Dois convidados especiais no camarote do presidente do Coxa
Dois ex-atletas do Coritiba e dois piás do Couto assistiram ao jogo contra o Galo com Juarez Moraes, no último domingo (14)
Há 4 anos - 16/08/2022 17:14
Dois convidados especiais no camarote do presidente do Coxa

No jogo do Coritiba diante do Galo no domingo (14), os membros da Confraria de ex-atletas do Coxa convidados para acompanhar a partida no camarote do presidente Juarez Moraes foram Cláudio Marques (jogador com o maior número de títulos estaduais no Verdão) e o ex-goleiro David Pizzato, que viveu momentos curiosos e interessantes no mundo da bola.

Cláudio “Catega” Marques 

Conhecido como Cláudio Catega ou Cláudio Marques, Edmir Cláudio Marques, nascido em Santos em 18 de fevereiro de 1950, foi um talentoso quarto zagueiro e lateral-esquerdo do Coxa. Escreveu uma bonita história no alviverde do Alto da Glória. Ele vestiu a camisa do clube em dois períodos, de 1969 a 1975 e entre 1977 e 1978. Totalizou 295 partidas pelo Coritiba, o que o coloca na seleta galeria dos ídolos que mais vestiram o manto sagrado coxa-branca (11º. No ranking).

Foi um craque também campeoníssimo. Na verdade, o atleta com maior número de títulos estaduais com a camisa do clube. Levantou a taça de campeão 8 vezes (1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978 e 1979).

Cláudio Marques teve passagens marcantes pelo Corinthians (de 1975 a 1977) e no Athletico-PR. Atuou também no San Luis Potosi (México), Grêmio Maringá, Náutico, Pinheiros, Fortaleza e Ceará. 

Como técnico, atuou em comissões técnicas do Coritiba (inclusive como interino do time profissional), no Sinop, Rio Branco de Paranaguá entre outros. Atualmente integra a equipe de observadores das categorias de base do Coritiba.

David Pizzato

Revelado na base do Coxa, curitibano de nascimento,  David Pizzato, 43 anos, tem muitas histórias para contar. Conforme matéria especial do jornal Bem Paraná (janeiro deste ano), “algumas delas carregam dor e sofrimento. Todas, porém, trazem um final feliz”.

Pizzato contou na oportunidade como venceu o câncer em 2021, como foi seu início no futsal — junto com Alex, Ricardinho e Tcheco, e a sua história no Coritiba. Falou sobre seu trabalho de conclusão de curso, em Educação Física, na PUC, com o tema: “Como encerrar a carreira no futebol”. Atualmente, ele trabalha como “personal”. 

Sobre a carreira no futebol de campo, ele destacou: “Comecei no Coritiba. Professor Rubens Minelli era o treinador, com o Carlinhos Neves. Tinha 18 anos, ainda tinha mais dois anos de juniores, mas já era o terceiro goleiro. Às vezes, eu descia (para os juniores) para um jogo importante, como Copa São Paulo”. 

No segundo ano, era o reserva do Régis. “Tive o prazer de jogar alguns jogos. Acabei sendo negociado para fora, na Europa. Sofri lesão no joelho, que me atrapalhou. A gente sabe nossos limites. Em 2008, aos 30 anos, resolvi parar. Acredito que tive mais momentos bons do que ruins”.

Em 2021, ele teve a maior batalha de todas, a luta pela vida. “Foi o meu maior desafio. Acabei descobrindo a doença. Fui fazer a barba e senti um caroço no pescoço. Era um câncer maligno. Me pegou de surpresa, mas aconteceu comigo. Tive que encarar um tratamento muito difícil. Realizei operação, alguns ciclos de quimioterapia e radioterapia. Venci o desafio, encontrei da cura, com o apoio da família e dos amigos, graças a Deus”.

Dois piás do Couto também foram convidados para integração com os veteranos do Coxa. Os atletas da categoria sub-13 Filipe Mudrak e Arthur Felipe, que puderam assistir ao jogo e conhecer jogadores que fizeram história no Coritiba. 



