Não foi somente a vitória do Coritiba na estreia do Campeonato Paranaense que fez o Couto Pereira um lugar mais alegre e diferente na tarde do último domingo (15). Um público formado por aproximadamente 9 mil pessoas, exclusivamente de mulheres e crianças, marcou um dos espetáculos mais bonitos do futebol brasileiro, talvez do mundo.
Em razão de uma pena imposta pelo TJD-PR, o Coritiba cumpriria punição atuando com portões fechados na primeira rodada do Estadual. Um pedido da gestão coxa-branca ao STJD deu novos rumos à ideia de pena e mostrou que o futebol se faz com exemplos e inovação. O clube paranaense propôs a abertura dos portões apenas para mulheres e crianças e o órgão acatou.
O resultado não poderia ser outro. Aquilo que era para ser uma punição virou uma lição de gestão, inovação e inclusão. “Nossa atenção está em oferecer o melhor para nossas torcedoras e torcedores. E nessa busca, a equipe alinhada a princípios que acreditamos serem o caminho para uma organização mais sólida e atual, apresentou esta proposta inovadora que foi aceita”, comentou o Presidente, Glenn Stenger.
“Não poderíamos ficar passivos. Se hoje o Coritiba luta para mostrar que os pilares de ASG (Ambiental, Social e Governança) e os valores do desenvolvimento sustentável são um diferencial competitivo também para organizações esportivas, precisávamos encontrar um caminho alternativo, uma forma melhor de corrigir um erro”, comentou Lucas Pedrozo, Head Administrativo do Clube.
“A proposta surgiu em nossas reuniões de trabalho do comitê de marca e levamos de imediato ao jurídico. O pedido foi feito e, com a adesão do Athletico Paranaense, o Tribunal aceitou a proposta”, complementou Pedrozo. “O resultado foi muito bom”, comemorou o gestor do Coxa.
Desde janeiro de 2021, a gestão coxa-branca atua de forma a modernizar seus processos internos, tornando a organização mais contemporânea e promissora. Dentre as medidas adotadas nesse caminho está a adesão do Coritiba ao Pacto Global da ONU e aos compromissos de desenvolvimento sustentável.
“Nosso compromisso se reflete das grandes ações às pequenas causas do dia a dia. Sabemos que nosso objetivo principal é o resultado esportivo, vitórias, é isso que o coxa-branca quer. Mas sabemos também que precisamos fazer a diferença enquanto organização”, destaca Stenger.
“As mulheres e as crianças que foram ao estádio deram mais que um exemplo de torcida, deram uma aula de comportamento. Esta sim é uma verdadeira lição. Temos que ter consciência dos erros, entretanto o novo momento de gestão do Coxa busca inovar. Nesse caso, relacionamos de forma muito competente inovação com inclusão. A equipe do Coritiba está de parabéns”, finalizou Stenger.
“Já vivi muitos momentos incríveis no Couto, mas nenhum deles se compara ao que eu senti no estádio no último domingo. O que eu vivenciei nesse jogo reafirmou o que nós, mulheres, sempre soubemos: o nosso lugar é onde nós quisermos estar, e já não há mais o menor espaço para questionamentos sobre isso. Nunca mais esquecerei o que presenciei domingo e a emoção que senti ao ouvir as vozes de milhares de mulheres cantando o jogo inteiro”, disse Thays da Silva, sócia do Coritiba.
“Foi um privilégio poder fazer parte da história. Ao entrar no estádio e ouvir as vozes femininas entoando os cantos da torcida, fiquei emocionada. Estamos acostumados a ouvir o timbre masculino dominando as organizadas, então, foi realmente de arrepiar sentir as mulheres ecoando suas vozes em todos os espaços do Couto Pereira. Já no meio da “mulherada”, vi, ouvi e senti. Várias imagens me chamaram a atenção, entre elas, de duas mulheres amamentando seus bebês. Foi algo espontâneo e orgânico”, destacou a jornalista Juliana Fontes, que fez a cobertura do jogo diretamente das arquibancadas do Couto Pereira.
