Vitória sobre o Arapongas serve de exemplo para atletas mais novos e serve de escola para quem está dentro de campo
Há 13 anos - 01/04/2013 19:26
O jogo diante do Arapongas foi de grandes emoções. Após sair atrás no placar, com uma vantagem de dois gols ao adversário, o elenco alviverde teve personalidade para buscar o resultado. E com a experiência de Rafinha, Alex, Escudero e Vanderlei, a piazada mais nova do Couto, jovens-velhos conhecidos do treinador Marquinhos Santos, entraram e mostraram um ótimo processo de evolução.
E em um grupo de relacionados com média de 23 anos de idade, a partida que teve final feliz para o time coxa-branca, serve de exemplo para encarar jogos ainda mais difíceis. O técnico Marquinhos Santos teve problemas ao precisar mudar a estrutura da equipe, com alguns atletas suspensos e outros que se recuperam e ainda teve a perda de Sergio Manoel, que havia treinado durante a semana mas foi poupado na véspera. “Entramos com oito atletas que não vinham jogando, então o conjunto acabou atrapalhando um pouco”, admite o comandante.
Mas mesmo assim, o elenco soube corresponder as expectativas. Dos 19 atletas relacionados para a partida, dez eram formados nas categorias de base do Coritiba, e outros garotos mantinham uma média de 21,9 anos de idade entre todos eles. “O grupo tem respondido quanto ao trabalho e é um momento que estamos passando”, aponta o treinador.
Alex, hoje com 35 anos, é um dos atletas que foi formado pelo clube e sabe bem da pressão de iniciar no profissional. “Eu passei por essa mesma situação quando subi aqui no Coritiba, tive apelidos pejorativos e sofri muitas vaias e depois de 18 anos voltei sendo considerado um grande jogador”, recorda o camisa 10.
E eram 12 atletas entre o grupo que tinham idade inferior aos 23 anos. O mais jovem é o meia José Rafael, de apenas 19 anos de idade, e que vem sendo relacionado pela comissão técnica nos últimos anos. “Mesmo com todos à disposição ele já fez parte dos relacionados e hoje pôde entrar no jogo. É um atleta que vem crescendo, amadurecendo e aproveitou a chance. Isso é o futebol”, lembra Marquinhos.
Situação aproveitada pelo meia Zé Rafael, mas que também serve de exemplo para todo o grupo. “Muitos jogadores jovens sentiram o jogo e sentindo esse apupo do lado de fora as coisas se complicam, mas serve de aprendizado para quem está dentro de campo”, finaliza o meia Alex.
Piazada coxa-branca corresponde em campo
Vitória sobre o Arapongas serve de exemplo para atletas mais novos e serve de escola para quem está dentro de campo
Há 13 anos - 01/04/2013 19:26
O jogo diante do Arapongas foi de grandes emoções. Após sair atrás no placar, com uma vantagem de dois gols ao adversário, o elenco alviverde teve personalidade para buscar o resultado. E com a experiência de Rafinha, Alex, Escudero e Vanderlei, a piazada mais nova do Couto, jovens-velhos conhecidos do treinador Marquinhos Santos, entraram e mostraram um ótimo processo de evolução.
E em um grupo de relacionados com média de 23 anos de idade, a partida que teve final feliz para o time coxa-branca, serve de exemplo para encarar jogos ainda mais difíceis. O técnico Marquinhos Santos teve problemas ao precisar mudar a estrutura da equipe, com alguns atletas suspensos e outros que se recuperam e ainda teve a perda de Sergio Manoel, que havia treinado durante a semana mas foi poupado na véspera. “Entramos com oito atletas que não vinham jogando, então o conjunto acabou atrapalhando um pouco”, admite o comandante.
Mas mesmo assim, o elenco soube corresponder as expectativas. Dos 19 atletas relacionados para a partida, dez eram formados nas categorias de base do Coritiba, e outros garotos mantinham uma média de 21,9 anos de idade entre todos eles. “O grupo tem respondido quanto ao trabalho e é um momento que estamos passando”, aponta o treinador.
Alex, hoje com 35 anos, é um dos atletas que foi formado pelo clube e sabe bem da pressão de iniciar no profissional. “Eu passei por essa mesma situação quando subi aqui no Coritiba, tive apelidos pejorativos e sofri muitas vaias e depois de 18 anos voltei sendo considerado um grande jogador”, recorda o camisa 10.
E eram 12 atletas entre o grupo que tinham idade inferior aos 23 anos. O mais jovem é o meia José Rafael, de apenas 19 anos de idade, e que vem sendo relacionado pela comissão técnica nos últimos anos. “Mesmo com todos à disposição ele já fez parte dos relacionados e hoje pôde entrar no jogo. É um atleta que vem crescendo, amadurecendo e aproveitou a chance. Isso é o futebol”, lembra Marquinhos.
Situação aproveitada pelo meia Zé Rafael, mas que também serve de exemplo para todo o grupo. “Muitos jogadores jovens sentiram o jogo e sentindo esse apupo do lado de fora as coisas se complicam, mas serve de aprendizado para quem está dentro de campo”, finaliza o meia Alex.