Jovem goleiro conta sobre o sonho de poder vestir a camisa um e valoriza projeto que têm dentro do Coritiba
Há 14 anos - 02/06/2012 19:57
Dizem que um grande time precisa começar por um grande goleiro. E o torcedor coxa-branca já conhece bem o camisa um, Vanderlei, um dos atletas há mais tempo no clube, identificado com a cidade e com o projeto alviverde. Quem também vai conquistando espaço dentro do grupo é o jovem Rafael Martins, uma das revelações da base do Coritiba.
Rafael chegou ao clube em 2007. "Comecei no Bandeirantes, fiquei quatro meses lá e depois vim para o Coritiba", recorda. Na base alviverde já colecionava bons números. Foi eleito o melhor goleiro na Copa Saprissa (2009) e também na Taça BH (2010). "São dois momentos importantes. O que eu mais destaco é a Taça BH que a gente trouxe um título inédito para o clube. E eu pude defender três pênaltis na final em um jogo diante do maior rival", lembra.
Na categoria principal foi relacionado pela primeira vez em uma partida diante do Cianorte, pelo primeiro turno do Paranaense de 2011. Foi justamente diante do São Paulo, no Morumbi, adversário da semifinal da Copa do Brasil, que ele foi relacionado pela primeira vez no Brasileirão. Isso porque Rafael sempre conviveu com dois grandes goleiros ao seu lado. "Era algo que me motivava sabendo que eram dois grandes goleiros, trabalhei firme e forte. Acho que hoje o Coritiba tem um projeto diferente, uma escola de goleiros que vem para dar uma chance aos garotos da base e isso tem tudo para melhorar cada vez mais o trabalho de goleiros do Coritiba", aponta.
E para chegar até aqui, Rafael contou com o trabalho de bons profissionais. "O (Marcelo) Giacomelli é um grande treinador (hoje no futebol coreano), que me promoveu ao profissional e sempre me ajudou muito também", diz.
"O (Rogério) Maia veio para somar com a gente, o Vanderlei (Belarmino) também chegou para ajudar. São duas grandes pessoas", elogia os atuais treinadores de goleiro alviverde.
Rafael assume também a vaga de um ídolo do clube. Com a saída de Edson Bastos, o goleiro agora é quem acompanha Vanderlei como suplente nas viagens. "Foi um cara que sempre me ajudou muito, teve sempre do meu lado, apoiou minha subida. É engraçado que eu tenho o apelido de "Bastinho" por causa do nome dele", revela.
O que Rafael não quer é perder a chance e garante que vai agarrar essa oportunidade. "Para mim era um sonho estar ali e hoje virou realidade e eu ainda tenho muito a aprender com o Vanderlei", finaliza.
"Tenho muito a aprender"
Jovem goleiro conta sobre o sonho de poder vestir a camisa um e valoriza projeto que têm dentro do Coritiba
Há 14 anos - 02/06/2012 19:57
Dizem que um grande time precisa começar por um grande goleiro. E o torcedor coxa-branca já conhece bem o camisa um, Vanderlei, um dos atletas há mais tempo no clube, identificado com a cidade e com o projeto alviverde. Quem também vai conquistando espaço dentro do grupo é o jovem Rafael Martins, uma das revelações da base do Coritiba.
Rafael chegou ao clube em 2007. "Comecei no Bandeirantes, fiquei quatro meses lá e depois vim para o Coritiba", recorda. Na base alviverde já colecionava bons números. Foi eleito o melhor goleiro na Copa Saprissa (2009) e também na Taça BH (2010). "São dois momentos importantes. O que eu mais destaco é a Taça BH que a gente trouxe um título inédito para o clube. E eu pude defender três pênaltis na final em um jogo diante do maior rival", lembra.
Na categoria principal foi relacionado pela primeira vez em uma partida diante do Cianorte, pelo primeiro turno do Paranaense de 2011. Foi justamente diante do São Paulo, no Morumbi, adversário da semifinal da Copa do Brasil, que ele foi relacionado pela primeira vez no Brasileirão. Isso porque Rafael sempre conviveu com dois grandes goleiros ao seu lado. "Era algo que me motivava sabendo que eram dois grandes goleiros, trabalhei firme e forte. Acho que hoje o Coritiba tem um projeto diferente, uma escola de goleiros que vem para dar uma chance aos garotos da base e isso tem tudo para melhorar cada vez mais o trabalho de goleiros do Coritiba", aponta.
E para chegar até aqui, Rafael contou com o trabalho de bons profissionais. "O (Marcelo) Giacomelli é um grande treinador (hoje no futebol coreano), que me promoveu ao profissional e sempre me ajudou muito também", diz.
"O (Rogério) Maia veio para somar com a gente, o Vanderlei (Belarmino) também chegou para ajudar. São duas grandes pessoas", elogia os atuais treinadores de goleiro alviverde.
Rafael assume também a vaga de um ídolo do clube. Com a saída de Edson Bastos, o goleiro agora é quem acompanha Vanderlei como suplente nas viagens. "Foi um cara que sempre me ajudou muito, teve sempre do meu lado, apoiou minha subida. É engraçado que eu tenho o apelido de "Bastinho" por causa do nome dele", revela.
O que Rafael não quer é perder a chance e garante que vai agarrar essa oportunidade. "Para mim era um sonho estar ali e hoje virou realidade e eu ainda tenho muito a aprender com o Vanderlei", finaliza.