Os jogadores do Coritiba Foot Ball Club entram em campo no jogo de hoje (25), diante do ASA, usando uma camisa com o selo do Programa Gols pela Vida, do Complexo Pequeno Príncipe. A camisa oficial do Coxa ganhou o selo para oficializar a parceria entre o Alviverde e o Pequeno Príncipe. A logomarca do Gols pela Vida fica na parte superior do uniforme – próximo ao coração.
Antes da partida, um time de pessoas ligadas ao Pequeno Príncipe (colaboradores, ex-pacientes e crianças que ainda estão em tratamento) entrará no Estádio do Couto Pereira. A ação tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para os projetos sociais desenvolvidos pelo Pequeno Príncipe, que necessitam de apoio para terem continuidade.
A parceria entre a instituição de saúde e o time de futebol foi oficializada no último dia 16, com o lançamento do Torneio Gols pela Vida. O objetivo do Torneio é captar recursos para viabilizar as atividades de assistência e pesquisa do Complexo Pequeno Príncipe. O projeto é inspirado no Torneio Gol de Letra, desenvolvido pelos jogadores Raí e Leonardo, e vai reunir, em um campeonato de futebol, atletas de renome e empresas do Paraná comprometidos com a causa da saúde infantil.
Para participar do Torneio, as empresas contribuem com uma inscrição no valor de R$ 10 mil. Após a inscrição, as companhias montam um time com seus funcionários e entram em campo para uma solidária disputa.
Formato do Torneio
A competição terá duas fases, sendo: uma de grupos e outra eliminatória. A fase classificatória ocorre no dia 27 de novembro, no Sports Ville, que também é parceiro do projeto. Os jogos finais serão no dia 28 de novembro, no Estádio do Couto Pereira. Neste dia, as equipes que demonstraram espírito esportivo (menor número de faltas cometidas e cartões recebidos) na fase classificatória disputam o Troféu Fair Play. Após o jogo, entram em campo as finalistas para definir a campeã do Torneio Gols pela Vida.
A grande atração, no dia 28 de novembro, é o Jogo das Estrelas – do qual participarão grandes ídolos do futebol brasileiro. Nesta partida, além de craques do futebol, estarão presentes atletas da empresa campeã do Torneio e jogadores da Seleção do Torneio (a ser formada pelo melhor atleta de cada uma das equipes da competição).
Atletas apoiam iniciativa
O Torneio será organizado pela empresa Worldwide Football e tem como embaixadores os jogadores Ricardinho (Atlético Mineiro), Paulo Rink (ex-jogador do Atlético e apresentador de TV) e Alex (Fenerbahçe, da Turquia), ídolos do futebol no Paraná. A iniciativa de aliar o futebol a causas sociais ainda é recente no Brasil, ao contrário de outros países. No Pequeno Príncipe, a união do futebol à causa da saúde infantil começou quando Pelé se tornou padrinho do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.
Complexo Pequeno Príncipe
O Complexo Pequeno Príncipe é formado pelo Hospital Pequeno Príncipe, Faculdades Pequeno Príncipe e Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe. O Complexo é uma instituição sem fins lucrativos mantido pela Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, uma organização não-governamental.
Com 390 leitos, o hospital realiza aproximadamente 290 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações e 16 mil cirurgias ao ano. Cerca de 70% de sua capacidade de atendimento é destinada aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que recebem um tratamento integral e humanizado. Fundado em 1919, é o maior hospital de média e alta complexidade exclusivamente pediátrico do País.
O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe foi criado em 2005, tendo Pelé como padrinho. A unidade desenvolve pesquisas para descobrir métodos de diagnóstico e cura para doenças complexas da infância, como câncer.
Saiba mais sobre a parceria entre o Coritiba e o Pequeno Príncipe e o projeto Gols pela vida.
Os jogadores do Coritiba Foot Ball Club entram em campo no jogo de hoje (25), diante do ASA, usando uma camisa com o selo do Programa Gols pela Vida, do Complexo Pequeno Príncipe. A camisa oficial do Coxa ganhou o selo para oficializar a parceria entre o Alviverde e o Pequeno Príncipe. A logomarca do Gols pela Vida fica na parte superior do uniforme – próximo ao coração.
Antes da partida, um time de pessoas ligadas ao Pequeno Príncipe (colaboradores, ex-pacientes e crianças que ainda estão em tratamento) entrará no Estádio do Couto Pereira. A ação tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para os projetos sociais desenvolvidos pelo Pequeno Príncipe, que necessitam de apoio para terem continuidade.
A parceria entre a instituição de saúde e o time de futebol foi oficializada no último dia 16, com o lançamento do Torneio Gols pela Vida. O objetivo do Torneio é captar recursos para viabilizar as atividades de assistência e pesquisa do Complexo Pequeno Príncipe. O projeto é inspirado no Torneio Gol de Letra, desenvolvido pelos jogadores Raí e Leonardo, e vai reunir, em um campeonato de futebol, atletas de renome e empresas do Paraná comprometidos com a causa da saúde infantil.
Para participar do Torneio, as empresas contribuem com uma inscrição no valor de R$ 10 mil. Após a inscrição, as companhias montam um time com seus funcionários e entram em campo para uma solidária disputa.
Formato do Torneio
A competição terá duas fases, sendo: uma de grupos e outra eliminatória. A fase classificatória ocorre no dia 27 de novembro, no Sports Ville, que também é parceiro do projeto. Os jogos finais serão no dia 28 de novembro, no Estádio do Couto Pereira. Neste dia, as equipes que demonstraram espírito esportivo (menor número de faltas cometidas e cartões recebidos) na fase classificatória disputam o Troféu Fair Play. Após o jogo, entram em campo as finalistas para definir a campeã do Torneio Gols pela Vida.
A grande atração, no dia 28 de novembro, é o Jogo das Estrelas – do qual participarão grandes ídolos do futebol brasileiro. Nesta partida, além de craques do futebol, estarão presentes atletas da empresa campeã do Torneio e jogadores da Seleção do Torneio (a ser formada pelo melhor atleta de cada uma das equipes da competição).
Atletas apoiam iniciativa
O Torneio será organizado pela empresa Worldwide Football e tem como embaixadores os jogadores Ricardinho (Atlético Mineiro), Paulo Rink (ex-jogador do Atlético e apresentador de TV) e Alex (Fenerbahçe, da Turquia), ídolos do futebol no Paraná. A iniciativa de aliar o futebol a causas sociais ainda é recente no Brasil, ao contrário de outros países. No Pequeno Príncipe, a união do futebol à causa da saúde infantil começou quando Pelé se tornou padrinho do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe.
Complexo Pequeno Príncipe
O Complexo Pequeno Príncipe é formado pelo Hospital Pequeno Príncipe, Faculdades Pequeno Príncipe e Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe. O Complexo é uma instituição sem fins lucrativos mantido pela Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro, uma organização não-governamental.
Com 390 leitos, o hospital realiza aproximadamente 290 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações e 16 mil cirurgias ao ano. Cerca de 70% de sua capacidade de atendimento é destinada aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que recebem um tratamento integral e humanizado. Fundado em 1919, é o maior hospital de média e alta complexidade exclusivamente pediátrico do País.
O Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe foi criado em 2005, tendo Pelé como padrinho. A unidade desenvolve pesquisas para descobrir métodos de diagnóstico e cura para doenças complexas da infância, como câncer.
Saiba mais sobre a parceria entre o Coritiba e o Pequeno Príncipe e o projeto Gols pela vida.