O empenho e a dedicação do CEECOR e do Triguinho fazem da recuperação do atleta cada dia mais próxima do fim. Passaram-se exatamente 90 dias desde a grave lesão sofrida pelo lateral e nesta quarta-feira (02) ele deu um novo passo na busca pela volta aos gramados: Triguinho foi liberado para aumentar o nível de intensidade do tratamento fisioterápico.
Para o Dr. Bráulio Moreira Junior, que estava presente no estádio no momento da fratura, a trajetória de tratamento tem um sentimento especial. "Me lembro muito bem, ele se machucou no dia 02 de novembro, era uma terça de finados. Como todos os jogadores que têm algum tipo de lesão, o Triguinho passou por várias fases diferentes nesse período. A primeira situação foi se desesperar com a carreira, pensando se voltaria a jogar. Mas eu me lembro que naquele momento procurei passar, além da assistência médica, muita tranqulidade, falando que ele ia voltar a jogar, que ia dar tudo certo", conta.
E agora, participando deste novo processo de aumento do nível de atividade de fisioterapia de Triguinho, Junior vê que a união entre atleta, clube, médicos e fisioterapeutas tem sido essencial para o bom desenvolvimento do trabalho. "O resultado é muito satisfatório dentro do que era previsto pelo CEECOR. Ele mesmo está muito feliz com isso, porque vê cada vez mais próximo o seu retorno", revela o médico.
"A diretoria também deu apoio, passando que independente do que acontecesse ele poderia ficar tranquilo porque o Coritiba estaria ao lado dele durante toda a recuperação. Essa segurança foi muito importante", emenda.
Durante a pré-temporada, quando o jogador viajou junto com o elenco para Foz do Iguaçu, uma nova etapa já havia sido iniciada. De lá para cá, a expectativa de todos no clube só aumentou. "Após a cirurgia houve a fase de reabilitação e o próprio Triguinho ajudou bastante, às vezes até querendo fazer mais do que poderia e tivemos que controlar. Agora ele já faz todos os movimentos novamente e vive a expectativa de voltar a treinar com bola e jogar".
Nesta fase, o atleta está evoluindo com suas atividades de fisioterapia. Segundo o Coordenador do Departamento Médico coxa-branca Dr. Lucio Ernlund "ele vem evoluindo muito bem e mantemos a previsão incial de cerca de seis meses de recuperação final. As condições dependem da evolução clínica do atleta", finaliza Ernlund.
O empenho e a dedicação do CEECOR e do Triguinho fazem da recuperação do atleta cada dia mais próxima do fim. Passaram-se exatamente 90 dias desde a grave lesão sofrida pelo lateral e nesta quarta-feira (02) ele deu um novo passo na busca pela volta aos gramados: Triguinho foi liberado para aumentar o nível de intensidade do tratamento fisioterápico.
Para o Dr. Bráulio Moreira Junior, que estava presente no estádio no momento da fratura, a trajetória de tratamento tem um sentimento especial. "Me lembro muito bem, ele se machucou no dia 02 de novembro, era uma terça de finados. Como todos os jogadores que têm algum tipo de lesão, o Triguinho passou por várias fases diferentes nesse período. A primeira situação foi se desesperar com a carreira, pensando se voltaria a jogar. Mas eu me lembro que naquele momento procurei passar, além da assistência médica, muita tranqulidade, falando que ele ia voltar a jogar, que ia dar tudo certo", conta.
E agora, participando deste novo processo de aumento do nível de atividade de fisioterapia de Triguinho, Junior vê que a união entre atleta, clube, médicos e fisioterapeutas tem sido essencial para o bom desenvolvimento do trabalho. "O resultado é muito satisfatório dentro do que era previsto pelo CEECOR. Ele mesmo está muito feliz com isso, porque vê cada vez mais próximo o seu retorno", revela o médico.
"A diretoria também deu apoio, passando que independente do que acontecesse ele poderia ficar tranquilo porque o Coritiba estaria ao lado dele durante toda a recuperação. Essa segurança foi muito importante", emenda.
Durante a pré-temporada, quando o jogador viajou junto com o elenco para Foz do Iguaçu, uma nova etapa já havia sido iniciada. De lá para cá, a expectativa de todos no clube só aumentou. "Após a cirurgia houve a fase de reabilitação e o próprio Triguinho ajudou bastante, às vezes até querendo fazer mais do que poderia e tivemos que controlar. Agora ele já faz todos os movimentos novamente e vive a expectativa de voltar a treinar com bola e jogar".
Nesta fase, o atleta está evoluindo com suas atividades de fisioterapia. Segundo o Coordenador do Departamento Médico coxa-branca Dr. Lucio Ernlund "ele vem evoluindo muito bem e mantemos a previsão incial de cerca de seis meses de recuperação final. As condições dependem da evolução clínica do atleta", finaliza Ernlund.