Conselho Fiscal
Sob a diretriz de Regimento Interno próprio, o Conselho Fiscal é responsável por analisar a gestão financeira do Clube. Confira mais sobre o funcionamento deste órgão administrativo.
Há 14 anos - 30/12/2011 16:00
Conselho Fiscal
Os nomes que compõem o Conselho Fiscal (CF) eleito para o próximo triênio foram definidos em votação na solenidade de posse do Conselho Administrativo do Coritiba, no dia 21 de dezembro. Desde então, o órgão responsável pela análise da gestão financeira do Clube passou a planejar as atividades visando o próximo triênio.

O presidente do CF, Gerson Chimelli Araújo, reeleito para mais um mandato, aposta na continuidade do projeto como forma de atingir os objetivos traçados a partir de janeiro de 2010. O que poucos sabem é como o trabalho deste importante órgão de fiscalização do Coritiba é executado.

Há duas funções básicas a serem cumpridas pelo CF. A primeira delas, como o próprio nome sugere, é exatamente a de fiscalizar onde, como e com que eficiência o dinheiro do Coritiba está sendo investido. A segunda é levar ao grande Conselho, com profundidade, mas de forma didática, informações sobre a gestão financeira do Clube.

Registrada em Regimento Interno, existe uma metodologia, constantemente aprimorada, de análise da gestão financeira e que rege todas as atividades do CF. Isso garante uniformidade, padronização, e o que é mais importante, continuidade e independência das pessoas que executam essa análise.

“A metodologia é muito importante, mas o profissionalismo e a dedicação do time de conselheiros fiscais, que deve ter sempre a instituição como foco principal e o entendimento de que a sinergia entre os Conselhos é vital para o sucesso do projeto, é que efetivamente determina o resultado final dos trabalhos.”, ressaltou o Presidente.

O produto dessa análise é registrada em pareceres trimestrais que são apresentados ao grande Conselho, com destaque para os indicadores financeiros, mostrados em forma de gráficos e tabelas, o que facilita o entendimento dos demais Conselheiros. “Hoje há clara compreensão de que sem uma gestão financeira eficiente, não há futebol competitivo. Assim, analisar e compreender os aspectos financeiros da instituição é uma forma eficiente de canalizar as forças para o desenvolvimento da principal razão de ser do Clube”, declarou Chimelli.

Essas mudanças foram consolidadas entre 2010 e 2011. No entanto, Chimelli entende que ainda há evoluções a serem feitas. “Devemos pensar no Coritiba como empresa e por isso acreditamos no processo de melhoria contínua. Entendemos ser nossa obrigação ressaltar os pontos positivos já alcançados e avaliar constantemente o que pode ser melhorado, até por que as coisas são muito dinâmicas e estão em constante evolução. A manutenção dos membros da gestão anterior, somado a oxigenação que os novos componentes trarão é uma ótima fórmula para se obter isso”, finalizou.

 
Conselho Fiscal
Sob a diretriz de Regimento Interno próprio, o Conselho Fiscal é responsável por analisar a gestão financeira do Clube. Confira mais sobre o funcionamento deste órgão administrativo.
Há 14 anos - 30/12/2011 16:00
Conselho Fiscal
Os nomes que compõem o Conselho Fiscal (CF) eleito para o próximo triênio foram definidos em votação na solenidade de posse do Conselho Administrativo do Coritiba, no dia 21 de dezembro. Desde então, o órgão responsável pela análise da gestão financeira do Clube passou a planejar as atividades visando o próximo triênio.

O presidente do CF, Gerson Chimelli Araújo, reeleito para mais um mandato, aposta na continuidade do projeto como forma de atingir os objetivos traçados a partir de janeiro de 2010. O que poucos sabem é como o trabalho deste importante órgão de fiscalização do Coritiba é executado.

Há duas funções básicas a serem cumpridas pelo CF. A primeira delas, como o próprio nome sugere, é exatamente a de fiscalizar onde, como e com que eficiência o dinheiro do Coritiba está sendo investido. A segunda é levar ao grande Conselho, com profundidade, mas de forma didática, informações sobre a gestão financeira do Clube.

Registrada em Regimento Interno, existe uma metodologia, constantemente aprimorada, de análise da gestão financeira e que rege todas as atividades do CF. Isso garante uniformidade, padronização, e o que é mais importante, continuidade e independência das pessoas que executam essa análise.

“A metodologia é muito importante, mas o profissionalismo e a dedicação do time de conselheiros fiscais, que deve ter sempre a instituição como foco principal e o entendimento de que a sinergia entre os Conselhos é vital para o sucesso do projeto, é que efetivamente determina o resultado final dos trabalhos.”, ressaltou o Presidente.

O produto dessa análise é registrada em pareceres trimestrais que são apresentados ao grande Conselho, com destaque para os indicadores financeiros, mostrados em forma de gráficos e tabelas, o que facilita o entendimento dos demais Conselheiros. “Hoje há clara compreensão de que sem uma gestão financeira eficiente, não há futebol competitivo. Assim, analisar e compreender os aspectos financeiros da instituição é uma forma eficiente de canalizar as forças para o desenvolvimento da principal razão de ser do Clube”, declarou Chimelli.

Essas mudanças foram consolidadas entre 2010 e 2011. No entanto, Chimelli entende que ainda há evoluções a serem feitas. “Devemos pensar no Coritiba como empresa e por isso acreditamos no processo de melhoria contínua. Entendemos ser nossa obrigação ressaltar os pontos positivos já alcançados e avaliar constantemente o que pode ser melhorado, até por que as coisas são muito dinâmicas e estão em constante evolução. A manutenção dos membros da gestão anterior, somado a oxigenação que os novos componentes trarão é uma ótima fórmula para se obter isso”, finalizou.