Nascimento é o atleta que mais jogou no Couto Pereira
Com 152 jogos, Nascimento destaca planejamento e a campanha que levou o Coxa à Libertadores
Há 15 anos - 14/08/2011 18:41
Nascimento é o atleta que mais jogou no Couto Pereira
Entre tantos craques e ídolos que vestiram a camisa coxa-branca, um deles é quem tem mais história para contar na trajetória alviverde em jogos no estádio Couto Pereira. Reginaldo Nascimento vestiu a camisa do Coritiba por 152 vezes no maior estádio do Paraná e é o recordista entre os que mais atuaram.

“Fiquei oito anos no Clube e me sinto muito honrado em saber disso. Hoje em dia eu até digo que o Coritiba fez muito bem para mim. Cheguei aqui de contrapeso e acabei ficando por tanto tempo, o que é difícil acontecer com atletas no Brasil”, aponta ele que também é pai. Reginaldo Nascimento, que teve sua filha justamente quando atuava pelo Clube. “A Giovana nasceu quando eu ainda jogava em Curitiba. Lembro que prometi um gol quando ela nasceu e fui realmente fazer quase um ano depois”, brinca.

Reginaldo Nascimento viveu um dos momentos mais importantes na história alviverde, quando o time se classificou para a Taça Libertadores, com uma grande campanha no Brasileiro de 2003, ano que também foi campeão estadual invicto. “Acho que foi o planejamento que aconteceu em 2003 que nos levou à Libertadores. Dos oito anos que fiquei no Coritiba tenho inúmeras boas lembranças, mas o ano de 2003 foi sensacional. Lembro que nas concentrações as portas não ficavam fechadas, porque a sintonia era muito grande”, conta.

“Também tivemos um pouco de sorte. No final do Campeonato perdemos um jogo na Bahia e decidimos a vaga contra o Criciúma. Lembro que avisei o árbitro que o goleiro se adiantava em pênalti e ele mandou voltar uma cobrança no jogo decisivo”, conta. “E entre todo esse período em que estive no Clube, esse time de 2003 foi sensacional”, completa.

Hoje, Nascimento se declara um legítimo torcedor coxa-branca. Morador de Curitiba, ele procura sempre acompanhar os jogos do Clube no estádio. “Parei de jogar e hoje sou torcedor”, aponta o atleta que esteve sempre ao lado do Coxa, até nos momentos mais difíceis.

“Cair não tem nada de bom, mas se teve uma coisa boa foi essa união do torcedor. Ele abraçou o Clube e o que aconteceu em uma semana na reta final da Copa do Brasil, de novos 10 mil Sócios é algo incrível. É coisa de uma torcida grande”, afirma.

E ele confia em muito no trabalho que vem sendo desenvolvido. “Logo, logo, com o projeto que está sendo feito por essa diretoria, esse torcedor vai ver o Clube conquistar coisas muito importantes, de um grande valor”, disse esperançoso e confiante que o trabalho em longo prazo, como foi em 2003. “Tenho certeza que a manutenção de grande parte do elenco de 2002 e a confiança da diretoria no trabalho foram fundamentais para aquela conquista”, finaliza.
Nascimento é o atleta que mais jogou no Couto Pereira
Com 152 jogos, Nascimento destaca planejamento e a campanha que levou o Coxa à Libertadores
Há 15 anos - 14/08/2011 18:41
Nascimento é o atleta que mais jogou no Couto Pereira
Entre tantos craques e ídolos que vestiram a camisa coxa-branca, um deles é quem tem mais história para contar na trajetória alviverde em jogos no estádio Couto Pereira. Reginaldo Nascimento vestiu a camisa do Coritiba por 152 vezes no maior estádio do Paraná e é o recordista entre os que mais atuaram.

“Fiquei oito anos no Clube e me sinto muito honrado em saber disso. Hoje em dia eu até digo que o Coritiba fez muito bem para mim. Cheguei aqui de contrapeso e acabei ficando por tanto tempo, o que é difícil acontecer com atletas no Brasil”, aponta ele que também é pai. Reginaldo Nascimento, que teve sua filha justamente quando atuava pelo Clube. “A Giovana nasceu quando eu ainda jogava em Curitiba. Lembro que prometi um gol quando ela nasceu e fui realmente fazer quase um ano depois”, brinca.

Reginaldo Nascimento viveu um dos momentos mais importantes na história alviverde, quando o time se classificou para a Taça Libertadores, com uma grande campanha no Brasileiro de 2003, ano que também foi campeão estadual invicto. “Acho que foi o planejamento que aconteceu em 2003 que nos levou à Libertadores. Dos oito anos que fiquei no Coritiba tenho inúmeras boas lembranças, mas o ano de 2003 foi sensacional. Lembro que nas concentrações as portas não ficavam fechadas, porque a sintonia era muito grande”, conta.

“Também tivemos um pouco de sorte. No final do Campeonato perdemos um jogo na Bahia e decidimos a vaga contra o Criciúma. Lembro que avisei o árbitro que o goleiro se adiantava em pênalti e ele mandou voltar uma cobrança no jogo decisivo”, conta. “E entre todo esse período em que estive no Clube, esse time de 2003 foi sensacional”, completa.

Hoje, Nascimento se declara um legítimo torcedor coxa-branca. Morador de Curitiba, ele procura sempre acompanhar os jogos do Clube no estádio. “Parei de jogar e hoje sou torcedor”, aponta o atleta que esteve sempre ao lado do Coxa, até nos momentos mais difíceis.

“Cair não tem nada de bom, mas se teve uma coisa boa foi essa união do torcedor. Ele abraçou o Clube e o que aconteceu em uma semana na reta final da Copa do Brasil, de novos 10 mil Sócios é algo incrível. É coisa de uma torcida grande”, afirma.

E ele confia em muito no trabalho que vem sendo desenvolvido. “Logo, logo, com o projeto que está sendo feito por essa diretoria, esse torcedor vai ver o Clube conquistar coisas muito importantes, de um grande valor”, disse esperançoso e confiante que o trabalho em longo prazo, como foi em 2003. “Tenho certeza que a manutenção de grande parte do elenco de 2002 e a confiança da diretoria no trabalho foram fundamentais para aquela conquista”, finaliza.