Não foi somente a vitória do Coritiba na estreia do Campeonato Paranaense que fez o Couto Pereira um lugar mais alegre e diferente na tarde do último domingo (15). Um público formado por aproximadamente 9 mil pessoas, exclusivamente de mulheres e crianças, marcou um dos espetáculos mais bonitos do futebol brasileiro, talvez do mundo.
Em razão de uma pena imposta pelo TJD-PR, o Coritiba cumpriria punição atuando com portões fechados na primeira rodada do Estadual. Um pedido da gestão coxa-branca ao STJD deu novos rumos à ideia de pena e mostrou que o futebol se faz com exemplos e inovação. O clube paranaense propôs a abertura dos portões apenas para mulheres e crianças e o órgão acatou.
O resultado não poderia ser outro. Aquilo que era para ser uma punição virou uma lição de gestão, inovação e inclusão. “Nossa atenção está em oferecer o melhor para nossas torcedoras e torcedores. E nessa busca, a equipe alinhada a princípios que acreditamos serem o caminho para uma organização mais sólida e atual, apresentou esta proposta inovadora que foi aceita”, comentou o Presidente, Glenn Stenger.
“Não poderíamos ficar passivos. Se hoje o Coritiba luta para mostrar que os pilares de ASG (Ambiental, Social e Governança) e os valores do desenvolvimento sustentável são um diferencial competitivo também para organizações esportivas, precisávamos encontrar um caminho alternativo, uma forma melhor de corrigir um erro”, comentou Lucas Pedrozo, Head Administrativo do Clube.
“A proposta surgiu em nossas reuniões de trabalho do comitê de marca e levamos de imediato ao jurídico. O pedido foi feito e, com a adesão do Athletico Paranaense, o Tribunal aceitou a proposta”, complementou Pedrozo. “O resultado foi muito bom”, comemorou o gestor do Coxa.
Desde janeiro de 2021, a gestão coxa-branca atua de forma a modernizar seus processos internos, tornando a organização mais contemporânea e promissora. Dentre as medidas adotadas nesse caminho está a adesão do Coritiba ao Pacto Global da ONU e aos compromissos de desenvolvimento sustentável.
“Nosso compromisso se reflete das grandes ações às pequenas causas do dia a dia. Sabemos que nosso objetivo principal é o resultado esportivo, vitórias, é isso que o coxa-branca quer. Mas sabemos também que precisamos fazer a diferença enquanto organização”, destaca Stenger.
“As mulheres e as crianças que foram ao estádio deram mais que um exemplo de torcida, deram uma aula de comportamento. Esta sim é uma verdadeira lição. Temos que ter consciência dos erros, entretanto o novo momento de gestão do Coxa busca inovar. Nesse caso, relacionamos de forma muito competente inovação com inclusão. A equipe do Coritiba está de parabéns”, finalizou Stenger.
“Já vivi muitos momentos incríveis no Couto, mas nenhum deles se compara ao que eu senti no estádio no último domingo. O que eu vivenciei nesse jogo reafirmou o que nós, mulheres, sempre soubemos: o nosso lugar é onde nós quisermos estar, e já não há mais o menor espaço para questionamentos sobre isso. Nunca mais esquecerei o que presenciei domingo e a emoção que senti ao ouvir as vozes de milhares de mulheres cantando o jogo inteiro”, disse Thays da Silva, sócia do Coritiba.
“Foi um privilégio poder fazer parte da história. Ao entrar no estádio e ouvir as vozes femininas entoando os cantos da torcida, fiquei emocionada. Estamos acostumados a ouvir o timbre masculino dominando as organizadas, então, foi realmente de arrepiar sentir as mulheres ecoando suas vozes em todos os espaços do Couto Pereira. Já no meio da “mulherada”, vi, ouvi e senti. Várias imagens me chamaram a atenção, entre elas, de duas mulheres amamentando seus bebês. Foi algo espontâneo e orgânico”, destacou a jornalista Juliana Fontes, que fez a cobertura do jogo diretamente das arquibancadas do Couto Pereira.