Dois convidados especiais no camarote do presidente do Coxa
Dois ex-atletas do Coritiba e dois piás do Couto assistiram ao jogo contra o Galo com Juarez Moraes, no último domingo (14)
Há 4 anos - 16/08/2022 17:14
Dois convidados especiais no camarote do presidente do Coxa

No jogo do Coritiba diante do Galo no domingo (14), os membros da Confraria de ex-atletas do Coxa convidados para acompanhar a partida no camarote do presidente Juarez Moraes foram Cláudio Marques (jogador com o maior número de títulos estaduais no Verdão) e o ex-goleiro David Pizzato, que viveu momentos curiosos e interessantes no mundo da bola.

Cláudio “Catega” Marques 

Conhecido como Cláudio Catega ou Cláudio Marques, Edmir Cláudio Marques, nascido em Santos em 18 de fevereiro de 1950, foi um talentoso quarto zagueiro e lateral-esquerdo do Coxa. Escreveu uma bonita história no alviverde do Alto da Glória. Ele vestiu a camisa do clube em dois períodos, de 1969 a 1975 e entre 1977 e 1978. Totalizou 295 partidas pelo Coritiba, o que o coloca na seleta galeria dos ídolos que mais vestiram o manto sagrado coxa-branca (11º. No ranking).

Foi um craque também campeoníssimo. Na verdade, o atleta com maior número de títulos estaduais com a camisa do clube. Levantou a taça de campeão 8 vezes (1969, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978 e 1979).

Cláudio Marques teve passagens marcantes pelo Corinthians (de 1975 a 1977) e no Athletico-PR. Atuou também no San Luis Potosi (México), Grêmio Maringá, Náutico, Pinheiros, Fortaleza e Ceará. 

Como técnico, atuou em comissões técnicas do Coritiba (inclusive como interino do time profissional), no Sinop, Rio Branco de Paranaguá entre outros. Atualmente integra a equipe de observadores das categorias de base do Coritiba.

David Pizzato

Revelado na base do Coxa, curitibano de nascimento,  David Pizzato, 43 anos, tem muitas histórias para contar. Conforme matéria especial do jornal Bem Paraná (janeiro deste ano), “algumas delas carregam dor e sofrimento. Todas, porém, trazem um final feliz”.

Pizzato contou na oportunidade como venceu o câncer em 2021, como foi seu início no futsal — junto com Alex, Ricardinho e Tcheco, e a sua história no Coritiba. Falou sobre seu trabalho de conclusão de curso, em Educação Física, na PUC, com o tema: “Como encerrar a carreira no futebol”. Atualmente, ele trabalha como “personal”. 

Sobre a carreira no futebol de campo, ele destacou: “Comecei no Coritiba. Professor Rubens Minelli era o treinador, com o Carlinhos Neves. Tinha 18 anos, ainda tinha mais dois anos de juniores, mas já era o terceiro goleiro. Às vezes, eu descia (para os juniores) para um jogo importante, como Copa São Paulo”. 

No segundo ano, era o reserva do Régis. “Tive o prazer de jogar alguns jogos. Acabei sendo negociado para fora, na Europa. Sofri lesão no joelho, que me atrapalhou. A gente sabe nossos limites. Em 2008, aos 30 anos, resolvi parar. Acredito que tive mais momentos bons do que ruins”.

Em 2021, ele teve a maior batalha de todas, a luta pela vida. “Foi o meu maior desafio. Acabei descobrindo a doença. Fui fazer a barba e senti um caroço no pescoço. Era um câncer maligno. Me pegou de surpresa, mas aconteceu comigo. Tive que encarar um tratamento muito difícil. Realizei operação, alguns ciclos de quimioterapia e radioterapia. Venci o desafio, encontrei da cura, com o apoio da família e dos amigos, graças a Deus”.

Dois piás do Couto também foram convidados para integração com os veteranos do Coxa. Os atletas da categoria sub-13 Filipe Mudrak e Arthur Felipe, que puderam assistir ao jogo e conhecer jogadores que fizeram história no Coritiba.