Treinador leva dúvidas para o Rio
"Esses tipos de jogos são especiais e bons de jogar"
Há 15 anos - 05/08/2011 18:17
Treinador leva dúvidas para o Rio
O confronto que reúne os dois melhores ataques do Brasileiro 2011 é encarado com muita responsabilidade pelo time coxa-branca. E para parar a equipe carioca, a atenção e a vontade precisam ser redobradas. O técnico Marcelo Oliveira também usa a experiência que teve como atleta e lembra que é nesse tipo de jogo que todos querem mostrar seu talento.

"É um confronto dificílimo, mas um jogo bom de jogar, porque a gente sabe que o adversário tem um poder grande, joga e vai para cima. E é nas dificuldades nós temos a capacidade de se superar, e eu acredito muito nisso", aponta o treinador coxa-branca. "Eu fui jogador durante quase 15 anos, e esses tipos de jogos são especiais e bons de disputar. É muito melhor jogar com uma equipe da grandeza do Flamengo que vai nos atacar e que vai também nos deixar aproveitar os possíveis espaços. E um jogo que consagra a equipe e o trabalho. É esse o sentimento que eu passo para a equipe. E é isso que nós vamos levar para o campo também, impor nossa condição, não temer ninguém, marcá-los bem, mas procurar jogar também", emenda.

E o grupo alviverde também sabe bem o momento que o Flamengo vive, afinal o Coritiba teve uma situação muito parecida no primeiro semestre. "Nós sustentamos durante um bom tempo essa invencibilidade também e um dia perdemos, é assim que funciona o futebol e é com esse sentimento que a gente vai para o Rio, sabendo que o Flamengo é muito bem comandado pelo Vanderlei, toca muito a bola,  tem um poder ofensivo muito grande, e temos que estar atento a essas dificuldades, mas impondo a nossa condição, nós temos um bom time, bem comprometido, capaz de enfrentar qualquer adversário em qualquer circunstância", garante.

E a confirmação do time que inicia a partida só deve sair mesmo minutos antes do jogo. "A gente tem que estar avaliando a situação física dos jogadores, observando o desgaste coletivo e individual de cada um. E justamente por isso eu não realizei o tático hoje e vou deixar para confirmar a equipe amanhã antes do jogo", conta o treinador, que não esconde que é possível ter novidades na equipe. "Você pode e tem elenco, e pode e deve criar estratégia própria para esse jogo contra o Flamengo, às vezes mudando pouco", completa.

Além disso, a partida também é uma boa oportunidade para tentar buscar pontos perdidos, que ficaram para trás. "Eu confesso que a posição atual é boa em relação ao que têm acontecido, mas ela está muito aquém da expectativa que a gente tinha em relação ao campeonato. E aí a gente pode lembrar de partidas que a gente não aproveitou as oportunidades, e até jogou bem, mas não obteve a pontuação. Passar para a primeira parte é bom, mas está aquém daquilo que a gente esperava", finaliza Marcelo.

 
Treinador leva dúvidas para o Rio
"Esses tipos de jogos são especiais e bons de jogar"
Há 15 anos - 05/08/2011 18:17
Treinador leva dúvidas para o Rio
O confronto que reúne os dois melhores ataques do Brasileiro 2011 é encarado com muita responsabilidade pelo time coxa-branca. E para parar a equipe carioca, a atenção e a vontade precisam ser redobradas. O técnico Marcelo Oliveira também usa a experiência que teve como atleta e lembra que é nesse tipo de jogo que todos querem mostrar seu talento.

"É um confronto dificílimo, mas um jogo bom de jogar, porque a gente sabe que o adversário tem um poder grande, joga e vai para cima. E é nas dificuldades nós temos a capacidade de se superar, e eu acredito muito nisso", aponta o treinador coxa-branca. "Eu fui jogador durante quase 15 anos, e esses tipos de jogos são especiais e bons de disputar. É muito melhor jogar com uma equipe da grandeza do Flamengo que vai nos atacar e que vai também nos deixar aproveitar os possíveis espaços. E um jogo que consagra a equipe e o trabalho. É esse o sentimento que eu passo para a equipe. E é isso que nós vamos levar para o campo também, impor nossa condição, não temer ninguém, marcá-los bem, mas procurar jogar também", emenda.

E o grupo alviverde também sabe bem o momento que o Flamengo vive, afinal o Coritiba teve uma situação muito parecida no primeiro semestre. "Nós sustentamos durante um bom tempo essa invencibilidade também e um dia perdemos, é assim que funciona o futebol e é com esse sentimento que a gente vai para o Rio, sabendo que o Flamengo é muito bem comandado pelo Vanderlei, toca muito a bola,  tem um poder ofensivo muito grande, e temos que estar atento a essas dificuldades, mas impondo a nossa condição, nós temos um bom time, bem comprometido, capaz de enfrentar qualquer adversário em qualquer circunstância", garante.

E a confirmação do time que inicia a partida só deve sair mesmo minutos antes do jogo. "A gente tem que estar avaliando a situação física dos jogadores, observando o desgaste coletivo e individual de cada um. E justamente por isso eu não realizei o tático hoje e vou deixar para confirmar a equipe amanhã antes do jogo", conta o treinador, que não esconde que é possível ter novidades na equipe. "Você pode e tem elenco, e pode e deve criar estratégia própria para esse jogo contra o Flamengo, às vezes mudando pouco", completa.

Além disso, a partida também é uma boa oportunidade para tentar buscar pontos perdidos, que ficaram para trás. "Eu confesso que a posição atual é boa em relação ao que têm acontecido, mas ela está muito aquém da expectativa que a gente tinha em relação ao campeonato. E aí a gente pode lembrar de partidas que a gente não aproveitou as oportunidades, e até jogou bem, mas não obteve a pontuação. Passar para a primeira parte é bom, mas está aquém daquilo que a gente esperava", finaliza Marcelo.