Parafraseando nosso Nelson Rodrigues, percebo que entramos numa semana em que muitos se arvoram notabilizar o razoável feito diante do Atlético Mineiro, quando na verdade há que lembrar-se: Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola, portanto apregoar uma campanha de G4 neste segundo turno é utópico, haja vista que esta simples menção não acrescenta nada que não seja o distanciamento da Zona do Rebaixamento.
A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem, e a meu ver, devemos centrar esforços em mudar o pífio aproveitamento do nosso Coritiba em jogos fora de casa, (21,56%), já que teremos o Santos-SP e em seguida o Cruzeiro-MG como oportunidades para mudar este quadro, e daí sim regozijar-se de uma campanha razoável no ano de nosso centenário.
Já foi dito que o obvio só é ululante para aqueles que alcançaram uma sintonia entre sua percepção e o fato que representa uma verdade eterna e viva, pois para muitos seres o obvio não passa de loucura, portanto convenhamos: esta recente vitória diante do galo mineiro foi permeada de sobressaltos e falhas individuais que poderiam redundar num fracasso enorme diante de nossa torcida.
Eleições
Atendo-me ainda ao óbvio, entendo que decorridos dois anos de mandato, nada mais normal que a recondução de Jair Cirino á frente do clube. Mas, o prolongado deslumbramento de alguns integrantes deve ser substituído por profissionalismo e transparência, a começar pela imediata extinção da famigerada e infeliz parceria claramente danosa ao clube para gerir o plano de sócios “Eternamente Coxa”. Criar-se um canal de diálogo com diversos segmentos da torcida seria de bom alvitre, democratizando uma gestão com o mote “Projeto Vencer”, tenho dito.
Parafraseando nosso Nelson Rodrigues, percebo que entramos numa semana em que muitos se arvoram notabilizar o razoável feito diante do Atlético Mineiro, quando na verdade há que lembrar-se: Em futebol, o pior cego é o que só vê a bola, portanto apregoar uma campanha de G4 neste segundo turno é utópico, haja vista que esta simples menção não acrescenta nada que não seja o distanciamento da Zona do Rebaixamento.
A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem, e a meu ver, devemos centrar esforços em mudar o pífio aproveitamento do nosso Coritiba em jogos fora de casa, (21,56%), já que teremos o Santos-SP e em seguida o Cruzeiro-MG como oportunidades para mudar este quadro, e daí sim regozijar-se de uma campanha razoável no ano de nosso centenário.
Já foi dito que o obvio só é ululante para aqueles que alcançaram uma sintonia entre sua percepção e o fato que representa uma verdade eterna e viva, pois para muitos seres o obvio não passa de loucura, portanto convenhamos: esta recente vitória diante do galo mineiro foi permeada de sobressaltos e falhas individuais que poderiam redundar num fracasso enorme diante de nossa torcida.
Eleições
Atendo-me ainda ao óbvio, entendo que decorridos dois anos de mandato, nada mais normal que a recondução de Jair Cirino á frente do clube. Mas, o prolongado deslumbramento de alguns integrantes deve ser substituído por profissionalismo e transparência, a começar pela imediata extinção da famigerada e infeliz parceria claramente danosa ao clube para gerir o plano de sócios “Eternamente Coxa”. Criar-se um canal de diálogo com diversos segmentos da torcida seria de bom alvitre, democratizando uma gestão com o mote “Projeto Vencer”, tenho dito.