito mais que isso, afinal Tcheco nunca se esqueceu do Coritiba no tempo que ficou longe.
"É um sonho sendo realizado. Foi o Coritiba que abriu as portas para mim no Brasil e no exterior. Me apeguei àquele momento de 2003 e sinto que tenho uma dívida com o Clube para ajudar em algum momento", aponta o jogador, que deixa até em aberto a possibilidade de continuar na próxima temporada. "É algo que pode amadurecer. O que mais a gente veio ajudar é tentar subir para a primeira divisão. As coisas estão no caminho certo e quero apenas somar a isso".
O bom entendimento entre os dois clubes foi fundamental. "Principalmente a negociação de valores com o Coritiba. Foi um entendimento muito bom entre os clubes. Eu tinha uma vontade muito grande de vir para cá. Desde que o Mano saiu eu não vinha sendo muito utilizado", diz. "Estava em um time de primeira divisão, que está brigando por títulos, mas me interessei pelo projeto do Coritiba, não estava sendo muito usado pelo Adilson, e a negociação foi muita rápida", completa.
Se a volta é comemorada por toda a torcida coxa-branca, não é diferente com o filho de Tcheco, que durante o tempo que o pai esteve longe carregou o Coxa no peito. "Quando saí do Coritiba ele tinha dois anos e não tinha noção do que era aquele momento para mim. Eu não esperava sair, fiquei sabendo depois do jogo contra o Atlético-MG. Mas depois que saí, ele foi conhecendo futebol, as rivalidades e sempre pedia para voltar a jogar aqui. Com certeza foi o primeiro a soltar foguetes", brinca.
E ele garante que disposição não faltará. "A vontade não mudou muito. Hoje minha motivação está muito maior para reerguer o Coritiba para a primeira divisão e lógico que tenho uma experiência que espero usar dentro e fora de campo, que é muito importante no futebol. Mas o mais importante quando você atinge certa idade é a motivação e hoje isso está muito grande para colaborar com o Coritiba".
Tcheco sabe quanto foi dificil a caminhada alviverde até aqui. "Jogaram longe de casa, fora do Couto Pereira. Suportaram um desgaste psicológico, fisico. Até mesmo o desgaste da imagem perante o Brasil. Queremos resgatar tudo isso. O tempo que fiquei fora pude perceber que o Coritiba é um time que tem uma simpatia muito grande e voltamos para resgatar essa autoestima com o pessoal do Coritiba".
E tão logo chegou, Tcheco já sabe que o jogo contra a Portuguesa será muito importante. "Vai ser importante em vários sentidos. Certamente o público que comparecer sábado, e estamos pedindo para que venha, ao entrar no estádio vai se emocionar, não ao ver os jogadores. Por ter passado por aquele momento ruim que teve ano passado, que acontece. Agora é outro momento, outra história", diz. "Com certeza o jogo da casa vai ser de suma importância em todos os sentidos. Uma vitória é bem vinda para resgatar nossos sócios, para se possível chegar a liderança e ainda dar credibilidade", emenda.
E ele tem certeza que com casa cheia e muitos sócios o Coritiba tem tudo para decolar nesta reta final de temporada. "Estou tocando muito no assunto torcedor porque é ele quem pode levantar o Coritiba".
Agora, aguarda apenas entrar em campo. "Estou preparado para quando o Ney precisar. Estava trabalhando no Corinthians e estou bem fisicamente. Vaidade não é comigo. Se precisar contar na lateral, no meio ou entrar depois vou ajudar. Não estou aqui para criar problema. O Ney tem o elenco na mão e saberá o momento certo", finaliza.
Não poderia ser melhor retornar ao Coritiba em um momento histórico. Se Tcheco participou da campanha que levou o Coxa à Libertadores de 2004, ele garante que retorna com o objetivo de terminar um trabalho e agora quer ajudar a equipe a subir novamente para a primeira divisão. O retorno acaba sendo muito mais que isso, afinal Tcheco nunca se esqueceu do Coritiba no tempo que ficou longe.
"É um sonho sendo realizado. Foi o Coritiba que abriu as portas para mim no Brasil e no exterior. Me apeguei àquele momento de 2003 e sinto que tenho uma dívida com o Clube para ajudar em algum momento", aponta o jogador, que deixa até em aberto a possibilidade de continuar na próxima temporada. "É algo que pode amadurecer. O que mais a gente veio ajudar é tentar subir para a primeira divisão. As coisas estão no caminho certo e quero apenas somar a isso".
O bom entendimento entre os dois clubes foi fundamental. "Principalmente a negociação de valores com o Coritiba. Foi um entendimento muito bom entre os clubes. Eu tinha uma vontade muito grande de vir para cá. Desde que o Mano saiu eu não vinha sendo muito utilizado", diz. "Estava em um time de primeira divisão, que está brigando por títulos, mas me interessei pelo projeto do Coritiba, não estava sendo muito usado pelo Adilson, e a negociação foi muita rápida", completa.
Se a volta é comemorada por toda a torcida coxa-branca, não é diferente com o filho de Tcheco, que durante o tempo que o pai esteve longe carregou o Coxa no peito. "Quando saí do Coritiba ele tinha dois anos e não tinha noção do que era aquele momento para mim. Eu não esperava sair, fiquei sabendo depois do jogo contra o Atlético-MG. Mas depois que saí, ele foi conhecendo futebol, as rivalidades e sempre pedia para voltar a jogar aqui. Com certeza foi o primeiro a soltar foguetes", brinca.
E ele garante que disposição não faltará. "A vontade não mudou muito. Hoje minha motivação está muito maior para reerguer o Coritiba para a primeira divisão e lógico que tenho uma experiência que espero usar dentro e fora de campo, que é muito importante no futebol. Mas o mais importante quando você atinge certa idade é a motivação e hoje isso está muito grande para colaborar com o Coritiba".
Tcheco sabe quanto foi dificil a caminhada alviverde até aqui. "Jogaram longe de casa, fora do Couto Pereira. Suportaram um desgaste psicológico, fisico. Até mesmo o desgaste da imagem perante o Brasil. Queremos resgatar tudo isso. O tempo que fiquei fora pude perceber que o Coritiba é um time que tem uma simpatia muito grande e voltamos para resgatar essa autoestima com o pessoal do Coritiba".
E tão logo chegou, Tcheco já sabe que o jogo contra a Portuguesa será muito importante. "Vai ser importante em vários sentidos. Certamente o público que comparecer sábado, e estamos pedindo para que venha, ao entrar no estádio vai se emocionar, não ao ver os jogadores. Por ter passado por aquele momento ruim que teve ano passado, que acontece. Agora é outro momento, outra história", diz. "Com certeza o jogo da casa vai ser de suma importância em todos os sentidos. Uma vitória é bem vinda para resgatar nossos sócios, para se possível chegar a liderança e ainda dar credibilidade", emenda.
E ele tem certeza que com casa cheia e muitos sócios o Coritiba tem tudo para decolar nesta reta final de temporada. "Estou tocando muito no assunto torcedor porque é ele quem pode levantar o Coritiba".
Agora, aguarda apenas entrar em campo. "Estou preparado para quando o Ney precisar. Estava trabalhando no Corinthians e estou bem fisicamente. Vaidade não é comigo. Se precisar contar na lateral, no meio ou entrar depois vou ajudar. Não estou aqui para criar problema. O Ney tem o elenco na mão e saberá o momento certo", finaliza.