O Coxa encara na próxima rodada dois jogos longe de casa, diante de São Caetano e Bahia, partidas distintas, mas que merecem todo cuidado do Alviverde nesta reta final do Brasileiro.
"Dois jogos difíceis, em que enfrentaremos dois adversários em situações diferentes. O São Caetano na zona intermediária e o Bahia um candidato que está lutando pelo acesso. Logicamente precisamos desmembrar e focar nesse jogo contra o São Caetano", aponta o técnico Ney Franco.
O adversário iniciou uma série de resultados ruins do Verdão no primeiro turno e isso deve ficar como aprendizado. "Na época era a finalização de um primeiro turno, jogando lá em Joinville. Foi naquela época que começou a bater um desgaste, tanto físico como emocional, tanto que a equipe caiu nos sete últimos jogos do primeiro turno", aponta Ney. "Já tivemos algumas lições dentro do Campeonato Brasileiro, mesmo que tenhamos fechado o primeiro turno do G4, mas esperamos finalizar esse campeonato como foi esse segundo turno", completa.
Os números atuais destacam outro cenário. "Temos os melhores números da competição em termos de gols e esperamos não cair no primeiro turno, por isso estamos trabalhando muito nesse sentido".
O único desfalque para a partida deste sábado é Pereira. "Em alguns momentos da competição sempre faltam um ou dois, já teve jogos que não tivemos cinco atletas. Me preocuparia se não tivéssemos atletas para substituir, mas hoje existe até uma luta por posição na defesa. Estamos muito bem servidos, além do Pereira temos o Lucas e o Demerson que há duas semanas vem treinando".
Assim Ney Franco vai vendo o Coxa cada vez mais perto de retornar para a primeira divisão. "A gente está trabalhando o tempo todo com 65 pontos, mas existem algumas correntes, principalmente em cima da última rodada que existe uma possibilidade de subir com 64".
A meta também está traçada para a conquista do título. "Eu acho que 72 . A equipe que chegar a esse número é campeã. Dependendo dessa rodada pode até ser com 70, porque a margem de pontos das equipes da frente diminuiu, mas prefiro trabalhar com 72", projeta.
O Coxa encara na próxima rodada dois jogos longe de casa, diante de São Caetano e Bahia, partidas distintas, mas que merecem todo cuidado do Alviverde nesta reta final do Brasileiro.
"Dois jogos difíceis, em que enfrentaremos dois adversários em situações diferentes. O São Caetano na zona intermediária e o Bahia um candidato que está lutando pelo acesso. Logicamente precisamos desmembrar e focar nesse jogo contra o São Caetano", aponta o técnico Ney Franco.
O adversário iniciou uma série de resultados ruins do Verdão no primeiro turno e isso deve ficar como aprendizado. "Na época era a finalização de um primeiro turno, jogando lá em Joinville. Foi naquela época que começou a bater um desgaste, tanto físico como emocional, tanto que a equipe caiu nos sete últimos jogos do primeiro turno", aponta Ney. "Já tivemos algumas lições dentro do Campeonato Brasileiro, mesmo que tenhamos fechado o primeiro turno do G4, mas esperamos finalizar esse campeonato como foi esse segundo turno", completa.
Os números atuais destacam outro cenário. "Temos os melhores números da competição em termos de gols e esperamos não cair no primeiro turno, por isso estamos trabalhando muito nesse sentido".
O único desfalque para a partida deste sábado é Pereira. "Em alguns momentos da competição sempre faltam um ou dois, já teve jogos que não tivemos cinco atletas. Me preocuparia se não tivéssemos atletas para substituir, mas hoje existe até uma luta por posição na defesa. Estamos muito bem servidos, além do Pereira temos o Lucas e o Demerson que há duas semanas vem treinando".
Assim Ney Franco vai vendo o Coxa cada vez mais perto de retornar para a primeira divisão. "A gente está trabalhando o tempo todo com 65 pontos, mas existem algumas correntes, principalmente em cima da última rodada que existe uma possibilidade de subir com 64".
A meta também está traçada para a conquista do título. "Eu acho que 72 . A equipe que chegar a esse número é campeã. Dependendo dessa rodada pode até ser com 70, porque a margem de pontos das equipes da frente diminuiu, mas prefiro trabalhar com 72", projeta.