Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira (14), o diretor jurídico do Coritiba, Gustavo Nadalin, e os advogados René Dotti e Julio Brito falaram à imprensa sobre o caso do Coritiba, que será julgado nesta terça-feira, pelo STJD, no Rio de Janeiro.
"O Coritiba não está abandonado, não está orfão e não vai admitir ser escreachado e violentado pela mídia nacional e vai, sim, lutar pela sua absolvição no tribunal. Vai querer que justiça seja feita", conta Gustavo Nadalin.
Já o advogado René Dotti acredita que "uma punição exagerada para efeito de exemplarização, procurando demonizar a pessoa jurídica é um atentado contra o direito do torcedor, que é protegido por um estatuto próprio, quando diz no seu artigo primeiro que ele é merecedor de proteção e apoio".
"O torcedor é um cidadão que desfruta de um direito humano que é o lazer. Não é possivel por tanto decretar uma punição de interdição de um estádio de modo a comprometer não apenas o torcedor, mas os cidadãos de modo geral que têm o esporte como lazer", completa.
René ainda destacou que toda a sociedade paranaense deve se mobilizar nesta causa. "Temos recebido manifestações de solidariedade de várais entidades e pessoas ligadas a outros clubes. Não é uma luta só do Coritiba", diz. "É uma luta pela sobrevivência do nosso próprio futebol", finaliza.
Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira (14), o diretor jurídico do Coritiba, Gustavo Nadalin, e os advogados René Dotti e Julio Brito falaram à imprensa sobre o caso do Coritiba, que será julgado nesta terça-feira, pelo STJD, no Rio de Janeiro.
"O Coritiba não está abandonado, não está orfão e não vai admitir ser escreachado e violentado pela mídia nacional e vai, sim, lutar pela sua absolvição no tribunal. Vai querer que justiça seja feita", conta Gustavo Nadalin.
Já o advogado René Dotti acredita que "uma punição exagerada para efeito de exemplarização, procurando demonizar a pessoa jurídica é um atentado contra o direito do torcedor, que é protegido por um estatuto próprio, quando diz no seu artigo primeiro que ele é merecedor de proteção e apoio".
"O torcedor é um cidadão que desfruta de um direito humano que é o lazer. Não é possivel por tanto decretar uma punição de interdição de um estádio de modo a comprometer não apenas o torcedor, mas os cidadãos de modo geral que têm o esporte como lazer", completa.
René ainda destacou que toda a sociedade paranaense deve se mobilizar nesta causa. "Temos recebido manifestações de solidariedade de várais entidades e pessoas ligadas a outros clubes. Não é uma luta só do Coritiba", diz. "É uma luta pela sobrevivência do nosso próprio futebol", finaliza.