A preparação física do Coritiba irá utilizar um novo método de qualificação das atividades realizadas pelos atletas nesta pré-temporada. O método Trimp (training impulse) irá buscar o equilíbrio entre a percepção dos atletas para cada dia de treinamento e as respostas fisiológicas obtidas em exames e equipamentos, tentando assim um ideal quanto à prática, aceitação e evolução das cargas de exercícios.
“Aplicar a metodologia Trimp é ter quantificação subjetiva do esforço. Nela os atletas passam uma resposta de qual a intensidade do treino, como se sentiu com os treinamentos propostos”, revela Glydiston Ananias, que já utilizou este método a Seleção Brasileira de Futebol Feminino, em 2004.
“Muitas vezes nos testes bioquímicos temos respostas um pouco diferente daquilo que os atletas realmente sentiram nos treinos”, analisa Ananias. “Neste método, além das respostas dos equipamentos que serão utilizados com dados bioquímicos, você tem a resposta dos atletas dando sua percepção de esforço".
O método é simples. A cada final de atividade o atleta deve dar o seu parecer sobre o treinamento realizado no dia, se foi uma atividade forte, leve ou fraca. Esta avaliação subjetiva será analisada e individualmente contrabalanceada com estatísticas técnicas. O estudo delas será o "fiel" para a equipe técnica compreender o comportamento e planejar o treinamento dos atletas para os próximos dias.
A preparação física do Coritiba irá utilizar um novo método de qualificação das atividades realizadas pelos atletas nesta pré-temporada. O método Trimp (training impulse) irá buscar o equilíbrio entre a percepção dos atletas para cada dia de treinamento e as respostas fisiológicas obtidas em exames e equipamentos, tentando assim um ideal quanto à prática, aceitação e evolução das cargas de exercícios.
“Aplicar a metodologia Trimp é ter quantificação subjetiva do esforço. Nela os atletas passam uma resposta de qual a intensidade do treino, como se sentiu com os treinamentos propostos”, revela Glydiston Ananias, que já utilizou este método a Seleção Brasileira de Futebol Feminino, em 2004.
“Muitas vezes nos testes bioquímicos temos respostas um pouco diferente daquilo que os atletas realmente sentiram nos treinos”, analisa Ananias. “Neste método, além das respostas dos equipamentos que serão utilizados com dados bioquímicos, você tem a resposta dos atletas dando sua percepção de esforço".
O método é simples. A cada final de atividade o atleta deve dar o seu parecer sobre o treinamento realizado no dia, se foi uma atividade forte, leve ou fraca. Esta avaliação subjetiva será analisada e individualmente contrabalanceada com estatísticas técnicas. O estudo delas será o "fiel" para a equipe técnica compreender o comportamento e planejar o treinamento dos atletas para os próximos dias.