Por meio da ação Perfil Coxa-Branca, sócios do Coritiba têm a oportunidade de contar a sua história de torcedor nas redes sociais do clube. Nessa semana, César Sebrão decidiu fazer de sua participação na promoção do clube, uma homenagem ao seu falecido pai Valentino Edwin Pock, quem o ensinou a amar as cores verde e branca.
"Esse texto é para te homenagear, pai. A pessoa que me fez amar esse clube e poder ter lembrtanças dos momentos felizes, comendo um pão com bife, em pé, no Couto. Obrigado!", escreveu ele, via área exclusiva do sócio coxa-branca.
Valentino não era o pai biológico de César. E se ele não tivesse aparecido na vida do atual sócio do Verdão, sua torcida poderia ser diferente. Conheça a história:
"Minha história com o Coritiba começou em 1975, com 5 anos de idade. Minha mãe já havia se separado do meu pai e estava recomeçando a vida, dura naquela época, pois ser mãe separada não era muito aceito. Voltou a estudar e se apaixonou pelo professor, no saudoso colégio Iguaçu da praça Rui Barbosa. O Professor? Valentino Edwin Pock, 25 anos, professor de física e matemática e, claro: coxa-branca. Com 5 anos de idade, eu ainda não tinha consciência para que time eu iria torcer, mas o caminho estava traçado para que eu me tornasse um atleticano, pois meu pai e família biológica eram todos atleticanos. Até fotos com a camisa do Athlético eu tinha.
Quando o professor apareceu na minha vida, tudo mudou, comecei a frequentar os jogos do Coxa, em pé, acima das arquibancadas da Mauá, sempre no mesmo lugar, ao lado da torre de iluminação, comendo aquele pão com bife maravilhoso e assistindo Jairo, Aladim, e cia. Não havia caminho de volta. Me tornei coxa-branca de coração, influenciado pelo meu novo pai e pelo Couto Pereira. Íamos em todos os jogos possíveis, até no mais importante: Rio de janeiro 1985. Amassados no topo do Maracanã, assistimos ao Coritiba sendo campeão brasileiro. Que alegria! Mesmo tendo que sair do estádio de cabeça baixa para não apanharmos de algum carioca frustrado. Seria uma viagem de 2 dias, foram 10 por causa da alegria.
Hoje, aos 50 anos, tenho a alegria de ter um filho de 7 anos coxa-branca. Já consegui levá-lo em 3 jogos no Couto, mesmo morando em Santa Catarina. Me tornei sócio recentemente e tenho o sonho de poder fazer meu filho entrar em campo com o time do Coxa como mascotinho para homenagear o avô ( meu pai), que faleceu, vítima de câncer, no dia 5 de junho."
Participe do Perfil Coxa Branca
Para aparecer nas redes sociais do clube, assim como o César, acesse a área exclusiva do sócio, clique no banner "Perfil coxa-branca" e envie sua história e fotos. Pronto! A equipe de comunicação do Coritiba entrará em contato contigo para que você possa dar mais detalhes e aguardar a postagem nos canais.
Por meio da ação Perfil Coxa-Branca, sócios do Coritiba têm a oportunidade de contar a sua história de torcedor nas redes sociais do clube. Nessa semana, César Sebrão decidiu fazer de sua participação na promoção do clube, uma homenagem ao seu falecido pai Valentino Edwin Pock, quem o ensinou a amar as cores verde e branca.
"Esse texto é para te homenagear, pai. A pessoa que me fez amar esse clube e poder ter lembrtanças dos momentos felizes, comendo um pão com bife, em pé, no Couto. Obrigado!", escreveu ele, via área exclusiva do sócio coxa-branca.
Valentino não era o pai biológico de César. E se ele não tivesse aparecido na vida do atual sócio do Verdão, sua torcida poderia ser diferente. Conheça a história:
"Minha história com o Coritiba começou em 1975, com 5 anos de idade. Minha mãe já havia se separado do meu pai e estava recomeçando a vida, dura naquela época, pois ser mãe separada não era muito aceito. Voltou a estudar e se apaixonou pelo professor, no saudoso colégio Iguaçu da praça Rui Barbosa. O Professor? Valentino Edwin Pock, 25 anos, professor de física e matemática e, claro: coxa-branca. Com 5 anos de idade, eu ainda não tinha consciência para que time eu iria torcer, mas o caminho estava traçado para que eu me tornasse um atleticano, pois meu pai e família biológica eram todos atleticanos. Até fotos com a camisa do Athlético eu tinha.
Quando o professor apareceu na minha vida, tudo mudou, comecei a frequentar os jogos do Coxa, em pé, acima das arquibancadas da Mauá, sempre no mesmo lugar, ao lado da torre de iluminação, comendo aquele pão com bife maravilhoso e assistindo Jairo, Aladim, e cia. Não havia caminho de volta. Me tornei coxa-branca de coração, influenciado pelo meu novo pai e pelo Couto Pereira. Íamos em todos os jogos possíveis, até no mais importante: Rio de janeiro 1985. Amassados no topo do Maracanã, assistimos ao Coritiba sendo campeão brasileiro. Que alegria! Mesmo tendo que sair do estádio de cabeça baixa para não apanharmos de algum carioca frustrado. Seria uma viagem de 2 dias, foram 10 por causa da alegria.
Hoje, aos 50 anos, tenho a alegria de ter um filho de 7 anos coxa-branca. Já consegui levá-lo em 3 jogos no Couto, mesmo morando em Santa Catarina. Me tornei sócio recentemente e tenho o sonho de poder fazer meu filho entrar em campo com o time do Coxa como mascotinho para homenagear o avô ( meu pai), que faleceu, vítima de câncer, no dia 5 de junho."
Participe do Perfil Coxa Branca
Para aparecer nas redes sociais do clube, assim como o César, acesse a área exclusiva do sócio, clique no banner "Perfil coxa-branca" e envie sua história e fotos. Pronto! A equipe de comunicação do Coritiba entrará em contato contigo para que você possa dar mais detalhes e aguardar a postagem nos canais.