A semana começa agitada no Coritiba e com muito trabalho a se fazer. Para Ney Franco, o trabalho antes da partida diante do Cruzeiro é de análise do adversário e da atuação da equipe na rodada anterior.
Com a constatação do baixo rendimento contra o Santos, o treinador assume que os atletas não podem comenter os mesmos erros. "Temos que ser realistas. A constatação do Vanderlei é nossa também. Nossa equipe foi mal em todos os sentidos e em cima disso já tivemos uma conversa com os atletas e teremos outra com o material de jogo editado. A constatação dele foi visível para todos que acompanharam o jogo. O que ele falou é uma realidade", disse, em relação ao comentário de Vanderlei Luxemburgo de que o time do Coxa estava 'morto'.
O que não pode acontecer, afirma Ney, é criar problemas que não existem dentro do próprio grupo. "O Santos ganhou por merecimento, mas o grupo está focado, unido e sentiu a derrota. Não podemos inventar historinhas e perder o controle do nosso trabalho. Não temos problemas com atletas, o que nos falta é competência maior para vencer os jogos fora de casa".
Para isso a semana já começou com muitas atividades e cobranças. "Foco meu trabalho muito na parte tática. Uma semana como essa a gente inicia cobrando dos atletas e nos cobrando, revendo o jogo para ver o que deu errado. Assim podemos fazer uma semana com qualidade. E no meio de tudo isso temos que achar tranqüilidade para desenvolver o trabalho com o propósito de tirar o Coritiba do rebaixamento. Tem que mexer com o emocional", afirma.
Ney Franco destaca também que a equipe tem que pensar jogo a jogo para traçar seus objetivos. "Tudo depende de resultado. Quando peguei o Coritiba minha ideia era lutar até o final das rodadas para recuperar. Em determinado momento achamos que poderíamos facilitar esse trabalho, mas não aconteceu. Nessa realidade temos que vencer o Cruzeiro e depois vencer o Fluminense em casa".
Mas, segundo ele destaca, isso não é fato somente no Coritiba, já que todos os times do campeonato passam por essa situação de serem considerados candidatos a algo na competição e, em virtude dos resultados, terem mudado de foco. "Aconteceu o mesmo que com todas as equipes. Assim como o Palmeiras, Cruzeiro e Internacional não foram campeões. O histórico do Coritiba não pode ser separado do campeonato todo, em alguns momentos as coisas deram certo, em outros não. Até a última rodada temos que ter força emocional, física para manter o Coritiba na série A".
O que importa mesmo para o grupo é que, se todos se esforçarem ao máximo e conseguirem os resultados positivios, o Coxa deixa o risco de rebaixamento de lado. "A única certeza que temos é que nessa briga contra o rebaixamento o Coritiba é uma das poucas equipes que só depende dela", finaliza o treinador.
A semana começa agitada no Coritiba e com muito trabalho a se fazer. Para Ney Franco, o trabalho antes da partida diante do Cruzeiro é de análise do adversário e da atuação da equipe na rodada anterior.
Com a constatação do baixo rendimento contra o Santos, o treinador assume que os atletas não podem comenter os mesmos erros. "Temos que ser realistas. A constatação do Vanderlei é nossa também. Nossa equipe foi mal em todos os sentidos e em cima disso já tivemos uma conversa com os atletas e teremos outra com o material de jogo editado. A constatação dele foi visível para todos que acompanharam o jogo. O que ele falou é uma realidade", disse, em relação ao comentário de Vanderlei Luxemburgo de que o time do Coxa estava 'morto'.
O que não pode acontecer, afirma Ney, é criar problemas que não existem dentro do próprio grupo. "O Santos ganhou por merecimento, mas o grupo está focado, unido e sentiu a derrota. Não podemos inventar historinhas e perder o controle do nosso trabalho. Não temos problemas com atletas, o que nos falta é competência maior para vencer os jogos fora de casa".
Para isso a semana já começou com muitas atividades e cobranças. "Foco meu trabalho muito na parte tática. Uma semana como essa a gente inicia cobrando dos atletas e nos cobrando, revendo o jogo para ver o que deu errado. Assim podemos fazer uma semana com qualidade. E no meio de tudo isso temos que achar tranqüilidade para desenvolver o trabalho com o propósito de tirar o Coritiba do rebaixamento. Tem que mexer com o emocional", afirma.
Ney Franco destaca também que a equipe tem que pensar jogo a jogo para traçar seus objetivos. "Tudo depende de resultado. Quando peguei o Coritiba minha ideia era lutar até o final das rodadas para recuperar. Em determinado momento achamos que poderíamos facilitar esse trabalho, mas não aconteceu. Nessa realidade temos que vencer o Cruzeiro e depois vencer o Fluminense em casa".
Mas, segundo ele destaca, isso não é fato somente no Coritiba, já que todos os times do campeonato passam por essa situação de serem considerados candidatos a algo na competição e, em virtude dos resultados, terem mudado de foco. "Aconteceu o mesmo que com todas as equipes. Assim como o Palmeiras, Cruzeiro e Internacional não foram campeões. O histórico do Coritiba não pode ser separado do campeonato todo, em alguns momentos as coisas deram certo, em outros não. Até a última rodada temos que ter força emocional, física para manter o Coritiba na série A".
O que importa mesmo para o grupo é que, se todos se esforçarem ao máximo e conseguirem os resultados positivios, o Coxa deixa o risco de rebaixamento de lado. "A única certeza que temos é que nessa briga contra o rebaixamento o Coritiba é uma das poucas equipes que só depende dela", finaliza o treinador.