Há quase 26 anos atrás, Rafael Milarch e seu irmão Ismael Milarch foram ao Couto Pereira ver o clássico Para-Tiba, no dia 20 de outubro de 1996, pelo Campeonato Brasileiro. Rafael, conta que até a metade do segundo tempo de partida, o placar estava fechado. Até que o técnico interino, Dirceu Krüger, promoveu a entrada de Jetson na equipe coxa-branca, que foi o autor do gol da vitória do Coritiba, no final do jogo!
Assim que o juiz apitou o fim da partida, Rafael e Ismael se perderam no meio da torcida, e Rafael se aproximou ao túnel que dá entrada ao vestiário, para prestigiar a saída dos jogadores. Jetson ia saindo do gramado, virou-se para arquibancada e arremessou a camisa que havia usado no jogo. Quem estava lá? Rafael, e mais quatro torcedores, que lutaram pela camisa, e que no final de tudo, acabou sendo sorteada por uma cabine de rádio do estádio, e ele foi o ganhador do sorteio do manto, que tem guardado com muito carinho até hoje.
“Eu lembro naquele dia, foi uma luta para pegar a camiseta. Pessoal com rádio de pilha pendurado na calça jeans, como estava chovendo, as pilhas caíam na água, foi uma batalha. Depois que peguei a camisa, saí correndo do estádio para pegar o ônibus, meu irmão estava no ponto me esperando, e naquela época não tinha celular para nos comunicarmos. Na correria, fui parado pela polícia, que me questionou qual o motivo de eu estar correndo com aquela camiseta na mão, e ainda quase perdi o manto”, comentou o torcedor.
Rafael, que voltou a ser sócio do clube em janeiro deste ano, diz que os clássicos sempre são jogos especiais para ele. “Sempre fui apaixonado por futebol, desde pequeno, e a minha primeira partida que foi marcante, foi um clássico Atle-Tiba no Couto, que meu primo Maurício nos levou para assistir, e o Coxa ganhou por 3 a 0”, contou.
O sócio terá a oportunidade de encontrar com o ídolo, e antigo dono da camisa 17, Jetson, para que o ex-jogador possa autografar o manto alviverde. “Sou um torcedor que sempre apoiei mais ainda o time nos momentos difíceis, e sempre que posso, vou ao estádio. Tenho convicção que o Coritiba irá superar essa fase difícil, e nos erros que iremos obter o aprendizado no desenvolvimento de um projeto de longo prazo. Quanto mais sócios, mais investimentos, e o resultado, será mais títulos para o Verdão”, conclui Rafael.









Há quase 26 anos atrás, Rafael Milarch e seu irmão Ismael Milarch foram ao Couto Pereira ver o clássico Para-Tiba, no dia 20 de outubro de 1996, pelo Campeonato Brasileiro. Rafael, conta que até a metade do segundo tempo de partida, o placar estava fechado. Até que o técnico interino, Dirceu Krüger, promoveu a entrada de Jetson na equipe coxa-branca, que foi o autor do gol da vitória do Coritiba, no final do jogo!
Assim que o juiz apitou o fim da partida, Rafael e Ismael se perderam no meio da torcida, e Rafael se aproximou ao túnel que dá entrada ao vestiário, para prestigiar a saída dos jogadores. Jetson ia saindo do gramado, virou-se para arquibancada e arremessou a camisa que havia usado no jogo. Quem estava lá? Rafael, e mais quatro torcedores, que lutaram pela camisa, e que no final de tudo, acabou sendo sorteada por uma cabine de rádio do estádio, e ele foi o ganhador do sorteio do manto, que tem guardado com muito carinho até hoje.
“Eu lembro naquele dia, foi uma luta para pegar a camiseta. Pessoal com rádio de pilha pendurado na calça jeans, como estava chovendo, as pilhas caíam na água, foi uma batalha. Depois que peguei a camisa, saí correndo do estádio para pegar o ônibus, meu irmão estava no ponto me esperando, e naquela época não tinha celular para nos comunicarmos. Na correria, fui parado pela polícia, que me questionou qual o motivo de eu estar correndo com aquela camiseta na mão, e ainda quase perdi o manto”, comentou o torcedor.
Rafael, que voltou a ser sócio do clube em janeiro deste ano, diz que os clássicos sempre são jogos especiais para ele. “Sempre fui apaixonado por futebol, desde pequeno, e a minha primeira partida que foi marcante, foi um clássico Atle-Tiba no Couto, que meu primo Maurício nos levou para assistir, e o Coxa ganhou por 3 a 0”, contou.
O sócio terá a oportunidade de encontrar com o ídolo, e antigo dono da camisa 17, Jetson, para que o ex-jogador possa autografar o manto alviverde. “Sou um torcedor que sempre apoiei mais ainda o time nos momentos difíceis, e sempre que posso, vou ao estádio. Tenho convicção que o Coritiba irá superar essa fase difícil, e nos erros que iremos obter o aprendizado no desenvolvimento de um projeto de longo prazo. Quanto mais sócios, mais investimentos, e o resultado, será mais títulos para o Verdão”, conclui Rafael.








