Terça-feira de clima agradável em Curitiba, gramado impecável, estádio irretocável. Foi diante deste cenário que o técnico Ney Franco comandou o primeiro treino no estádio Couto Pereira após os incidentes do último 06 de dezembro na tarde de ontem. Foi naquele domingo que vândalos invadiram o gramado do estádio Couto Pereira e imputaram ao Coxa a missão de passar por um dos momentos mais lamentáveis de sua história.
Sem poder jogar no Alto da Glória desde então, ainda aguardando a vistoria do estádio pelas autoridades competentes, os jogadores fizeram o último trabalho antes do jogo diante do Operário, que acontece nesta quarta-feira (03), no estádio Germano Krueger, em Ponta Grossa, interior do estado e longe das cercanias do Couto.
O treino de terça-feira suscitou saudades em alguns e admiração de outros. Jogadores antigos e comissão técnicas não pouparam elogios à condição do campo enquanto o novatos, como Enrico e Rafinha, exaltaram admirados o estádio.
“Não entendo porque estamos a tanto tempo esperando. Fomos julgados com tanta pressa ano passado e agora as coisas estão demorando. Por isso ficamos longe deste estádio, deste gramado perfeito”, disse o capitão Jeci. “Eu sabia que o Couto Pereira era um bom estádio, mas o gramado esta perfeito, melhor que qualquer outro na cidade”, comentou Enrico.
“Acompanho o campeonato de outros estados pela televisão e vemos jogos do paulista, carioca, gaúcho em lugares complicados, gramados péssimos e o Couto Pereira aqui, fechado,” compara o capitão coxa-branca.
Enquanto não acontece o julgamento no STJD o Coxa precisa se virar para jogar em outras praças, com menos público, altos custos de logística e a ausência dos associados. Nada que tire a dedicação dos atletas, que mesmo diante destas dificuldades colocaram o Coxa na liderança do estadual, com cinco pontos a mais que o segundo colocado, somente nas cinco primeiras rodadas.
"Se está bom para os atletas trabalharem, acredito que seja um grande passo (risos). Esperamos que eles vejam nossa situação com carinho, porque o Coritiba não pode pagar dessa maneira. Só queremos a nossa casa de volta", desabafa o volante Leandro Donizete.
O técnico Ney Franco também comemorou o fato de poder comandar um treino no Alto da Glória. "O gramado está excelente, a estrutura do estádio é a mesma. Foi um trabalho muito proveitoso. Temos um time de muita velocidade, que faz a bola correr e o gramado do Couto contribui para um melhor rendimento, inevitavelmente", explica.
Até a conclusão desta matéria, o departamento jurídico do clube não havia recebido nenhuma informação oficial sobre o novo julgamento, que acontece no Pleno do STJD, e terá a frente advogados coritibanos em defesa do futebol paranaense.
Confira a galeria de fotos do primeiro treino do Coxa no Couto Pereira em 2010.
Terça-feira de clima agradável em Curitiba, gramado impecável, estádio irretocável. Foi diante deste cenário que o técnico Ney Franco comandou o primeiro treino no estádio Couto Pereira após os incidentes do último 06 de dezembro na tarde de ontem. Foi naquele domingo que vândalos invadiram o gramado do estádio Couto Pereira e imputaram ao Coxa a missão de passar por um dos momentos mais lamentáveis de sua história.
Sem poder jogar no Alto da Glória desde então, ainda aguardando a vistoria do estádio pelas autoridades competentes, os jogadores fizeram o último trabalho antes do jogo diante do Operário, que acontece nesta quarta-feira (03), no estádio Germano Krueger, em Ponta Grossa, interior do estado e longe das cercanias do Couto.
O treino de terça-feira suscitou saudades em alguns e admiração de outros. Jogadores antigos e comissão técnicas não pouparam elogios à condição do campo enquanto o novatos, como Enrico e Rafinha, exaltaram admirados o estádio.
“Não entendo porque estamos a tanto tempo esperando. Fomos julgados com tanta pressa ano passado e agora as coisas estão demorando. Por isso ficamos longe deste estádio, deste gramado perfeito”, disse o capitão Jeci. “Eu sabia que o Couto Pereira era um bom estádio, mas o gramado esta perfeito, melhor que qualquer outro na cidade”, comentou Enrico.
“Acompanho o campeonato de outros estados pela televisão e vemos jogos do paulista, carioca, gaúcho em lugares complicados, gramados péssimos e o Couto Pereira aqui, fechado,” compara o capitão coxa-branca.
Enquanto não acontece o julgamento no STJD o Coxa precisa se virar para jogar em outras praças, com menos público, altos custos de logística e a ausência dos associados. Nada que tire a dedicação dos atletas, que mesmo diante destas dificuldades colocaram o Coxa na liderança do estadual, com cinco pontos a mais que o segundo colocado, somente nas cinco primeiras rodadas.
"Se está bom para os atletas trabalharem, acredito que seja um grande passo (risos). Esperamos que eles vejam nossa situação com carinho, porque o Coritiba não pode pagar dessa maneira. Só queremos a nossa casa de volta", desabafa o volante Leandro Donizete.
O técnico Ney Franco também comemorou o fato de poder comandar um treino no Alto da Glória. "O gramado está excelente, a estrutura do estádio é a mesma. Foi um trabalho muito proveitoso. Temos um time de muita velocidade, que faz a bola correr e o gramado do Couto contribui para um melhor rendimento, inevitavelmente", explica.
Até a conclusão desta matéria, o departamento jurídico do clube não havia recebido nenhuma informação oficial sobre o novo julgamento, que acontece no Pleno do STJD, e terá a frente advogados coritibanos em defesa do futebol paranaense.
Confira a galeria de fotos do primeiro treino do Coxa no Couto Pereira em 2010.