A história de Brian com o Coritiba começou com o avô, Zelmiro Joaquim Antônio, de 86 anos, que se mudou para Curitiba na década de 50. Naquele tempo, seu Zelmiro era motorista do já extinto Departamento Nacional de Obras de Saneamento, e trabalhava como taxista nas horas vagas.
Quando Zelmiro chegou em Curitiba, alugou uma casa de um atleta do Coxa, e ele sugeriu, que quando o inquilino estivesse trabalhando como taxista, ficasse próximo ao estádio, para fazer corridas aos outros atletas, então foi aí que começou a sua aproximação com o Alto da Glória. Desde o primeiro jogo que assistiu, foi amor à primeira vista, que passou para todas as gerações da sua família.
Brian Antônio, um dos netos, foi pela primeira vez no Couto Pereira, em 98, num jogo entre Coritiba x Flamengo. Na ocasião, a vitória não foi do Coxa, mas para ele, o placar foi o que menos importou.
Desde então, Brian frequenta de forma assídua o Couto, e é sócio do Verdão há sete anos. Assim como ele, seu pai, Juvelino Zela Antônio, seus tios, primos e primas, ou seja, toda a família Antônio é coxa-branca! Um amor que passa de geração em geração.



A história de Brian com o Coritiba começou com o avô, Zelmiro Joaquim Antônio, de 86 anos, que se mudou para Curitiba na década de 50. Naquele tempo, seu Zelmiro era motorista do já extinto Departamento Nacional de Obras de Saneamento, e trabalhava como taxista nas horas vagas.
Quando Zelmiro chegou em Curitiba, alugou uma casa de um atleta do Coxa, e ele sugeriu, que quando o inquilino estivesse trabalhando como taxista, ficasse próximo ao estádio, para fazer corridas aos outros atletas, então foi aí que começou a sua aproximação com o Alto da Glória. Desde o primeiro jogo que assistiu, foi amor à primeira vista, que passou para todas as gerações da sua família.
Brian Antônio, um dos netos, foi pela primeira vez no Couto Pereira, em 98, num jogo entre Coritiba x Flamengo. Na ocasião, a vitória não foi do Coxa, mas para ele, o placar foi o que menos importou.
Desde então, Brian frequenta de forma assídua o Couto, e é sócio do Verdão há sete anos. Assim como ele, seu pai, Juvelino Zela Antônio, seus tios, primos e primas, ou seja, toda a família Antônio é coxa-branca! Um amor que passa de geração em geração.


