Quem acompanhou o saudoso futebol amador desde os tempos de Paissandu, Tupinambá, Caxias, Sergipe entre tantos outros, e viram grandes jogadores como Jamanta, Levy, Osni, tomando conta dos times, também conhece o termo acima, que significa simplesmente engraxar as chuteiras, e assim se referia aos demais que não acompanhavam o nível técnico.
Pois bem, rememorando o ano passado totalmente infrutífero, sabemos com que zaga o clube caiu na desgraça, e agora, quando se forma um movimento gigante tentando evitar um mal maior, já jogamos três rodadas que embora vencendo, escancara a pobreza técnica da nossa chamada zona do agrião.
Já mencionei em colunas anteriores que, “A grande vaia da realidade é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose da fantasia”. Os admiradores corrompem, e não posso me furtar em chamar a atenção para a limitação técnica de alguns atletas profissionais confortavelmente constantes na folha de pagamento e que ainda não disseram a que vieram.
O Coritiba Foot Ball Club tem a obrigação de vencer este campeonato motivo de chacota nacional com o referendo de uma federação de cabides, e um regulamento ridículo, seria o mínimo a se esperar de um grupo de atletas que almejam promover-se profissionalmente, o que me assusta é ver ex- atletas de Palmeiras e Grêmio ainda estarem se firmando como titulares neste cenário.
Tenho certeza de que o jovem zagueiro Lucas Mendes e outros, diante de tantas oportunidades já estariam envergando a camisa como titulares absolutos e transpirando a garra alviverde, virtude somente adquirida quando se acompanha o clube desde as categorias de base. Salvações alviverdes!
[email protected]
Quem acompanhou o saudoso futebol amador desde os tempos de Paissandu, Tupinambá, Caxias, Sergipe entre tantos outros, e viram grandes jogadores como Jamanta, Levy, Osni, tomando conta dos times, também conhece o termo acima, que significa simplesmente engraxar as chuteiras, e assim se referia aos demais que não acompanhavam o nível técnico.
Pois bem, rememorando o ano passado totalmente infrutífero, sabemos com que zaga o clube caiu na desgraça, e agora, quando se forma um movimento gigante tentando evitar um mal maior, já jogamos três rodadas que embora vencendo, escancara a pobreza técnica da nossa chamada zona do agrião.
Já mencionei em colunas anteriores que, “A grande vaia da realidade é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose da fantasia”. Os admiradores corrompem, e não posso me furtar em chamar a atenção para a limitação técnica de alguns atletas profissionais confortavelmente constantes na folha de pagamento e que ainda não disseram a que vieram.
O Coritiba Foot Ball Club tem a obrigação de vencer este campeonato motivo de chacota nacional com o referendo de uma federação de cabides, e um regulamento ridículo, seria o mínimo a se esperar de um grupo de atletas que almejam promover-se profissionalmente, o que me assusta é ver ex- atletas de Palmeiras e Grêmio ainda estarem se firmando como titulares neste cenário.
Tenho certeza de que o jovem zagueiro Lucas Mendes e outros, diante de tantas oportunidades já estariam envergando a camisa como titulares absolutos e transpirando a garra alviverde, virtude somente adquirida quando se acompanha o clube desde as categorias de base. Salvações alviverdes!
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