Em um jogo cheio de emoções, marcado pela reação coxa-branca na segunda etapa, coube ao meia Alex fazer o último e decisivo gol da vitória sobre o Arapongas, pela 7ª rodada do returno do estadual 2013. Um gol fruto do empenho do grupo na retomada em campo, definindo o placar em 3×2 e que o meia – que continua na briga pela artilharia do estadual com nove gols – fez questão exaltar a força da equipe.
“Essa consciência temos que ter que o torcedor está certo, que não estamos jogando bem. Sabemos que podemos render bem mais do que a gente vem rendendo, mas o torcedor também precisa saber que precisamos muito do apoio dele, então temos que encontrar um equilíbrio entre campo e arquibancada, porque tanto a gente dentro de campo, como o torcedor na arquibancada querem um Coritiba vencedor”, diz. E parafraseando o superintendente de futebol do Coritiba Felipe Ximenes emenda, “quando a gente ganha a gente valoriza muito e acha que é muito mais do que aquilo que está sendo, assim como quando a gente perde valoriza muito essas derrotas e parece que é pior do que é”.
“Não me surpreende porque os mesmos que vaiaram na arquibancada são meus companheiros de arquibancada, eu cresci ali. Eu já vi jogo atrás do gol onde estava a Império, vi jogo na reta da Mauá, vi jogo nas sociais. Eu li muito a respeito da história do Coritiba e me sinto privilegiado porque quando cheguei aqui vi grandes ídolos da década de 60 e 70. Tenho um sogro que foi presidente do clube. Eu convivi com muita gente ligado ao Coritiba. Então se treinadores como o Tim, Enio Andrade, conversei muito com o Krüger se eles passaram por isso, porque um menino que está começando não pode passar”, relatou o meia após a primeira pergunta na coletiva de imprensa.
“Eu passei por essa mesma situação quando subi no Coritiba. Tinha apelidos pejorativos, sofri muitas vaias e depois de 18 anos voltei como um grande jogador. E eu entendo isso. E o meu abraço ao Marquinhos é só para que ele entenda que a gente está junto independente de qualquer coisa, nós vamos ganhar juntos, vamos perder juntos”, emenda.
Na partida diante do Arapongas, Alex também ressaltou a qualidade do trabalho feito em casa pelo Coritiba. Em um jogo cheio de pressão, qualidades puderam ser observados.
“Cada um responde de uma forma. Se analisarmos hoje o Zé Rafael não sentiu nada. Ele entrou no intervalo quando estava 1×0, viu o segundo gol e jogou como se tivesse fazendo sua partida número 100 pelo Coxa”, avalia Alex. “Isso é individual e temos que detectar isso para poder formar um grupo homogêneo. Temos um ano longo pela frente e uma decisão do Paranaense, não sabemos quem vem, mas sabemos que será difícil e a gente precisa encontrar esse equilíbrio entre campo e arquibancada para chegar ao nosso objetivo que é o tetracampeonato”.
“Não fizemos um bom primeiro tempo, mas o segundo foi ataque contra defesa”,avalia. “Mesmo não jogando bem tivemos um volume grande na segunda parte”, finaliza.
Confira a coletiva de imprensa de Alex:
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Em um jogo cheio de emoções, marcado pela reação coxa-branca na segunda etapa, coube ao meia Alex fazer o último e decisivo gol da vitória sobre o Arapongas, pela 7ª rodada do returno do estadual 2013. Um gol fruto do empenho do grupo na retomada em campo, definindo o placar em 3×2 e que o meia – que continua na briga pela artilharia do estadual com nove gols – fez questão exaltar a força da equipe.
“Essa consciência temos que ter que o torcedor está certo, que não estamos jogando bem. Sabemos que podemos render bem mais do que a gente vem rendendo, mas o torcedor também precisa saber que precisamos muito do apoio dele, então temos que encontrar um equilíbrio entre campo e arquibancada, porque tanto a gente dentro de campo, como o torcedor na arquibancada querem um Coritiba vencedor”, diz. E parafraseando o superintendente de futebol do Coritiba Felipe Ximenes emenda, “quando a gente ganha a gente valoriza muito e acha que é muito mais do que aquilo que está sendo, assim como quando a gente perde valoriza muito essas derrotas e parece que é pior do que é”.
“Não me surpreende porque os mesmos que vaiaram na arquibancada são meus companheiros de arquibancada, eu cresci ali. Eu já vi jogo atrás do gol onde estava a Império, vi jogo na reta da Mauá, vi jogo nas sociais. Eu li muito a respeito da história do Coritiba e me sinto privilegiado porque quando cheguei aqui vi grandes ídolos da década de 60 e 70. Tenho um sogro que foi presidente do clube. Eu convivi com muita gente ligado ao Coritiba. Então se treinadores como o Tim, Enio Andrade, conversei muito com o Krüger se eles passaram por isso, porque um menino que está começando não pode passar”, relatou o meia após a primeira pergunta na coletiva de imprensa.
“Eu passei por essa mesma situação quando subi no Coritiba. Tinha apelidos pejorativos, sofri muitas vaias e depois de 18 anos voltei como um grande jogador. E eu entendo isso. E o meu abraço ao Marquinhos é só para que ele entenda que a gente está junto independente de qualquer coisa, nós vamos ganhar juntos, vamos perder juntos”, emenda.
Na partida diante do Arapongas, Alex também ressaltou a qualidade do trabalho feito em casa pelo Coritiba. Em um jogo cheio de pressão, qualidades puderam ser observados.
“Cada um responde de uma forma. Se analisarmos hoje o Zé Rafael não sentiu nada. Ele entrou no intervalo quando estava 1×0, viu o segundo gol e jogou como se tivesse fazendo sua partida número 100 pelo Coxa”, avalia Alex. “Isso é individual e temos que detectar isso para poder formar um grupo homogêneo. Temos um ano longo pela frente e uma decisão do Paranaense, não sabemos quem vem, mas sabemos que será difícil e a gente precisa encontrar esse equilíbrio entre campo e arquibancada para chegar ao nosso objetivo que é o tetracampeonato”.
“Não fizemos um bom primeiro tempo, mas o segundo foi ataque contra defesa”,avalia. “Mesmo não jogando bem tivemos um volume grande na segunda parte”, finaliza.
Confira a coletiva de imprensa de Alex:
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