O caminho para o sucesso
Ciente da competitividade do mundo do futebol, Coritiba investe na educação dos atletas da base como garantia de um futuro para os meninos
Há 9 anos - 19/04/2017 15:51
O caminho para o sucesso

Além da rotina diária de treinamentos, estudar também é atividade obrigatória para os atletas das categorias de base do Coritiba. A exigência do clube é de que pelo menos o ensino médio seja completado. Por isso, investe no acompanhamento pedagógico dos jogadores como garantia de que, caso o caminho da bola não dê certo, eles tenham um bom futuro pela frente.

Rosemara Fernandes de Medeiros, por exemplo, é uma das profissionais que auxiliam os meninos nesta jornada da educação. Mais do que uma pedagoga, para os atletas, ela é considerada como mãe. A chamada “sala da tia Rose” está sempre aberta para receber os piás do Couto, para a realização das tarefas da escola. “Ela é uma mãe para a gente, não tem nem o que falar dela. É a pessoa que eu mais gosto do clube”, elogiou o meio campista Júlio Rush que, inclusive, está cursando Administração na faculdade.

Além de ser considerado como um “plano B” dos meninos, o estudo é exigência nas competições de futebol. “Muitas competições exigem as declarações de matrícula e frequência escolar. Isso é obrigatoriedade em algumas categorias, mas, independentemente disso o clube tem esta filosofia de formação acadêmica de todos os atletas”, explica Rose, que também é responsável pelo relacionamento do clube com as escolas dos jogadores.

Saiba mais a seguir:

O caminho para o sucesso
Ciente da competitividade do mundo do futebol, Coritiba investe na educação dos atletas da base como garantia de um futuro para os meninos
Há 9 anos - 19/04/2017 15:51
O caminho para o sucesso

Além da rotina diária de treinamentos, estudar também é atividade obrigatória para os atletas das categorias de base do Coritiba. A exigência do clube é de que pelo menos o ensino médio seja completado. Por isso, investe no acompanhamento pedagógico dos jogadores como garantia de que, caso o caminho da bola não dê certo, eles tenham um bom futuro pela frente.

Rosemara Fernandes de Medeiros, por exemplo, é uma das profissionais que auxiliam os meninos nesta jornada da educação. Mais do que uma pedagoga, para os atletas, ela é considerada como mãe. A chamada “sala da tia Rose” está sempre aberta para receber os piás do Couto, para a realização das tarefas da escola. “Ela é uma mãe para a gente, não tem nem o que falar dela. É a pessoa que eu mais gosto do clube”, elogiou o meio campista Júlio Rush que, inclusive, está cursando Administração na faculdade.

Além de ser considerado como um “plano B” dos meninos, o estudo é exigência nas competições de futebol. “Muitas competições exigem as declarações de matrícula e frequência escolar. Isso é obrigatoriedade em algumas categorias, mas, independentemente disso o clube tem esta filosofia de formação acadêmica de todos os atletas”, explica Rose, que também é responsável pelo relacionamento do clube com as escolas dos jogadores.

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