Começa o ano, ressurgem as esperanças, reavivam-se as promessas de novos hábitos, realinham-se os projetos, novos planos de ação nas pranchetas, mas principalmente, haverá que se ter em mente: “Jamais haverá um ano realmente novo, se repetirmos os erros do ano velho”.
Num campeonato estadual disputado em pouco mais de três meses, reside exatamente o laboratório para alçar vôos mais altos, o imortal Coritiba é o grande favorito, espera-se a otimização de todos os recursos, notadamente os humanos, e ai é necessário frisar que a maioria dos atletas já está no clube á algum tempo, e num campeonato com nível técnico questionável, não se admite profissionais continuarem a pregar sustos no torcedor, até por que já passaram por outros grandes clubes e não podem ter esquecido de fazer o seu trabalho de maneira competente.
Exaspera-se o torcedor, na medida em que exatamente Rafinha e Enrico, recém contratados, já demonstrem um desempenho diferenciado, e, em contrapartida, outros figurem na mídia como “fora de ritmo”, e aí fica a pergunta: “Quando realmente estiveram dentro do ritmo?”.
O senso crítico que exerço em minhas modestas colunas, visa, prioritariamente, trazer subsídios na leitura de desempenho do grupo que enverga a amada camisa alviverde, e fico preocupado quando logo na primeira aparição após o fatídico 06 de dezembro, se coloquem questões como o descarte de bicho, apesar de uma iniciativa simpática, que não desencadeie qualquer descompromisso com a história do clube, e que não se fale mais nisso.
Lealdade é diferente de subserviência, e o elemento fundamental para alegrar o torcedor é o coração no bico da chuteira, mais futebol e menos discurso. Precisamos urgentemente de um reencontro com a grandeza. Sucesso para o grande amor de nossas vidas, o Coritiba Foot Ball Club, afinal de contas, parafraseando aquele comercial de banco: “O tempo passa, o tempo voa...
[email protected]
Começa o ano, ressurgem as esperanças, reavivam-se as promessas de novos hábitos, realinham-se os projetos, novos planos de ação nas pranchetas, mas principalmente, haverá que se ter em mente: “Jamais haverá um ano realmente novo, se repetirmos os erros do ano velho”.
Num campeonato estadual disputado em pouco mais de três meses, reside exatamente o laboratório para alçar vôos mais altos, o imortal Coritiba é o grande favorito, espera-se a otimização de todos os recursos, notadamente os humanos, e ai é necessário frisar que a maioria dos atletas já está no clube á algum tempo, e num campeonato com nível técnico questionável, não se admite profissionais continuarem a pregar sustos no torcedor, até por que já passaram por outros grandes clubes e não podem ter esquecido de fazer o seu trabalho de maneira competente.
Exaspera-se o torcedor, na medida em que exatamente Rafinha e Enrico, recém contratados, já demonstrem um desempenho diferenciado, e, em contrapartida, outros figurem na mídia como “fora de ritmo”, e aí fica a pergunta: “Quando realmente estiveram dentro do ritmo?”.
O senso crítico que exerço em minhas modestas colunas, visa, prioritariamente, trazer subsídios na leitura de desempenho do grupo que enverga a amada camisa alviverde, e fico preocupado quando logo na primeira aparição após o fatídico 06 de dezembro, se coloquem questões como o descarte de bicho, apesar de uma iniciativa simpática, que não desencadeie qualquer descompromisso com a história do clube, e que não se fale mais nisso.
Lealdade é diferente de subserviência, e o elemento fundamental para alegrar o torcedor é o coração no bico da chuteira, mais futebol e menos discurso. Precisamos urgentemente de um reencontro com a grandeza. Sucesso para o grande amor de nossas vidas, o Coritiba Foot Ball Club, afinal de contas, parafraseando aquele comercial de banco: “O tempo passa, o tempo voa...
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