Torcedores da região norte do estado valorizam o clube
Torcida coxa-branca de Maringá sofre com o preconceito e acredita que a iniciativa do Coritiba de incentivar o futebol local pode mudar essa realidade
Há 14 anos - 17/04/2012 16:41
Bruno Cesar Xavier e Thomaz Junior são amigos, torcedores do Verdão, moradores de Maringá e há pouco tempo também se tornaram sócios do Coritiba. Eles falam da dificuldade de ser coxa-branca na região norte do estado, comentam sobre o amor pelo clube e dão sua visão a respeito da campanha “Amo minha terra, Torço pelo meu Estado”.
Há algum tempo, os torcedores alviverdes de Maringá se uniram e montaram um grupo que está sempre junto nos bares cantando, torcendo e apoiando o time. A torcida maringaense tem direito até a bandeiras e faixas que exaltam o amor pelo Coxa e pelo Paraná.
Iniciativa esta que pretende mudar a realidade que infelizmente vivem os torcedores do Coxa da região. “Aqui no norte do Paraná é muito complicado ser coxa-branca. Vira e mexe somos hostilizados pelos torcedores do eixo Rio-São Paulo e eu já tive varia complicações em fazer acordo com bares para assistirmos aos nossos jogos”, lamenta Thomaz, que completa: “O comodismo ao qual pertencem esses torcedores faz com que não saibam o que é amar um time de verdade”.
E os torcedores acreditam que a ação do clube, em exaltar o amor pelo estado, possa ajudar nessa batalha, como comenta Thomaz: “Ações desse tipo podem diminuir o abismo que existe entre os clubes da capital com as outras cidades do Paraná”.
Em 2007, Bruno pisou pela primeira vez nas arquibancadas do Couto Pereira. “Fiquei deslumbrado com a devoção dos torcedores, a festa na arquibancada, receptividade deles, que me acolhiam bem ao saber que eu era do interior e estava ali pela primeira vez”, comemora o sócio. E Thomaz complementa a fala do amigo explicando o sentimento de ser coxa-branca: "Torcedores do Coxa são torcedores de verdade. Enfrentamos horas de viagem só para sentir o Couto tremer e vibrar no Alto da Glória, como se o Paraná inteiro tivesse que escutar”, vibra o torcedor.
Torcedores da região norte do estado valorizam o clube
Torcida coxa-branca de Maringá sofre com o preconceito e acredita que a iniciativa do Coritiba de incentivar o futebol local pode mudar essa realidade
Há 14 anos - 17/04/2012 16:41
Bruno Cesar Xavier e Thomaz Junior são amigos, torcedores do Verdão, moradores de Maringá e há pouco tempo também se tornaram sócios do Coritiba. Eles falam da dificuldade de ser coxa-branca na região norte do estado, comentam sobre o amor pelo clube e dão sua visão a respeito da campanha “Amo minha terra, Torço pelo meu Estado”.
Há algum tempo, os torcedores alviverdes de Maringá se uniram e montaram um grupo que está sempre junto nos bares cantando, torcendo e apoiando o time. A torcida maringaense tem direito até a bandeiras e faixas que exaltam o amor pelo Coxa e pelo Paraná.
Iniciativa esta que pretende mudar a realidade que infelizmente vivem os torcedores do Coxa da região. “Aqui no norte do Paraná é muito complicado ser coxa-branca. Vira e mexe somos hostilizados pelos torcedores do eixo Rio-São Paulo e eu já tive varia complicações em fazer acordo com bares para assistirmos aos nossos jogos”, lamenta Thomaz, que completa: “O comodismo ao qual pertencem esses torcedores faz com que não saibam o que é amar um time de verdade”.
E os torcedores acreditam que a ação do clube, em exaltar o amor pelo estado, possa ajudar nessa batalha, como comenta Thomaz: “Ações desse tipo podem diminuir o abismo que existe entre os clubes da capital com as outras cidades do Paraná”.
Em 2007, Bruno pisou pela primeira vez nas arquibancadas do Couto Pereira. “Fiquei deslumbrado com a devoção dos torcedores, a festa na arquibancada, receptividade deles, que me acolhiam bem ao saber que eu era do interior e estava ali pela primeira vez”, comemora o sócio. E Thomaz complementa a fala do amigo explicando o sentimento de ser coxa-branca: "Torcedores do Coxa são torcedores de verdade. Enfrentamos horas de viagem só para sentir o Couto tremer e vibrar no Alto da Glória, como se o Paraná inteiro tivesse que escutar”, vibra o torcedor.