O empate sofrido no último minuto não foi o que o Coritiba nem o técnico Marcelo Oliveira esperavam em Arapongas, ainda mais pelas circunstâncias do jogo. No entanto, o treinador também reconhece a força do adversário e sabe que a equipe ainda precisa precisa evoluir.
Para ele, várias situações determinaram o gol sofrido. "Acho que é uma combinação e coisas. O gramado, o grande número de torcedores, a bola áerea de um time com seis, sete jogadores muito altos", lembrou Marcelo, que sabe que o jogo poderia ter sido liquidado. "Tivemos muitos contra-atques que poderiam ter definido o jogo, não perdemos, mas viemos para buscar os três pontos", emenda.
O que se viu foi "um primeiro tempo muito equilibrado e se perde muitas bolas em um campo assim, com disputas muito acirradas e poucos espaços. Uma bola parada do adversário acabou sendo fator decisivo".
Assim, ele sabe o que precisa corrigir e o trabalho segue intenso durante a semana. Às vezes, "falta de atenção, de velocidade e um pouquinho mais de capricho".
Mas também não se pode esquecer a força do Arapongas. "Acho que tem um mérito também, é um adversário forte e que tem uma bola áerea muito forte", finaliza.
O empate sofrido no último minuto não foi o que o Coritiba nem o técnico Marcelo Oliveira esperavam em Arapongas, ainda mais pelas circunstâncias do jogo. No entanto, o treinador também reconhece a força do adversário e sabe que a equipe ainda precisa precisa evoluir.
Para ele, várias situações determinaram o gol sofrido. "Acho que é uma combinação e coisas. O gramado, o grande número de torcedores, a bola áerea de um time com seis, sete jogadores muito altos", lembrou Marcelo, que sabe que o jogo poderia ter sido liquidado. "Tivemos muitos contra-atques que poderiam ter definido o jogo, não perdemos, mas viemos para buscar os três pontos", emenda.
O que se viu foi "um primeiro tempo muito equilibrado e se perde muitas bolas em um campo assim, com disputas muito acirradas e poucos espaços. Uma bola parada do adversário acabou sendo fator decisivo".
Assim, ele sabe o que precisa corrigir e o trabalho segue intenso durante a semana. Às vezes, "falta de atenção, de velocidade e um pouquinho mais de capricho".
Mas também não se pode esquecer a força do Arapongas. "Acho que tem um mérito também, é um adversário forte e que tem uma bola áerea muito forte", finaliza.