Em um ano desgastante, o setor de logísitca de viagens do Coritiba foi um dos mais importantes e o trabalho bem feito foi elogiado pelo técnico Ney Franco, que, ainda faltando uma rodada para o fim da competição, sente a sensação de alívio e dever cumprido. Tanto o acesso quanto o título foram confirmados longe de casa.
Não foi fácil, afinal, além das viagens desgastantes por todo o Brasil, o Coxa ainda precisou jogar dez partidas em Joinville neste Brasileiro, além de jogos em Paranaguá no início do Paranaense. Trabalho redobrado para quem precisa cuidar de toda a logística de concentração, deslocamentos, viagens, repouso. Foram, ao todo, 62.457,2 quilômetros percorridos pelo Brasil durante toda a temporada.
Sem dúvida, o Campeonato Brasileiro foi o mais desgastante. Entre idas e vindas, foram 55.011,8 quilômetros para chegar ao bicampeonato Brasileiro. No Paranaense, o título do primeiro turno garantiu o supermando e o direito de jogar sete partidas decisivas no Couto Pereira, ainda assim, foram 2.813 quilômetros percorridos e na Copa do Brasil, 4.632 quilômetros com direito a jogo diante do Luverdense, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso.
Para isso o técnico Ney Franco contou com o trabalho de um bom profissional ao longo do ano. "Tenho que destacar também o trabalho do Paulinho Alves, do nosso Departamento de Futebol, que cuida da logística de viagens do clube", ressaltou.
E foi assim que ele ganhou mais tranquilidade também para focar no desgastante trabalho do dia-dia. "Em um determinado momento da competição eu nem me preocupava mais com a programação e o Paulinho já tinha tudo definido", diz. "Isso contribui para a gente que precisa enfrentar esse desgaste do dia-dia e nos permite estar mais próximo do trabalho técnico", completa o treinador.
Nesse processo, Joinville foi a casa do Coxa por dez jogos. "Principalmente durante o período que jogamos em Joinville, que foi muito cansativo, pois emendava com as partidas fora de Curitiba e logo em seguida precisavámos nos deslocar aqui perto. Foi muito díficil e esse trabalho de logística redobrado", avalia Ney Franco.
As conquistas, então, vieram novamente longe de Curitiba, mais uma vez no Rio de Janeiro e no Nordeste. Foi diante do Duque de Caxias que o Coxa confirmou a vaga na primeira divisão, quando venceu o time carioca por 3x2, em São Januário. O título veio ainda mais longe, em Juazeiro do Norte, sertão cearense, com empate em 2x2 diante do Icasa. "Em um ano de tanto desgaste com viagem, o destino quis que as conquistas viessem de tão longe", aponta o treinador.
Em um ano desgastante, o setor de logísitca de viagens do Coritiba foi um dos mais importantes e o trabalho bem feito foi elogiado pelo técnico Ney Franco, que, ainda faltando uma rodada para o fim da competição, sente a sensação de alívio e dever cumprido. Tanto o acesso quanto o título foram confirmados longe de casa.
Não foi fácil, afinal, além das viagens desgastantes por todo o Brasil, o Coxa ainda precisou jogar dez partidas em Joinville neste Brasileiro, além de jogos em Paranaguá no início do Paranaense. Trabalho redobrado para quem precisa cuidar de toda a logística de concentração, deslocamentos, viagens, repouso. Foram, ao todo, 62.457,2 quilômetros percorridos pelo Brasil durante toda a temporada.
Sem dúvida, o Campeonato Brasileiro foi o mais desgastante. Entre idas e vindas, foram 55.011,8 quilômetros para chegar ao bicampeonato Brasileiro. No Paranaense, o título do primeiro turno garantiu o supermando e o direito de jogar sete partidas decisivas no Couto Pereira, ainda assim, foram 2.813 quilômetros percorridos e na Copa do Brasil, 4.632 quilômetros com direito a jogo diante do Luverdense, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso.
Para isso o técnico Ney Franco contou com o trabalho de um bom profissional ao longo do ano. "Tenho que destacar também o trabalho do Paulinho Alves, do nosso Departamento de Futebol, que cuida da logística de viagens do clube", ressaltou.
E foi assim que ele ganhou mais tranquilidade também para focar no desgastante trabalho do dia-dia. "Em um determinado momento da competição eu nem me preocupava mais com a programação e o Paulinho já tinha tudo definido", diz. "Isso contribui para a gente que precisa enfrentar esse desgaste do dia-dia e nos permite estar mais próximo do trabalho técnico", completa o treinador.
Nesse processo, Joinville foi a casa do Coxa por dez jogos. "Principalmente durante o período que jogamos em Joinville, que foi muito cansativo, pois emendava com as partidas fora de Curitiba e logo em seguida precisavámos nos deslocar aqui perto. Foi muito díficil e esse trabalho de logística redobrado", avalia Ney Franco.
As conquistas, então, vieram novamente longe de Curitiba, mais uma vez no Rio de Janeiro e no Nordeste. Foi diante do Duque de Caxias que o Coxa confirmou a vaga na primeira divisão, quando venceu o time carioca por 3x2, em São Januário. O título veio ainda mais longe, em Juazeiro do Norte, sertão cearense, com empate em 2x2 diante do Icasa. "Em um ano de tanto desgaste com viagem, o destino quis que as conquistas viessem de tão longe", aponta o treinador.