O Coritiba escolheu o dia do clássico Atle-Tiba para provar que segurança é prioridade no Alto da Glória. Antes da partida foi inaugurado o Juizado Especial Criminal (JECRIM) no estádio Couto Pereira com a presença de autoridades do poder judiciário do estado, do presidente do clube, Jair Cirino, e do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, Gláucio Geara.
A área, que serve de base para a Polícia Civil, Militar, IML, psicólogos e Justiça Presente, agora é obrigatória em todos os estádios da capital, isso a pedido do próprio Coritiba, que deu mais um passo contra a violência.
O presidente Jair Cirino destacou a importância da implementação do juizado e do interesse do clube em estar ao lado da justiça. "O Coritiba é um grande clube que sofreu a mais severa punição e sabe como é importante para a justiça ter os clubes ao seu lado. É por isso que temos orgulho de inaugurar o Juizado Especial Criminal no Couto Pereira para acabar com os focos de violência dentro e ao redor do estádio".
"A intenção é criar uma cultura de paz e acabar com a sensação de impunidade, que estimula atitudes violentas de torcedores", conta o desembargador Ivan Bortoleto, 2º vice-presidente do Tribunal de Justiça, que também esteve presente para participar da inauguração do local. O presidente do Tribunal de Justiça, Miguel Kfouri Neto, afirma que a iniciativa "aproxima o Judiciário do povo". 
Quem também participou da cerimônia foi advogado René Dotti, que defendeu o Coritiba em 2010 na maior punição da história do futebol brasileiro. "É uma atitude extraordinária que une o Juizado Especial a um clube centenário na prevenção de delitos. Esperamos que hajam gritos da torcida, mas que eles sejam sempre de alegria e apoio ao time".
"O Ministério Público já estava atento às questões de segurança e agora temos que parabenizar o Coritiba pela estrutura montada. É uma atitude que fortalece o Juizado e o futebol paranaense", também destaca o procurador-geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto.
O Juizado instalado no Couto Pereira funcionará duas horas antes das partidas e só terá expediente encerrado quando as ocorrências do dia forem encerradas. Além disso, o local poderá atender ocorrências num perímetro de até cinco quilômetros do estádio.
O Coritiba escolheu o dia do clássico Atle-Tiba para provar que segurança é prioridade no Alto da Glória. Antes da partida foi inaugurado o Juizado Especial Criminal (JECRIM) no estádio Couto Pereira com a presença de autoridades do poder judiciário do estado, do presidente do clube, Jair Cirino, e do presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, Gláucio Geara.
A área, que serve de base para a Polícia Civil, Militar, IML, psicólogos e Justiça Presente, agora é obrigatória em todos os estádios da capital, isso a pedido do próprio Coritiba, que deu mais um passo contra a violência.
O presidente Jair Cirino destacou a importância da implementação do juizado e do interesse do clube em estar ao lado da justiça. "O Coritiba é um grande clube que sofreu a mais severa punição e sabe como é importante para a justiça ter os clubes ao seu lado. É por isso que temos orgulho de inaugurar o Juizado Especial Criminal no Couto Pereira para acabar com os focos de violência dentro e ao redor do estádio".
"A intenção é criar uma cultura de paz e acabar com a sensação de impunidade, que estimula atitudes violentas de torcedores", conta o desembargador Ivan Bortoleto, 2º vice-presidente do Tribunal de Justiça, que também esteve presente para participar da inauguração do local. O presidente do Tribunal de Justiça, Miguel Kfouri Neto, afirma que a iniciativa "aproxima o Judiciário do povo". 
Quem também participou da cerimônia foi advogado René Dotti, que defendeu o Coritiba em 2010 na maior punição da história do futebol brasileiro. "É uma atitude extraordinária que une o Juizado Especial a um clube centenário na prevenção de delitos. Esperamos que hajam gritos da torcida, mas que eles sejam sempre de alegria e apoio ao time".
"O Ministério Público já estava atento às questões de segurança e agora temos que parabenizar o Coritiba pela estrutura montada. É uma atitude que fortalece o Juizado e o futebol paranaense", também destaca o procurador-geral de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto.
O Juizado instalado no Couto Pereira funcionará duas horas antes das partidas e só terá expediente encerrado quando as ocorrências do dia forem encerradas. Além disso, o local poderá atender ocorrências num perímetro de até cinco quilômetros do estádio.