Contratado no início de agosto de 2009, o técnico Marquinhos Santos começou com o pé direito e mostrou sua competência no comando alviverde ao levantar o troféu de Campeão Paranaense sub-20. Com exclusividade, ele fala ao coritiba.com.br sobre o trabalho da equipe, elogia a comissão técnica, núcleo de gestão, o treinador Pachequinho pelo início do trabalho e exalta a força do Coritiba e sua torcida.
"É um título importante, que o clube precisava, que a categoria precisava", destaca Marquinhos, que diz que foi em um treinamento antes de um jogo em Paranaguá o momento que ele sentiu que poderia ver a equipe levantar a taça. "Foi num treinamento antes de um jogo de fase de grupos, frente ao Rio Branco, em Paranaguá. Houve algumas situações dentro do treino que a gente percebeu que o grupo estava se fechando, se focando, e na questão do jogo contra o Rio Branco, na adversidade de ter perdido lá nas quartas-de-final e buscar o resultado dentro de casa", avalia.
Desde 2003 sem conquistar o título estadual, a expectativa é também repetir uma boa safra de revelação de atletas. Naquela oportunidade, jogadores como Rafinha e Miranda fizeram parte
da conquista. "Esperamos também uma safra de grandes valores. estamos vendo em três, quatro meses trabalhando pelo clube, o trabalho feito pelo professor Zé Carlos, o trabalho do Aramis, dos professores do Pré-Infantil, Pré-Mirim. São profissionais que estão buscando qualidade", diz. "Quem revela é a categoria profissional, nós temos o objetivo de formar atletas", completa.
O grupo campeão em 2009 mostrou uma identificação muito forte com a camisa e segundo o treinador é visivel que muitos atletas estão trabalhando não apenas para se tornarem profissionais, mas também para poder vestir a camisa do Coritiba, e isso faz a diferença. "Essa é uma conduta que me norteia como treinador. Acho que o atleta precisa honrar a camisa que veste, sentir prazer e orgulho de vestir essas cores, sempre acreditar e confiar na força da equipe, o que faz com que esse atleta tenha o sonho de ser jogador", conta. "Os grupos que eu formo têm esse pensamento", revela.
"A torcida do Coritiba é maravilhosa, é algo impressionante. Então acho que nada mais do que os atletas sentirem esse sinergia de ter a presença da torcida. Fico feliz ao término competição de ver que essa conduta do nosso grupo tenha sido muito positiva. Os atletas sentem orgulho e alegria em vestir essa camisa e a gente vê atletas que sonham em jogar no profissional do Coritiba", avalia.
Passado a conquista do Paranaense, agora o objetivo é buscar vôos maiores. "Só chega ao título aquele que se prepara", diz. "A gente vem fazendo uma preparação boa. Temos um grupo excelente de jogadores, uma diretoria que busca dar condições para trabalhar da melhor maneira. Uma comissão técnica, através do Tchuca, do Higor, do Vitor, do Sisico, muito competente e isso fortalece ainda mais o trabalho, faz com que possamos chegar, quem sabe, a um título nacional. O Coritiba merece isso pela grandeza do Clube, busca esse reconhecimento a nível nacional", diz.
O treinador ainda reconhece o trabalho do ídolo Pachequinho, que comandava a categoria antes de sua chegada. "É importante dizer que eu divido esse título com o Pachequinho, que a gente pegou uma sequência excelente do trabalho dele. Só dei minha filosofia de trabalho, um pouco da minha ideia do jogo e isso fez com que continuasse em evolução a equipe do Coritiba", finaliza.
Contratado no início de agosto de 2009, o técnico Marquinhos Santos começou com o pé direito e mostrou sua competência no comando alviverde ao levantar o troféu de Campeão Paranaense sub-20. Com exclusividade, ele fala ao coritiba.com.br sobre o trabalho da equipe, elogia a comissão técnica, núcleo de gestão, o treinador Pachequinho pelo início do trabalho e exalta a força do Coritiba e sua torcida.
"É um título importante, que o clube precisava, que a categoria precisava", destaca Marquinhos, que diz que foi em um treinamento antes de um jogo em Paranaguá o momento que ele sentiu que poderia ver a equipe levantar a taça. "Foi num treinamento antes de um jogo de fase de grupos, frente ao Rio Branco, em Paranaguá. Houve algumas situações dentro do treino que a gente percebeu que o grupo estava se fechando, se focando, e na questão do jogo contra o Rio Branco, na adversidade de ter perdido lá nas quartas-de-final e buscar o resultado dentro de casa", avalia.
Desde 2003 sem conquistar o título estadual, a expectativa é também repetir uma boa safra de revelação de atletas. Naquela oportunidade, jogadores como Rafinha e Miranda fizeram parte
da conquista. "Esperamos também uma safra de grandes valores. estamos vendo em três, quatro meses trabalhando pelo clube, o trabalho feito pelo professor Zé Carlos, o trabalho do Aramis, dos professores do Pré-Infantil, Pré-Mirim. São profissionais que estão buscando qualidade", diz. "Quem revela é a categoria profissional, nós temos o objetivo de formar atletas", completa.
O grupo campeão em 2009 mostrou uma identificação muito forte com a camisa e segundo o treinador é visivel que muitos atletas estão trabalhando não apenas para se tornarem profissionais, mas também para poder vestir a camisa do Coritiba, e isso faz a diferença. "Essa é uma conduta que me norteia como treinador. Acho que o atleta precisa honrar a camisa que veste, sentir prazer e orgulho de vestir essas cores, sempre acreditar e confiar na força da equipe, o que faz com que esse atleta tenha o sonho de ser jogador", conta. "Os grupos que eu formo têm esse pensamento", revela.
"A torcida do Coritiba é maravilhosa, é algo impressionante. Então acho que nada mais do que os atletas sentirem esse sinergia de ter a presença da torcida. Fico feliz ao término competição de ver que essa conduta do nosso grupo tenha sido muito positiva. Os atletas sentem orgulho e alegria em vestir essa camisa e a gente vê atletas que sonham em jogar no profissional do Coritiba", avalia.
Passado a conquista do Paranaense, agora o objetivo é buscar vôos maiores. "Só chega ao título aquele que se prepara", diz. "A gente vem fazendo uma preparação boa. Temos um grupo excelente de jogadores, uma diretoria que busca dar condições para trabalhar da melhor maneira. Uma comissão técnica, através do Tchuca, do Higor, do Vitor, do Sisico, muito competente e isso fortalece ainda mais o trabalho, faz com que possamos chegar, quem sabe, a um título nacional. O Coritiba merece isso pela grandeza do Clube, busca esse reconhecimento a nível nacional", diz.
O treinador ainda reconhece o trabalho do ídolo Pachequinho, que comandava a categoria antes de sua chegada. "É importante dizer que eu divido esse título com o Pachequinho, que a gente pegou uma sequência excelente do trabalho dele. Só dei minha filosofia de trabalho, um pouco da minha ideia do jogo e isso fez com que continuasse em evolução a equipe do Coritiba", finaliza.