Jeci: "o coração ia sair pela boca"
"É um clube guerreiro. Foi um jogo típico de uma equipe que quer conseguir alguma coisa"
Há 14 anos - 27/11/2011 22:53
Jeci:
Em uma fração de segundo, o estádio Couto Pereira explodiu em alegria na vitória sobre o Avaí. O autor da proeza, o zagueiro Jeci, não esconde que para ele esse "foi o gol mais importante que ele fez com a camisa do Coritiba", que deixa o Verdão no G-5 na penúltima rodada do Brasileiro 2011. Mas ele lembra que a saga ainda não acabou e prevê uma semana de muito trabalho pensando no clássico do próximo domingo (04).

"A emoção foi incontrolável, a hora que eu consegui fazer aquele gol parecia que o coração ia sair pela boca, pela dificuldade que estava o jogo, pelo momento que a gente vivia, e a gente tinha consciência dos resultados que estavam nos favorecendo, então a pressão era muito grande, um gol que graças a Deus coroou nossa equipe toda e nos colocou perto de um sonho tão real, uma possibilidade tão real de colocar o Clube na Libertadores", diz. "É um clube guerreiro. Foi um jogo típico de uma equipe que quer conseguir alguma coisa e nós queremos a vaga na Libertadores. Lutamos e acreditamos, mas não terminou ainda", ressalta.

Isso tudo porque o Avaí veio forte e se mostrou um grande adversário, lutando durante 90 minutos. "O grau de dificuldade é muito grande.  A gente sabia que ia ser um jogo duro. O Avaí não almejava nada na competição. A pressão aumentava a cada placar que a gente ouvia. Eu conversei com o Jonas, e a gente precisava de só um gol e foi o que aconteceu, e nós estamos muito felizes".

E o apoio que veio da arquibancada também ajudou, ele não esconde. "Estava difícil. Nossa torcida sempre nos apoiou, numa partida tão difícil em que a equipe não se encontrava dentro do campo, a equipe do Avaí nos proporcionou uma dificuldade muito grande", avalia. "O apoio da nossa torcida é fundamental, hoje praticamente casa cheia e quando todo mundo joga a favor as coisas se tornam mais fáceis", completa.

"É um momento que a gente sonhava, o grupo, o elenco, a diretoria, nossa torcida, com essa possível classificação para essa competição que é a Libertadores. E o engraçado é que nossa torcida profetizava que isso ia acontecer no último jogo, a gente procurando uma vitória para classificar e a equipe do adversário lutando para não cair", lembra, sabendo que sua experiência pode contribuir nesta semana decisiva. "Eu acho que essa semana a gente tem que falar pouco, tem que trabalhar como a gente tem feito, ter inteligência com as palavras, e ter consciência que vai ser um jogo complicadíssimo, um jogo muito difícil, com a consciência que nós precisamos só da vitória para poder concretizar esse ano maravilhoso do Coritiba e a gente vai atrás disso".

O que Jeci sabe é que o clássico tem ingredientes que irão proporcionar um grande espetáculo. "É uma história diferente, um jogo diferente, com sonho de colocar nossa equipe na Libertadores. um jogo que tem que ter inteligência, sabedoria acima de tudo, a gente não pode achar que vai ganhar de qualquer jeito, porque do outro lado também tem jogadores e eu acho que tem que entrar como a gente tem entrado em outros clássicos", conta. "Agora é descansar porque domingo temos uma outra decisão", finaliza.
Jeci: "o coração ia sair pela boca"
"É um clube guerreiro. Foi um jogo típico de uma equipe que quer conseguir alguma coisa"
Há 14 anos - 27/11/2011 22:53
Jeci:
Em uma fração de segundo, o estádio Couto Pereira explodiu em alegria na vitória sobre o Avaí. O autor da proeza, o zagueiro Jeci, não esconde que para ele esse "foi o gol mais importante que ele fez com a camisa do Coritiba", que deixa o Verdão no G-5 na penúltima rodada do Brasileiro 2011. Mas ele lembra que a saga ainda não acabou e prevê uma semana de muito trabalho pensando no clássico do próximo domingo (04).

"A emoção foi incontrolável, a hora que eu consegui fazer aquele gol parecia que o coração ia sair pela boca, pela dificuldade que estava o jogo, pelo momento que a gente vivia, e a gente tinha consciência dos resultados que estavam nos favorecendo, então a pressão era muito grande, um gol que graças a Deus coroou nossa equipe toda e nos colocou perto de um sonho tão real, uma possibilidade tão real de colocar o Clube na Libertadores", diz. "É um clube guerreiro. Foi um jogo típico de uma equipe que quer conseguir alguma coisa e nós queremos a vaga na Libertadores. Lutamos e acreditamos, mas não terminou ainda", ressalta.

Isso tudo porque o Avaí veio forte e se mostrou um grande adversário, lutando durante 90 minutos. "O grau de dificuldade é muito grande.  A gente sabia que ia ser um jogo duro. O Avaí não almejava nada na competição. A pressão aumentava a cada placar que a gente ouvia. Eu conversei com o Jonas, e a gente precisava de só um gol e foi o que aconteceu, e nós estamos muito felizes".

E o apoio que veio da arquibancada também ajudou, ele não esconde. "Estava difícil. Nossa torcida sempre nos apoiou, numa partida tão difícil em que a equipe não se encontrava dentro do campo, a equipe do Avaí nos proporcionou uma dificuldade muito grande", avalia. "O apoio da nossa torcida é fundamental, hoje praticamente casa cheia e quando todo mundo joga a favor as coisas se tornam mais fáceis", completa.

"É um momento que a gente sonhava, o grupo, o elenco, a diretoria, nossa torcida, com essa possível classificação para essa competição que é a Libertadores. E o engraçado é que nossa torcida profetizava que isso ia acontecer no último jogo, a gente procurando uma vitória para classificar e a equipe do adversário lutando para não cair", lembra, sabendo que sua experiência pode contribuir nesta semana decisiva. "Eu acho que essa semana a gente tem que falar pouco, tem que trabalhar como a gente tem feito, ter inteligência com as palavras, e ter consciência que vai ser um jogo complicadíssimo, um jogo muito difícil, com a consciência que nós precisamos só da vitória para poder concretizar esse ano maravilhoso do Coritiba e a gente vai atrás disso".

O que Jeci sabe é que o clássico tem ingredientes que irão proporcionar um grande espetáculo. "É uma história diferente, um jogo diferente, com sonho de colocar nossa equipe na Libertadores. um jogo que tem que ter inteligência, sabedoria acima de tudo, a gente não pode achar que vai ganhar de qualquer jeito, porque do outro lado também tem jogadores e eu acho que tem que entrar como a gente tem entrado em outros clássicos", conta. "Agora é descansar porque domingo temos uma outra decisão", finaliza.